Enfrente o seu guarda-roupa e transforme sua vida

Todos os dias tomamos uma decisão: escolhemos o que vestir. Ou melhor, como cobrir a nossa nudez. Pode ser que a escolha da vez seja um pijama, ou um vestidinho simples, até mesmo alguma composição mais complexa composta por inúmeras peças. Seja como for, existe aí algo que fala sobre você, sobre a sua personalidade e o sobre o seu momento.

Você está feliz com sua imagem?

Quando as escolhas diárias do vestir não alegram, não trazem satisfação, confiança e bem-estar, algo está errado. Algo precisa mudar.

Sofrer em frente ao guarda-roupa dia após dia é um problemão.

É uma questão que abala a nossa autoestima e que faz com que a gente não consiga tirar máximo proveito do nosso potencial.

Nossa imagem é um trampolim para conquistas. É algo que conseguimos trabalhar como uma maneira de nos impulsionar nas mais diversas esferas da vida. Seja no seu trabalho, nos relacionamentos pessoais…

Se você está infeliz com o seu visual, acha a sua imagem um ponto fraco, está na hora de fazer algo para mudar isso.

Pode ser que você seja como muitas outras pessoas e tenha o hábito de postergar, de deixar para depois, a necessidade de encarar de frente o que te faz sofrer. Ok, dói mexer no que magoa, no que fere, no que traz lembranças ruins. Mas, só assim acontece a transformação. É só com coragem que algo de novo pode vir a acontecer. Algo de bom!

E o que significa enfrentar o guarda-roupa?

É avaliar o que funciona, ou não, para você. É aceitar que você fez compras erradas, mas que quer fazer diferente das próximas vezes. É se perdoar por ter realizado investimentos péssimos… por ter desperdiçado dinheiro com roupas, como forma de compensação emocional. É descobrir novas formas de amar a sua silhueta.

Acima de tudo, enfrentar o guarda-roupa é se permitir gostar do que você vê no espelho. E isso pode começar com algumas simples atitudes.

Como melhorar a sua relação com o guarda-roupa
– Separe um tempo para se vestir e se produzir
– Experimente combinações diferentes
– Avalie o caimento das peças na sua silhueta
– Desapegue do que você não usa ou não gosta

Mas, tudo isso só funciona se você tiver coragem para exercer a sua liberdade e sair da sua zona de conforto em busca do seu estilo pessoal.

Posso te ajudar a enfrentar o seu guarda-roupa: me escreva no amandamedeiros@msn.com.

5 truques para dar cara nova para as roupas velhas

Com simples truques é possível variar bastante o guarda-roupa e dar cara nova para roupas velhas. Tais macetes também são importantes na hora de montar looks criativos. Afinal, roupa nova toda semana não soluciona possíveis problemas com o visual.

Por um guarda-roupa sempre novo

As roupas mudam de acordo com o jeito que usamos. Por isso, diversifique no uso das proporções. Misture o largo com o justo. O soltinho com o colado. E brinque com essas variações. As peças combinadas não precisam ter sempre, por regra, uma aparência toda igual. E quando você inverte a lógica com a qual já está acostumada a lidar você muda toda a pegada do seu visual.

Perca o medo e capriche nos truques de styling. Dê o seu estilo e a sua pegada ao visual com mangas de camisas dobradas e barras da calça enroladas. Prenda a pontinha de uma peça em outra. Ou faça de um vestido uma blusa. Experimente as possibilidades e veja o que combina com você!

A montagem de um look só acaba quando termina, então foque no acabamento. Acostume-se a caprichar na finalização do look! Ok, isso é muito simples. Mas, pouca gente faz. Repare por aí. Estou falando dos acessórios e até mesmo da parte de maquiagem e beleza, como um todo.É praticamente parte da questão do styling. Mas, com um algo a mais.

Para deixar tudo com cara nova, não se preocupe tanto com usar um look que seja todo casual, ou despojado, ou romântico, ou isso ou aquilo. Misture estilos. Afinal, parte de ter estilo é brincar com as combinações. E juntar peças de diferentes universos. Então, não tenha medo de usar tudo do seu guarda-roupa misturado com praticamente tudo! Divirta-se, sem muitos julgamentos.

Você pode ter cansado das suas peças, mesmo que elas sejam novas, por não saber formas de brincar com as variações possíveis. Então, pense em dimensões e camadas. Estou falando de sobreposições e mix de texturas. Quando você sobrepõe peças você muda toda a história delas. Elas passam a contar outra narrativa. E quando você mistura texturas, brinca com o acabamento, você dá outra interpretação.

Coloque em prática e insista até que pareça natural. Até que você se sinta confortável e confiante com a sua imagem.

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Precisa de uma ajuda para transformar as peças velhas do seu guarda-roupa em peças novas? Me escreva no amanda@amandamedeiros.com.

A roupa que te completa

Escolher uma roupa não é apenas decidir como cobrir a nudez. Cada forma de vestir guarda consigo possibilidades que se abrem para complementar a sua personalidade. Igualmente, podem responder às suas vontades e expectativas. Por isso é tão importante ter no guarda-roupa as opções certas, capazes de lhe socorrer nas mais variadas alterações de humor. Ou mesmo nos possíveis momentos da sua rotina. Não se trata de ter muito – o importante é ter o certo.

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Roupas e acessórios acertados são como bons amigos, que te amparam em momentos difíceis e repartem com você a euforia na hora da comemoração.

Se o problema é autoestima baixa, por uma ou outra razão, a modelagem certa mostra que tudo está onde deveria estar na sua silhueta. E lhe ajuda a recuperar um pouco da confiança. Acessórios legais servem para quebrar um pouco da mesmice daquelas peças já batidas. Ou mesmo para reforçar o caráter de algum detalhe do look que você gostaria de potencializar. Já um calçado confortável (nem por isso, menos apresentável) é o abraço apertado, encontrado também em casacos ou suéteres de boa qualidade.

Seja como for, nossas roupas não devem ser encaradas como tendências e modismos fabricados para nos deixar atuais e desejáveis. Elas podem e devem compartilhar com a gente um pouco da nossa história e das nossas vontades.

Roupas como uma extensão da individualidade

Como é bom ter um guarda-roupa que é mais do que uma etiqueta. Que é a representação da pessoa que você curte ser. Preparar-se para mais um dia merece esse cuidado, porque cada um de nós merece essa atenção.

Encarar as roupas menos como bens de consumo e mais como extensões da sua individualidade ajuda a assimilar o conceito de estilo. E estilo cada um tem o seu – mais ou menos explorado.

Texto publicado originalmente em 15 de maio de 2015

Sinceridade com a ‘peça medida’

Você tem no guarda-roupa uma peça medida? É aquela que serve para apontar possíveis mudanças na silhueta. Uma calça jeans, uma camisa, uma calça de alfaiataria ajustada que mostra onde você ganhou ou perdeu peso. Sem neuras.

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Fonte de sofrimento? Que nada… É uma ótima amiga, muito mais confiável que o espelho que pode lhe enganar pelas alterações de humor. Tudo bem que alguns tecidos são perigosos. Já que cedem após algum tempo de uso (ou mesmo são maleáveis – mudando de formato na silhueta). Então, o melhor é avaliar o corpo por meio de alguma peça já usada, antiga, que te ajuda a saber, de fato, se você ganhou peso, ou se é só uma impressão…

Todo corpo passa por mudanças, muito além do peso em si. Ganhamos e perdemos curvas, encaramos alterações nas proporções… No entanto, para quem se importa com isso, vale observar tudo o que está acontecendo para conseguir tomar uma atitude antes que a situação ‘saia do controle’. Sem cismas exageradas. Apenas a chance de valorizar o olhar de quem é dono da opinião que mais importa: a sua.

Atualização de post publicado originalmente em 25 de março de 2010

Solução para gavetas desorganizadas

Não há boa seleção de peças que resista ao danos da bagunça. Quando nossas coisas estão acumuladas e avacalhadas acabamos repetindo sempre as mesmas peças, esquecemos itens importantes e nos perdemos entre roupas e complementos amassados e embolados.

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Mesmo quando temos pouco, ou o suficiente, pode ser difícil deixar tudo alinhado e bem dividido. Principalmente quanto as peças são pequenas e delicadas – como lingeries e meias. Mas, nem tudo está perdido. Organizadores ou divisórias de gavetas surgem como boa saída para resolver, de vez, o problema. 

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Existem vários sites que disponibilizam tais divisórias de gavetas – em inúmeras versões, tamanhos, e estilos (veja aqui!). Mas, é possível até mesmo fazer uma versão caseira, em papel rígido. Seja qual for a saída, dá para melhorar a organização dividindo as peças – também – em cores, estilos e funções. Com pouco tempo, a regra de divisão acaba sendo assimilada e tanto o aproveitamento de tudo o que se tem, quando a posterior arrumação, transformam-se em parte natural da rotina.