Sinta-se bem na gestação e no puerpério (sem gastar muito)

Quando descobri que estava grávida, no final de 2016, uma das minhas preocupações iniciais foi: como vou me vestir agora, sem precisar comprar muitas roupas novas, ou encher o guarda-roupa de peças no estilo gestação?

Na teoria, eu já sabia a resposta. Mas, viver as mudanças emocionais – e de silhueta, na prática foi bem diferente.

Durante a gestação, comprei pouquíssimas novas peças. Duas calças (pantacourt e jogging), um vestido, e ganhei uma camisa e uma calça (tipo pijama, de plush), o que foi o suficiente.

Me senti bem, feliz e confiante com a minha barrigona. Apesar do cansaço, das crises de enxaqueca, da ansiedade e da preocupação a cada novo exame, consegui curtir muito a gravidez. E, o melhor? Sem encher o guarda-roupa de peças temporárias.

look de gestação

Uma nova mulher, uma nova profissional

Eu costumo dizer que a gravidez e o nascimento do Francisco me transformaram não só como mulher, mas como profissional. Passei a compreender com muito mais profundidade as queixas das minhas clientes.

atendi mulheres grávidas e mulheres que se descobriram grávidas durante a consultoria (cho que dou sorte no mundo da fertilidade). Também já atendi também várias mulheres que buscaram uma nova compreensão de sua imagem pessoal e estilo, em alguma fase do puerpério. Vejo, hoje, que não foi sem motivo, porque o momento é e pode ser ricamente transformador.

Olhar para dentro enquanto todas as nossas preocupações estão em outro pequeno e dependente ser, pode ser um suspiro que nos traz força para sair em busca do que queremos.

Pensado para as mães

Por causa de tudo isso, criei dois novos serviços dentro da consultoria de estilo. A consultoria de estilo para gestante e a consultoria de estilo para novas mamães.

Nos atendimentos a ideia é focar no momento presente: como se sentir feliz e se vestir constantemente bem com as peças que você já tem, durante a gravidez – e com a indicação de uma ou outra aquisição, se necessário. Além de formas de se reencontrar no visual, após o nascimento do bebê.

Os serviços vem de encontro com o novo momento da minha consultoria de estilo. Todos os atendimentos presenciais, agora, são personalizados – no sentido de serem pensados para cada pessoa, cada qual com suas necessidades e com um investimento 100% voltado ao que lhe é de interesse.

Afinal, quer se sentir bem durante o puerpério ou durante a gestação?

  • Compre só aquilo que lhe agrada e não as peças que constam em listas;
  • Foque nas peças que valorizam a sua silhueta – de grávida, ou não;
  • Não gaste muito com roupas para um corpo temporário, em transição;
  • Busque alternativas que funcionem (durante a gravidez) dentro do seu guarda-roupa;
  • Capriche nos acessórios e, se precisar, invista neles – eles não se perdem com mudanças no corpo;
  • Aceite e abrace as mudanças no seu estilo ou identidade pessoal;
  • Cobre-se menos e curta mais o momento que é único e especial!

Gestação, no YouTube

Confira meus vídeos para gravidinhas, no YouTube. 

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Enxoval: uma necessidade ou uma ode ao consumismo?

Revirando lembranças, vi uma foto de minha mãe, lá em 1981, aguardando e organizando o quartinho da minha irmã. No armário, algumas poucas mudas de roupa esticadas em cabides delicados. Ao seu redor, um carrinho, uma sacola, e só. Não éramos pobres, muito pelo contrário. Costumo lembrar, sempre, do quanto cresci com uma vida privilegiada – sem riquezas, mas na qual nada faltava. Então, o pouco que ali tinha, era o que era considerado normal para a época. Para os dias de hoje, seria assustador.

enxoval1
substantivo masculino
1.
conjunto de roupas e acessórios de quem se casa, seja do vestuário, seja para o serviço de casa.
2.
p.ext. qualquer conjunto de roupas e acessórios necessários para um recém-nascido, para um estudante que vai ao internato, para o serviço, uma viagem etc.

 

Pra que tanto?

Quando fiquei grávida, pensei logo no tal enxoval. Acumulei arquivos com listas e mais listas do que era necessário (ou obrigatório) para um bebê. Pesquisei, pensei, assisti vídeos… fiz o que pude para tentar evitar erros, ou compras desnecessárias. Mas, elas acontecem.

A quantidade necessária, básica, de coisas, pra mim parecia MUITO! Fiquei perdida.

O excesso era, desde o princípio, o meu maior medo. Sabia que bebês crescem rápido. Mas, não imaginava que comprar um monte de roupinhas para meses subsequentes traria problemas.

Revendo, hoje, a definição real da palavra enxoval, me dei conta de que o que remete apenas a um conjunto de itens virou termo para justificar o exagero e o consumismo.

Comprei relativamente pouco, mas, se fosse hoje, teria comprado menos ainda. A ideia do enxoval, das muitas sacolas, das gavetas lotadas – e lindas – com roupinhas pequeninas alinhadas, é tentadora para qualquer mamãe empolgada. Mas, vou te contar…. é uma bobagem!

Influenciadoras do consumismo

No YouTube, vídeos de gestantes influenciadoras digitais (gente, isso existe mesmo!) se multiplicam. Há, ainda, quem diga, que muitas meninas vêm ficando grávidas para aproveitar o bom momento publicitário do segmento, no qual marcas buscam pessoas “reais” para divulgar seus produtos – de casa, de vida, de tudo – nas redes sociais. Já repararam como tudo virou roteiro para história? Pedido de casamento, casamento, gravidez, compra de apartamento, reforma, tudo tem um preço…

Voltando à vida real, na qual as compras são feitas com um cartão de crédito de verdade – que vira uma fatura no final do mês – temos a ideia errônea de que é importante se previnir e comprar demais, contra a deliciosa realidade, de que pouco é o melhor.

As desculpas para adiantar todas as compras são as de que a puérpera não tem cabeça para nada. Ou de que as primeiras semanas com um bebê são difíceis, e que tudo é caro… Ok, em partes é verdade. Mas, se você tem um esposo, mãe, amiga, colega, ou internet em casa, tudo isso vira bobagem. Há, sempre, alguém que pode te ajudar com possíveis compras urgentes. No pior (ou melhor) dos casos, alguma loja online. 

Não compre muito.

O enxoval de raiz, aquele que nossos pais fizeram, do bordado à mão, das roupas tecidas por avós, tios, ou amigas, deu lugar a uma loucura generalizada que faz cada momento da gestação virar uma coisa um tanto quanto esquisita.

E a gente compra.

Na minha realidade, o que eu percebi é que o melhor a ser feito teria sido comprar roupinhas apenas até o terceiro mês. Assim, eu saberia que Francisco não gostava de camisetas – e só veio a gostar depois que aprendeu a sentar. E que camisas, jaquetas, calças grossas, entre outras lindezas, são muito bonitas no cabide, mas não funcionam pra um bebezinho. Eu saberia que ele, pequenino até os 4 meses, viraria um bebê enorme daí pra frente. E poderia ter feito, desde sempre, o que faço hoje: vou à loja, e compro sob demanda.

Gavetas mais vazias fazem com que tudo seja melhor aproveitado.

Quanto aos brinquedos, cadeiras, centros de atividades, alugue. Se você reside em capitais, existem lojas especializadas em tal – algumas também no interior. E, o preço que você paga pelo aluguel é infinitamente menor do que a perda que você teria tentando vender algo antes utilizado (alô Mamãe eu Quero, queria vocês na minha vida desde o mês 1).

Enxoval em Miami?

A não ser que você seja uma dessas mães que vai fazer uma viagem de compras aos Estados Unidos, não caia na bobagem de comprar demais. E, mesmo se for fazer o seu tal enxoval em Miami, segure a ansiedade. Talvez essa viagem seja parte da sua rotina, então que tal deixar para comprar as coisinhas aos poucos? A cada semestre ou ano?

Essa ideia do enxoval que enche o quarto, os olhos, a tela do celular, não me pega mais. O que me pega é o sorriso enorme de um bebê que nem entende nada sobre consumismo, que nem precisa de muito, além do amor dos pais. Pode ter certeza. Seu filho pequenino não vai ligar se ele tem 5 ou 50 roupinhas na cômoda, ou se a decoração é minimalista ou escandinava – aliás, acho tão estranho colocar um bebê em um universo branco, sendo que cores é que estimulam o desenvolvimento dos pequenos… Então, vamos deixar de lado as nossas loucuras, as nossas carências, e repensar um pouquinho do que fazemos para os nossos pequenos e que pode impacta-los de alguma maneira. Uma infância sem consumismo começa desde cedo, ou melhor, desde a barriga da mãe.

“Seja o que for, a gente dá conta”

Quando penso que já se passaram três meses desde o seu nascimento, fico em dúvida se os dias correram r, ou se o tempo parou. Foram muitos os altos e baixos. Na verdade, nem sei dizer quem chorou mais, se eu, ou você. Choramos juntos, aliás. E não foram poucas as vezes nas quais encontrei consolo no seu olhar. Ou quando você segurava o meu dedo, puxava a minha roupa e me encarava como se soubesse por tudo o que eu passava. Ou pelo que a gente passava. Você me salvou.

O tempo voou. Parece que foi ontem que eu começava a desconfiar que estava grávida… mas, foi a um ano atrás.

Você transformou a minha vida

Você nasceu ontem, Francisco. E transformou a minha vida. O que é mais do que óbvio, mas você veio para dar novo sentido aos meus dias. É verdade. São muitas as horas nas quais eu paro e acho que não vou dar conta. Sinto saudade da minha vida de antes. Da minha liberdade. De quem eu era. Mas, já não sinto mais falta de tantas outras coisas. Por você comecei a repensar minhas escolhas e decisões. Vi erros que cometi e que nem mesmo sabia. Encontrei motivação para tentar coisas novas. Percebi que estava um tanto quanto acomodada. E que tinha caído em uma zona de conforto, na qual o pouco, por vezes, era suficiente. Agora, com você por perto, aceitar qualquer coisa é impossível. Lembrei da menina que eu era até pouco tempo atrás.  Cada dia é novo. Todo dia é diferente. A cada minuto você me surpreende e eu me surpreendo com quem virei. Ainda que, vez ou outra, eu sinta que vou surtar, quando você chora sem parar. E depois, do nada, abre um sorriso, quase que zombando da minha cara. Você é demais.

Você é parte de mim

É incrível ver você descobrindo o mundo. Aprendendo coisas novas. E é um pouco assombroso o quanto me vejo em você. O quanto a sua mini personalidade se parece com a minha. Você quer tudo pra ontem. Pra agora. E não sabe bem esperar… sabe porque percebi isso tão bem em você? Porque também sou assim.

Meu filho, vamos ter que trabalhar isso juntos. Eu e você. Vamos ter que descobrir o que é paciência. Essa ansiedade não nos leva a nada. Mas, calma lá. Por que você não teve toda essa pressa pra nascer? Ah, sim. Porque você, assim como sua mãe, também é do tipo que curte um drama. Os protagonistas de uma novela mexicana. Também vamos mudar isso. Tá? Ou não.

Nesses seus três meses de vida, nos quais você vem se descobrindo como uma pessoinha – e vem aprendendo que há um mundo aqui fora bem mais caótico que a barriga da sua mãe – já posso dizer que vencemos algumas coisas. E vamos seguir assim. Juntos, sempre.

Cada sorriso seu me ilumina. Cada gargalhada me faz acreditar no milagre da vida. Quando topei entrar nessa viagem maluca chamada maternidade, eu sabia o que estava por vir. Só não pensei que seria tão intenso e bom. Você é só um bebê. Como tantos outros que estão por aqui. Mas, é a maior herança que vou deixar ao mundo. E que venha o que tiver pela frente. A gente dá conta.

Maternidade, estilo e transformação

Cada coisa que acontece em nossa vida transforma a nossa maneira de vestir. Impacta no nosso visual. Não seria diferente com uma gravidez.

Só que o momento mais marcante para uma mulher que se torna mãe não está na gestação em si. Ou no corpo diferente, com barrigão, curvas pronunciadas…

A grande transformação acontece após o parto. Naquele momento no qual a gente se vê diferente. Por inteiro. Externamente e interiormente.

100% intenso

Já pensou em como é maluco ter um corpo um dia, outro depois de nove meses e uma terceira silhueta logo depois? É tudo muito intenso!

São sensações tão profundas que não ficam só no visual. São questões internas. Questão de sentimentos. Medos, ambições, vontades… um bebê muda tudo.

E as peças do guarda-roupa antigo, aquele que talvez até mesmo funcionava bem, por vezes perdem sentido. Como explicar? Não há uma razão lógica… é tudo muito emocional. Vai além do corpo que muda. Vai além, também, do novo papel.

E, aí, chega a hora de refletir. De, em meio a uma rotina corrida – maluca, eu sei – reservar um tempo para pensar sobre gostos e vontades. É uma hora incrível para rever o guarda-roupa. Para fazer aquela superlimpeza. Um grande desapego. E planejar novas aquisições.

Dá até mesmo para melhorar aquilo que antes já incomodava. Uma oportunidade para se recriar. Ou para voltar à essência.

Tudo novo e um novo visual

Um bebê, um filho, é tudo muito novo! Tão novo que para algumas mulheres, pede um novo visual. Pensado para a mesma pessoa de sempre, em nova versão. Sem que isso afete ainda mais a autoestima. Sem grandes cobranças. Sem surtar muito com as mudanças do corpo – algo que eu mesma venho lutando contra nas últimas semanas.

Sem peso.

A maternidade transforma e convida para uma evolução. (1) Para sermos melhores, dentro das nossas vontades e possibilidades. (2) Para valorizarmos o que realmente importa, longe do consumismo e das amarras da indústria da moda. (3) E para ter um visual que realmente funciona, sem drama ou dor em frente ao guarda-roupa.

Uma experiência literalmente prática

Como consultora de estilo e mãe de primeira viagem estou neste processo de transformação. Pensando sobre como quero me apresentar ao mundo a partir de agora que não sou mais só o que era antes. Sou, também (mas não somente) a mãe do Francisco. E estou vivendo, na prática, o que já vivi com outras clientes. Só que agora é diferente. E tem que ensinado muito.

Quer conhecer a consultoria de estilo? Me escreve no amanda@amandamedeiros.com.

Tchau agosto, oi setembro: Francisco chegou

É só um bebê, mas é tudo!

Há 10 dias minha vida mudava completamente. Não que eu não soubesse que isso estava por acontecer. Foram 41 semanas de espera, ansiedade e alegria – tecnicamente, 39. Foram mais de 250 dias de preparação e planejamento. Mas, nem todo planejamento poderia me fazer entender o que estava por vir. Ou melhor, como minha vida mudaria – de verdade – entre a última semana de agosto e a primeira de setembro.

Enquanto esperava Francisco, perdi meu pai.

Perdi meu pai em algum momento que marcava 40 semanas e 2 dias de gestação. Os dias que eram pra ser os mais felizes da minha vida se transformaram em momento de desespero e dor. Por mais que eu não pudesse me permitir sentir aquela dor. Afinal, eu tinha uma bênção dentro de mim. Um ser que, deste sempre, valia mais do que tudo. E que era aguardado, com ansiedade, não só por mim, mas também pelo meu pai. Eu devia isso à ele. Não poderia desanimar ou esmorecer. Por mais que eu me perguntasse a cada segundo se aquilo tudo estava mesmo acontecendo. E por que naquele momento?

Não sou tão forte assim…

Cansei de tentar entender essas coisas da vida. Como que, num piscar de olhos, tudo muda. Isso já aconteceu tantas outras vezes… mas eu ainda não me acostumei. E, o que eu já havia escutado, passava a fazer ainda mais sentido: a gente se programa, mas algumas coisas estão muito além do que podemos controlar. Te dizem pra ser forte, mas como ser tão forte assim? Guardei para mim o direito de chorar. De sofrer. De sentir dor. Não sou tão forte como gostaria. Ou como seria bonito afirmar…

E também foi assim com Francisco. Com aquele que me segurou de pé. Ele nasceu quando quis, como quis. Bem diferente do jeito que a gente havia desejado. Do jeito que eu havia combinado com ele. Era pra ser um parto tranquilo. Com contrações, seguidas por uma bolsa rompendo naturalmente e um nascimento bonito e suave. Com direito a fotos felizes. Que nada… O roteiro desenhado pelo cara lá de cima era bem diferente.

Senti, ao mesmo tempo, dor física e emocional. Pela primeira vez.

A bolsa rompeu ainda em agosto. Em um momento no qual eu gargalhei de doer a barriga, por algum motivo bobo. E ali começou tudo. Espera, espera e mais espera… afinal, a vida é uma eterna espera – será esse meu roteiro?! E, nada. Contrações induzidas e, lá fomos nós, para um caminho de muita dor. Uma dor que eu jamais poderia imaginar. Que não estava nos meus planos. Como pode? Eu estava em frangalhos, mas ele estava bem. Já havia se passado um dia – e ainda era agosto – e agora era questão de honra esse bebê nascer só em setembro. Quando o dia virou, eu já nem sabia mais quem era, ou onde estava. E entre flashes desconexos do que foi um dos dias mais insanos da minha vida, ele nasceu. Eu tive o meu parto normal. Ele estava bem. Eu estava bem. Tudo valeu à pena. Era 1º de setembro. 15h36.

10 dias depois, aqui estou sem entender bem as últimas duas semanas. Parece já ter se passado mais de um mês, mas o tempo não corre quando a gente quer que ele voe. Ainda me esqueço, vez ou outra, de que não tenho mais uma importante parte da minha vida. Que mais essa parte se foi. E perder essa parte, de alguma forma, me fez sentir ainda mais saudade da minha mãe – e de tudo o que a gente viveu. Da nossa família alegre e unida, apesar de tudo. Do nosso vínculo. Da criação simples, mas de amor sem medida. Da falta de limites pra bagunça e brincadeiras, mas das obrigações claras em uma rotina repleta de atividades.

Francisco chegou. E enquanto escrevo vigio a babá eletrônica que registra seus movimentos malucos. E é um amor tão surreal que dói. Dói pelo medo de não ser forte o suficiente, como ele precisa. Dói, também, fisicamente. A cada mamada. A cada vez que acordo de madrugada. A cada vez que sinto falta da mulher que eu era e que sei que jamais serei. A cada vez que eu desejo sumir no mundo, mas lembro que não posso mais. Mas, quem sabe eu serei uma pessoa melhor?! Ainda não sei. É bem provável que não. Talvez eu seja só a mesma Amanda de sempre, na versão mãe. Um tanto quanto confusa, ainda. Mas tentando meu melhor. É um misto de insegurança, medo e expectativa. Que seja, assim, da melhor maneira. Me nego a planejar mais nada. Só me resta sonhar com o melhor.