Livros escritos por mulheres que indico para toda e qualquer mulher

Conhecimento é poder. Nunca uma frase fez tanto sentido. E aprender por meio de livros é se empoderar de maneira simples e muito acessível. 

Selecionei três livros de temas distintos que acredito que TODA mulher deveria ler.

Leia Brené Brown

Brené Brown já é praticamente uma queridinha aqui no blog. Ela é muito inspiradora e abre os nossos olhos para coisas simples – que afetam muito a nossa vida. Por isso indico MUITO o livro “A Coragem de Ser Imperfeito”, que é sucesso de vendas e tem uma mensagem forte para que a gente se cobre menos, e viva mais. Se você puder/quiser comprar só um livro, que seja esse. Já leu?

Leia Denise Damiane

Quem gosta de moda, quem acompanha tendências, ou mesmo quem vive em redes sociais pode se deixar levar pelas amarras do consumismo. E, resumindo, GASTAR DEMAIS! Corre, que é cilada. Denise Damiani explica em “Ganhar, Gastar, Investir. O Livro do Dinheiro Para Mulheres” a importância de entender como funcionam os ciclos do consumo, a relação das mulheres com o dinheiro e, ainda, como sair do buraco. 

Leia Angela Duckworth

Um livro que me tocou muito, recentemente, foi Garra. O Poder da Paixão e da Perseverança”. Uma leitura que me fez lembrar dos momentos nos quais consegui algumas coisas não tanto pelo talento, mas pela insistência – e lembrei, também, das vezes nas quais me deixei levar pelo dom e deixei de lado a paixão. Leiam.

Leia em qualquer lugar

Ganhamos com toda e qualquer leitura. E ler é um hábito, um costume, algo que conseguimos inserir na nossa rotina. Mas, requer um esforço inicial e um pouco de persistência. Saiba que, após as primeiras páginas (de um bom livro) fica impossível parar.

Se você quer ler mais, ou começar, uma boa talvez seja um Kindle: leves, altamente portáteis e com iluminação própria, fazem com que seja fácil carregar o livro da vez, com você, pra todos os lados. Já usa?

Sobre ousar, aparecer e deixar que nos vejam

Dia após dia, somos bombardeadas com imagens perfeitas, vidas perfeitas, rotinas incríveis e repletas de atividades empolgantes. É o mal das redes sociais, nas quais grande parte das pessoas preferem apresentar apenas um recorte de seus melhores momentos.

Há como questionar?

Mas, isso pode nos abalar. E nos limitar. Fazer com que pensemos, sempre, que não somos bons o suficiente. Ou que não temos nada de bom ou interessante para mostrar. E isso não se resume, apenas, a nossa vida pessoal. Afeta, também, a esfera profissional… e, também, a nossa imagem. E a nossa relação com o guarda-roupa.

Por nos considerarmos piores do que os demais, com nossas imperfeições, podemos acabar tentando nos esconder. Seja em roupas sem graça, em peças que não chamam atenção, ou em casulos formados por itens largos, grandes e que não atraem olhares…

Como resultado, uma baixa autoestima. Uma sensação constante de fracasso. E a ideia de que é preciso ser bom, ótimo, incrível ou maravilhoso para ser aceito.

PERFEITAMENTE IMPERFEITOS

No livro ‘A coragem de ser imperfeito’, Brené Brown fala justamente sobre isso. Sobre as imperfeições que nos fazem perfeitos. Sobre as falhas que nos fazem mais interessantes, mais reais e mais incríveis. Sobre a busca por uma aceitação que não precisa, por regra, passar por uma vivência sem falhas.

“Em vez de vivermos de julgamentos e críticas,devemos ousar, aparecer e deixar que nos vejam. Isso é a coragem de ser imperfeito! Isso é viver com ousadia! Estamos aqui para criar vínculos com as pessoas! Amor e aceitação são necessidades irredutíveis de todas as pessoas”, pondera Brené Brown.

E como isso pode ser utilizado em nossas vida?

Quando nos permitimos ser quem somos, sem esconder o que nos deixa vulneráveis, tudo muda. Quando nos aceitamos (e amamos) mesmo com nossas imperfeições, as coisas acontecem. E quando entendemos que somos sim interessantes com nossas peculiaridades, a vida caminha pra frente. É isso que nos liberta, que nos aproxima e que faz de nós, de fato, pessoas reais.

A coragem de ser imperfeito

Para muitas mulheres, a perfeição estética não chega a ser um objetivo. Esta meta, no entanto, cede lugar a outros tipos de cobrança tão pesadas quanto àquelas relativas ao visual. O perfeccionismo que influencia a maneira de agir e pensar acaba servindo como um bloqueio que limita as experiências de quem não consegue se entregar completamente à vida por medo de possíveis julgamentos. Ou, mesmo, pelo receio de não ser pleno ou perfeito.

imperfeição

Viver na margem, no desejo da tentativa, na vontade de um dia conseguir, gera mágoas e estragos permanentes, tais como insegurança e baixa autoestima. Mais do que isso, é um tipo de escolha que superficialmente até protege (naquele momento ou fase da vida). Mas, que faz com que o passo além não aconteça jamais! É preciso viver com ousadia, abraçar cada uma de suas imperfeições e fazer do querer um experimento. Em um jogo de tentativas e erros, as chances ao menos existem… sejam elas meio a meio ou, talvez, até mesmo menores do que isso. O que não se pode é pensar que um mau presságio ou o receio do possível resultado negativo bloqueie o tentar.

O poder da vulnerabilidade

Em “A coragem de ser imperfeito”, livro de Brené Brow, este assunto é tratado com muita delicadeza, sendo mais do que um livro motivacional. A autora, responsável por uma das mais assistidas palestras do TED, explora o poder da vulnerabilidade e indica razões e maneiras para abrir mão da vergonha – aquela que carrega o estigma do erro e do fracasso.

A leitura é, mais do que tudo, muito indicada para quem não está 100%  de bem com a vida. Afinal, se mexer, mudar algo, renovar-se com referências e novas inspirações é essencial para traçar um caminho que leve ao acerto. Porque, mais ora, menos ora, algo tem que ser feito. E repensar a maneira de agir e de se comportar é a base para fazer acontecer.

Como Brené Brown cita em um dos capítulos do livro, “os momentos mais fortes de nossas vidas acontecem quando amarramos as pequenas luzinhas criadas pela coragem, pela compaixão e pelo vínculo, e as vemos brilhas na escuridão de nossas batalhas”. Poderoso, não?!

Quer ler "A coragem de ser imperfeito?" Eu SUPER indico!!! Compre aqui e me conta o que achou.

Texto originalmente postado em 30 de janeiro de 2015.

A CORAGEM DE SER IMPERFEITO

Para muitas mulheres, a perfeição estética não chega a ser um objetivo. Esta meta, no entanto, cede lugar a outros tipos de cobrança tão pesadas quanto àquelas relativas ao visual. O perfeccionismo que influencia a maneira de agir e pensar acaba servindo como um bloqueio que limita as experiências de quem não consegue se entregar completamente à vida por medo de possíveis julgamentos ou, mesmo, pelo receio de não ser pleno ou perfeito.

imperfeição

Viver na margem, no desejo da tentativa, na vontade de um dia conseguir, gera mágoas e estragos permanentes, tais como insegurança e baixa autoestima. Mais do que isso, é um tipo de escolha que superficialmente até protege (naquele momento ou fase da vida), mas que faz com que o passo além não aconteça jamais! É preciso viver com ousadia, abraçar cada uma de suas imperfeições e fazer do querer um experimento. Em um jogo de tentativas e erros, as chances ao menos existem… sejam elas meio a meio ou, talvez, até mesmo menores do que isso. O que não se pode é pensar que um mau presságio ou o receio do possível resultado negativo bloqueie o tentar.

Em “A coragem de ser imperfeito”, livro de Brené Brow, este assunto é tratado com muita delicadeza, sendo mais do que um livro motivacional. A autora, responsável por uma das mais assistidas palestras do TED, explora o poder da vulnerabilidade e indica razões e maneiras para abrir mão da vergonha – aquela que carrega o estigma do erro e do fracasso.

A leitura é, mais do que tudo, muito indicada para quem não está 100%  de bem com a vida. Afinal, se mexer, mudar algo, renovar-se com referências e novas inspirações é essencial para traçar um caminho que leve ao acerto. Porque, mais ora, menos ora, algo tem que ser feito. E repensar a maneira de agir e de se comportar é a base para fazer acontecer.

Como Brené Brown cita em um dos capítulos do livro, “os momentos mais fortes de nossas vidas acontecem quando amarramos as pequenas luzinhas criadas pela coragem, pela compaixão e pelo vínculo, e as vemos brilhas na escuridão de nossas batalhas”. Poderoso, não?!