Que venha o novo: voltei! =)

Voltar, recomeçar, fazer o que gostamos e o que nos faz bem. Fazer do mesmo jeito, mas em uma versão melhorada, sem esperar um novo ano para traçar uma meta e manter-se firme em um ideal. Que a inspiração seja, sempre, nossas próprias necessidades. E o que nos motiva seja a vontade de fazer acontecer. Antes de tudo, o desejo de ver as coisas funcionando. Quem venha 2016.

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Para isso, sentir-se bem com a sua imagem. Sempre, pensando naquela lógica que supera as tendências e que, claro, vai além dos modismos: a sua moda, o seu jeito, o seu gosto, em busca de confiança e facilidade no dia a dia. O ato diário do vestir não precisa ser complicado, algo que sempre foi dito por aqui, no Conversinha – mas, mais do que isso, vestir não precisa sair caro ou ser motivo de sofrimento. A conta tem que fechar, tanto emocionalmente, quanto financeiramente.

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Então. Devem existir no seu guarda-roupa diversas formas de inspiração e base. Desde aquelas peças que são os curingas para uma festa de última hora, até o “uniforme” do dia a dia: as suas roupas do trabalho, aquelas que não decepcionam, as que funcionam juntas, de maneiras diversas, combinadas e descoordenadas; as roupas para as tarefas gerais, desde ir ao supermercado a caminhar com o cachorro. Sabemos que nem sempre o look pede grandes esforços, mas nem por isso precisa ser composto por trapos que jogam a autoestima em níveis inaceitáveis! Não vale me dizer que sua roupa, ou sua imagem, não tem a menor importância para você… sempre chega aquela hora na qual a imagem pesa. Seja uma entrevista de emprego, um encontro, ou uma encarada no espelho…

Reconstruções

Pensando no bem estar e na satisfação pessoal e, por que não, em uma maneira de tentar lutar contra a loucura do exagero consumista das roupas cada vez mais caras, apresentadas por meninas cada vez mais montadas (que se auto proclamam influências ou referências digitais) podemos buscar, de alguma forma, uma maneira de viver além do que nos é imposto… sem ter que entrar em uma bolha que nos separa das futilidades das quais tanto gostamos. Ou seja, sem precisar fugir dos blogs, das revistas femininas, dos canais de YouTube, ou das contas de Instagram. Filtras as referências e selecionar o que nos motiva é um bom começo. Outro é entender que somos bem mais do que a nossa imagem, mas a nossa imagem é importante para nós – é tudo questão de confiança e de eficiência para vestir alcançando um resultado legal! Por mais repetitivo que isso pareça! O discurso, na prática, gera resultados muito satisfatórios na vida real.

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Já que o contexto mudou e a realidade da moda, e do vestir, é outra, o serviço da consultoria de imagem, por mim oferecido, também mudou. A “pausa” foi para reflexões necessárias. Então, o serviço segue aplicado, como tradicionalmente – há tantos anos, um dos primeiros do mercado – no modelo a distância, mas, agora, reformulado. Muito mais simples, direto, e personalizado. Enviado exclusivamente em arquivo digital, com muito mais imagens, menos textos, mais tabelas e exercícios para facilitar o dia a dia (além daquela conversa de sempre, franca e sincera por meio do Skype ou email). Leituras complementares auxiliam em uma mudança de vida e de olhar quanto a moda. E que, os que encaram a roupa como uma extensão da personalidade – e não como mero item de status – possam aproveitar tudo o que tecidos em cores, formas e texturas tão incríveis podem oferecer. 

Bjs., Amanda M.

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