Que roupa é essa menina?

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Observando meninas novas, pré-adolescentes, vestidas com roupas coladas, fetichistas e provocantes muito penso se essas jovens, até ontem crianças, sabem quais mensagens estão enviando com seu visual. Na verdade o incômodo não está tanto nas roupas em si, muitas vezes normais no processo de amadurecimento de qualquer menina… o que gera arrepios de horror são para os olhares lançados por homens mais velhos. Não há como pensar em outra orientação a não ser dos pais que devem tentar traçar esse limite entre amadurecimento natural e exagero visual, muitas vezes inconscientes ao se optar por uma calça de lycra cintilante junto a um top decotado – tudo em preto. Pela busca de tendências, pela vontade de ‘estar na moda’, essas jovens já com seus cartões de crédito podem escolher o que comprar/usar sem a vigilância das mães, mas um caminho deve ser bem estabelecido. Num tempo onde a moda está com conotação muito sensual, mais do que o comum, nada mal alertar sobre o que aquela roupa gera… qual efeito possui dentro da sociedade e principalmente qual impressão passa nas festas, shows e afins. Sem o tal do não pode sair e pronto!

Essa conversa aberta e franca não deve ter caráter de limitação. A ideia é resguardar um pouco essas meninas que ainda não possuem maturidade suficiente para entender coisas que podem lhes afetar profundamente agora e no futuro.

Uma boa orientação, na minha opinião, é começar a discussão a partir de filmes – sempre. O longa “Aos 13” ou mesmo “100 escovadas antes de ir dormir” (que veio de um livro com mesmo nome) são boas opções. Pedir ajuda a filha mais velha, pra dar uns toques em conversa franca, também pode ajudar. Melhor que fechar os olhos é encarar os fatos antes que os mesmos se transformem em problemas.

3 pensamentos em “Que roupa é essa menina?”

  1. Amanda, isso começa cedo, é só andar pelos shoppings e reparar como as meninas de 10, 12 anos se vestem. Usam saltinho, passam batom, vestem mini saias, leggings. São verdadeiras adultas em um corpo de criança.

    As mães permitem, ou não tem pulso para proibir.
    Acho ridículo criança com cara de adulto. Enfim…

    Depois os pais ficam indignados com pedofilia, esse crime tem dois lados, o da criança e o do doente.

    Bjs

  2. Amanda, vem num momento muito porpício esse post. E nao podemos esquecer de outro livro mais ou menos da mesma epoca de 100 que é hell… que é mais pesado ainda e com isso mais válido também.

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