Maternidade, puerpério e guarda-roupa: o que vestir?

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Quem pensa que os desafios do vestir ao gerar um bebê acabam com o nascimento da criança muito se engana. Após o parto, a nova mãe entra em uma diferente e complicada fase – a de um novo corpo (de novo), uma intensa alteração hormonal e, para complicar mais ainda, toda uma nova rotina. E da-lhe puerpério.

Novidades e mais novidades interferem diretamente no relacionamento com as roupas e com a imagem pessoal. Sabe o tal baby blues? É real. E para algumas mulheres não se ver produzida dia após dia (oi, tudo bem?) pode desencadear longas crises de chororô.

Nasce o bebê e nasce uma nova mulher. Talvez não tanto emocionalmente (já que leva um tempo até que tudo seja assimilado). Mas, quando a barrigona se vai, fica ali uma pancinha aliada à flacidez e outras coisas não tão maravilhosas, como dores e incômodos. Tá, não é só a cesárea que deixa os seus sinais. O parto normal, ainda que com uma recuperação muito mais simples, também deixa a mulher um tanto quanto esquisita. Esperado, não?

E aí, o que vestir?

Se você decidiu por receber visitas mil desde o primeiro dia, ainda na maternidade, não vai querer se apresentar de qualquer jeito. Ou, ainda, se você preferiu um tempo de introspecção, existe a questão da autoestima que tanto interfere nessa fase. O que fazer?

Foque no conforto, sempre!

O conforto é o grande aliado durante a gestação e continua essencial logo após o nascimento. Com a amamentação, as dores, e o corpo em mudança diária (enquanto se recupera) é interessante pensar em peças práticas.

Sabe aquela calça jeans, o vestido justinho ou o look com blazer que você tanto ama? Pois bem. Suas peças antigas podem até servir logo na primeira semana após o parto, mas você vai querer usar isso? Será?

Com isso, muitas peças da gravidez seguem úteis nesta fase. As calças com o cós de elástico, as camisas longas e larguinhas, assim como as roupas de moletom (bem charmosas), caem muito bem.

É interessante, ainda, separar um bom par de pijamas bonitinhos. Assim você consegue passar o dia com esse tipo de roupa, sem se sentir muito mal vestida. O modelo vai depender da sua preferência e, claro, da estação – sejam calças e camisas de manga longa, ou shorts levinhos e blusinhas frescas.

Praticidade, tá?

Outra dica é ter um calçado prático, no estilo chinelo, e aprender penteados legais (como coques e tranças) que ficam interessantes até nos dias nos quais o cabelo em si não ajuda muito. Manter as unhas arrumadas, entre uma mamada e outra, uma vez por semana, ajuda na manutenção de uma autoestima elevada. Esses e outros cuidados, que variam de acordo com o que você mais curte (para se sentir bem) deixam o puerpério ao menos um pouquinho mais leve.

No mais, cada chance de sair de casa é uma oportunidade para experimentar novas possibilidades. Seja uma visita ao pediatra ou uma consulta de retorno ao obstetra, tudo vira motivo para se produzir – se possível (e sem cobranças). A mulher recém-parida merece não apenas um auxílio com os cuidados com o bebê, mas também um tempo para se reencontrar e redescobrir.

Acabei de ter um bebê (oi, Francisco) e o blog está recheado de posts sobre o assunto. Além disso, estou compartilhando no meu Instagram (@CdEAmandaMedeiros) um pouco sobre a experiência. Me segue por lá!

 

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