O que a vida quer da gente é coragem

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Estamos sempre presos, amarrados, na nossa zona de conforto. São cordas invisíveis que nos deixam enjaulados na segurança de uma única situação, na sensação de bem estar, de fazer sempre o mesmo, de repetir comportamentos, de já saber o roteiro de cada passo e de cada movimento. Como numa dança com passos já perfeitamente ensaiados, começamos sempre no mesmo lugar para terminar, como sempre, com um mesmo resultado.

O que já nem comove mais, já nem toca, envolve ou desafia, também não emociona.

Não te transforma.

guimarães

É prático. Não há como negar que acabamos assim sem nem perceber… Vestindo as mesmas roupas, cozinhando os mesmos pratos, assistindo aos mesmos programas, permanecemos infelizes nos mesmos trabalhos.

Mas, quem se atenta aos sinais – aos trancos – recebe chances e oportunidades. Em cada susto, em cada queda, uma oportunidade para mudar, para fazer diferente, para escrever outra história.

O que a vida quer da gente é coragem

Se algo choca a calmaria, desinquieta o coração, é porque uma mudança está a caminho. Ao menos uma possibilidade. E isso pede por coragem.

Se o momento passa, tudo volta ao mesmo lugar. E a poeira baixa, a tempestade dá lugar ao sol e tudo pode voltar ao mesmo posicionamento de antes, se não nos agilizamos para fazer – e ser – a mudança tão essencial para crescermos em nossas vidas.

Se acomodados, estaremos sempre ali, no meio termo, aceitando o mais ou menos. O tal do “está ruim, mas está bom”, suga nosso potencial para felicidade.

Em cada buraco há uma chance para abraçar seus desafios.

Post publicado originalmente em 28 de agosto de 2014.

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