O básico não basta para que viajar seja um ótimo investimento

Viajar não basta: é preciso mergulhar no destino para, de fato, aproveitar ao máximo uma oportunidade de descobertas

Escolher um destino, planejar, fazer as malas e partir é um ciclo viciante, um ciclo de descobertas e encontros que abre os olhos e a mente para um novo mundo e para uma nova maneira de enxergar a vida.

Existem várias formas de viajar.

Muito além da viagem regrada, cercada de guias, orientações e regras previamente estabelecidas, há a viagem de total inserção no estilo de vida e nos costumes daquela população. A viagem completa, de sair pelas ruas caminhando como um local, frequentar dos estrelados aos mais simples restaurantes, dos cafés tradicionais aos bares de esquina, passear não apenas pelos pontos turísticos, mas pelo centro… tudo isso é revigorante.

Cruzar as ruas de metrô, sair por pontos desconhecidos, se deparar com rostos estranhos (que geram dúvidas e incitam a vontade de ir além) é o que de fato mostra como funciona um povo, como vivem, o que fazem e do que gostam.

A viagem de descoberta, que alimenta a curiosidade e serve como referência e inspiração, é aquela na qual você se liberta dos preconceitos e vai além dos destinos mais comuns; que seleciona a próxima parada pelo que atiça a sua curiosidade e não se fecha em lojas enquanto a vida lá fora – a cultura, propriamente dita – grita por atenção. Tal tipo de viagem não é para qualquer um, mas é para os que estão sempre prontos para sair de sua zona de conforto, abrir mão do conforto propriamente dito e da segurança de seus lares e, assim, amadurecer muito em apenas alguns poucos dias.

É por isso que não basta ir, não basta viajar: é preciso mergulhar, abrir os olhos e a alma para novas terras, de corpo e alma entregue ao desconhecido.

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