Nos Limites do Atrevimento

Quando alguém começa a me encarar numa loja, vou estudando as possibilidades. Na lista gigante, podem haver as seguintes variações: eu estudei com a pessoa, já fiz algum tipo de aula com esse alguém, conheço algum conhecido, é leitor do Conversinha, é conhecido de algum cliente, já assistiu alguma palestra ou workshop que ministrei, frequenta a mesma igreja que eu, gostou da minha cara, odiou minha roupa, está afim de mim. Quando essa pessoa começa a dedilhar cada linha de minha conversa com minhas amigas eu passo a ter a certeza de que essa pessoa é: sem educação, esqueceu seus limites, se excede e é curiosa.

Com isso, conselho de amiga. Por mais que a curiosidade seja latente e que a vontadezinha de ficar sabendo da vida alheia brote nos mais puros corações precisamos controlar nossos impulsos e se manter dentro dos nossos limites. Porque não há roupa bonita, carão maquiado, bolsa chique e cartão platinado que perdoem certos atrevimentos. Pra ser chique é preciso ser elegante; elegância carece de educação; uma pessoa educada jamais é inconveniente.

Nossos pets são curiosos, mas não são inconvenientes… néam?!

1 pensamento em “Nos Limites do Atrevimento”

  1. Certíssima Amanda. Como sempre você fala o que os outros não querem falar. Por isso sou sua fã. Ou melhor, cliente e fã.

    Ka.

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