Liberte-se, liberte-se para a vida

Devemos aprender a ser livres, para encontrar caminhos e carregar o peso de decisões

Já pensou em quantas vezes a gente deixa de fazer algo que gostaria só porque sente que isso não é pertinente ou adequado aos nossos costumes ou a tudo aquilo que aprendemos quando crianças?! São muitas as vezes. Para alguns, isso faz parte da vida, do dia-a-dia, que é construído com uma limitação constante que elimina boas chances de crescimento.

Somos acostumados, educados, a seguir as orientações transmitidas por nossos pais (e por vezes irmãos, tios, amigos). Passamos a levar em consideração muito do que os outros pensam. E deixamos de lado o que nosso sexto sentido nos indica como adequado. Carregamos o peso de ter que seguir a cartilha que nos foi aplicada. Porém, isso não precisa ser levado por toda a vida. Com o crescimento e com o amadurecimento começamos a perceber que fomos criados em um universo de erros e acertos. E que nunca é tarde para alinhar hábitos que foram estabelecidos como adequados, mesmo sendo totalmente falhos dentro do que é mais interessante para nós. Vale abrir mão de medos e receios e ir além.

Man is born free, and everywhere he is in chains

Nas palavras de Jean-Jacques Rousseau, “o homem nasce livre, mas vive agrilhoado por toda a parte”.

Ora, todos somos passíveis ao erro e, por tal razão, devemos entender que os outros também são. Talvez seja a hora de abrir mão do que foi parte de nossa formação e seguir o próprio instinto, em busca de um tipo de caminho ou história que traga mais felicidade. Já pensou que você pode estar muita mais certo quanto as suas decisões do que aquela pessoa na qual você insiste em confiar? Não deixe suas escolhas e suas decisões nas mãos de terceiros. Devemos aprender a avaliar possibilidades e seguir o que consideramos certo. Somos nós os autores de nossas próprias histórias. Lembra?! E somos nós os responsáveis por nossos sucessos ou insucessos. Devemos carregar esse peso, agarrar essa responsabilidade.

Não há nada melhor que ter as rédeas de seu próprio destino, assim como não há nada melhor que se libertar de medos que travam sua evolução. Viver é experimentar emoções, é se abrir para o que der e vier.

Texto publicado originalmente em 18 de dezembro de 2011

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