É tudo questão de planejamento

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Preparar-se para uma viagem é organizar o máximo aproveitamento dos dias e do tempo

Há uma grande diferença entre viagens de última hora e passeios realmente pensados, planejados. São meses de preparação, talvez mais tempo do que minha ansiedade aguenta, mas estou curtindo muito todo esse processo. Nisso acabei dando muito valor ao namoro da viagem e seus passeios. Por mais que se deixar levar pelo momento e pelos acontecimentos seja legal isso pode acabar fazendo com que seu tempo seja engolido por esperas e dúvidas enquanto a hora de voltar para o país de origem se aproxima. Ficar em hotel pensando e pensando não é nada legal.

Pesquisar com antecedência lugares para conhecer é ponto de partida. Lembre-se de manter-se próximo a realidade; não há como desvendar ao máximo uma cidade grande, rica, em 10 ou 15 dias, por isso vale o caráter de preferência ou urgência. Selecionar algumas coisas mais do que o tempo permite é boa ideia pois questões diversas podem estragar certos programas. Nisso você já consegue saber previamente, mesmo que por alto, quanto (em dinheiro e tempo) vai gastar em cada passeio. Hoje a internet conta tudo, de valores à horários, e é possível garantir ingressos ou entradas ainda em casa.

Nessa ideia de planejamento é legal deixar as coisas mais intensas para o início e as mais tranquila para o final, já caracterizado por certo cansaço. Intercalar caminhadas à pausas ou descansos ajuda a não queimar toda a animação logo de início.

Para as compras é legal fazer uma boa pesquisa de preços, buscando ver se é mesmo viável ou interessante realizar certas aquisições. A comparação de preços entre Brasil e país em questão pode, na conversão, te contar que a diferença não é lá tão grande quanto espalham por aí. Além disso, conhecendo os preços você já consegue saber quanto quer, pode e vai gastar com cada tipo de compra. Claro que ser super regrado com isso é um pouco difícil, mas evita dividas acumuladas na esteira do desembarque. Nada bom voltar lotado de coisas financeiras para resolver.

Coisas de turista, como guia turístico e mapas, são bem úteis (devo dizer). Bobagem é fingir que sabe se virar quando um outro país, ainda que conhecido, guarda mistérios e complicações. Quando a língua é um problema, no caso de culturas bem diferentes as nossas, um dicionário ajuda – ainda que no celular. Por fim não dar pinta de turista para evitar assaltos e voltas absurdas por taxistas nada legais. Se tudo der errado ao menos não foi por falta de preparo e fica a memória de uma viagem sonhada.

Este post foi editado de sua versão original, publicada em dezembro de 2010

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