Depois da maternidade…

Se durante a gestação a dificuldade da mulher está em encontrar roupas adequadas, que sirvam bem e sejam confortáveis, após o nascimento da criança o problema passa a ser outro – compreender a nova silhueta e adaptar a forma de vestir a essa outra realidade de mulher, profissional, esposa… e mãe. Em intensidades diferentes toda mulher se transforma após a gestação, sendo que parte de seu gosto e suas vontades se alteram a ponto de ser estabelecido um novo estilo ou forma de representação visual. Saber como lidar com esse momento, em meio a tantas tarefas e vontades, é ponto importante para manter a alta estima e não se perder. Se encontrar nesse contexto é essencial, mesmo sendo um momento em que o foco de todas vontades e sonhos passa a ser uma segunda pessoa plenamente dependente da nova mamãe.

Tentar voltar a usar todas as roupas antigas logo no primeiro momento após o parto pode ser motivo para choque ou desespero. É inegável. O corpo não aceitará da mesma maneira que antes todo o acervo pré-gestação, mesmo para aquelas que ganham um mínimo de peso. Curvas mais voluptuosas, linha de cintura alargada e outros pontos fazem com que seja preciso tempo e paciência para que o corpo seja remodelado. É claro que uma alimentação controlada e atividades físicas moderadas auxiliam muito nesse momento, mesmo se qualquer nova tarefa pareça impossível de ser praticada. É preciso tentar se acostumar desde cedo com essa nova realidade – principalmente para mães de primeira viagem. Se a vida muda plenamente há uma série de motivos para repensar horários, atividades e não se perder. São desafios diários, pequenas superação. É fato que uma mãe confiante, forte e com vida própria auxilia no desenvolvimento da criança; evitar comportamentos depressivos, pessimistas e tristes é primordial para a construção de um lar agradável e saudável para toda a família… dai a importância da alto-estima. Esse pensamento pode ser levado até mesmo para o momento da própria gestação, onde a vida intra-uterina acaba sendo afetada por um determinado clima negativo.

Enfim, cuidar de si e ter paciência no processo de recuperação da silhueta são pontos de redescobrimento. Não é um processo rápido, simples, mas se for algo praticado desde sempre tudo fica mais simples e menos estressante. São estes alguns pontos cruciais para se manter ativa e viva como mulher. No mais, ler as estrelinhas desvendando o que essa nova mulher, agora com outras facetas, precisa e espera de seu visual.

Alguma mamãe com experiências pra contar?! =)

Grávida sim, Largada não

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Para algumas mulheres a alegria profunda da gravidez vêm acompanhada da cruel dúvida sobre como ficará o guarda-roupa nos próximos nove meses e também depois deles, já que são poucos os corpos que voltam a forma num estalar de dedos. O problema da gestação não são apenas as transformações naturais na silhueta… a questão mais forte, quando se pensa em imagem, é o que vestir para ser uma grávida elegante e bacana, sem cair exclusivamente na casa das batinhas e leggings. Que é possível, teoricamente, todos sabemos, mas a pergunta chave é: como.

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É importante aliar conforto à feminilidade, com peças que tenham o seu estilo mas de forma menos pesada; além disso não há como esquecer a existência de uma barriga em pleno crescimento e querer continuar usando exatamente as mesmas peças que você antes usava. Pense em adaptação. Busque por peças que tenham modelagem ajustada na região do busto e um pouco/muito mais solta na região da barriga ou então trabalhe com o efeito inverso em peças soltas no busto e barriga e ajustadas logo próximo ao quadril; não pense em roupas acinturadas demais ou mesmo em peças como camisas ou vestidos chemise que não foram feitos para acolher um volume concentrado na região abdominal. A roupa precisa ser ampla, mas não largada.

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Nem só de roupas brancas, pálidas ou surradas se faz o guarda-roupa de uma gestante. É possível imprimir um visual moderno com estampas e peças de corte atual; além disso nessa hora a necessidade e o valor dos acessórios cresce muito e se fazem um ótimo investimento já que eles poderão ser usados também depois que a criança nascer. Ótimo isso, não?! Pense em sapatos, colares, anéis… todas aquelas coisas que qualquer mulher adora. Perfeitos para uma crise de consumismo!

Quanto as calças para fugir das leggings a melhor opção são mesmo as peças feitas para gestantes, que possuem ajustes na região da cintura – que podem ser ou de elástico ou mesmo de botão. Não precisa exagerar e comprar várias, mesmo que você queira engravidar outras muitas vezes; exagero para gestante é algo que deve ser evitado pois as roupas são descartáveis! Elas relaxam, estragam e não ficam bacanas por muito tempo. E quanto você engravidar outra vez haverá a chance enorme de você querer roupas novas. Mas nem só essas calças ‘especiais’ funcionam; muitas vezes há como manter suas mesmas peças de alfaiataria em uso, mas isso é questão bem particular e vai depender muito do quanto cada corpo muda e de como ele muda (já vi gestantes crescerem só na barriga, ou na barriga e busto, ou mesmo barriga e pernas… ou em tudo (!) depende muito da estrutura corporal de cada um).

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Amplie seus horizontes e pense em shorts, que são super fresquinhos; tenha em mente coletes que ‘protegem’ a barriga, se forma moderna; imagine blusas e vestidos trespassados. Nada de muito do mesmo. Trata-se de uma fase de mudança? Sim! Mas já é um bom momento para que a mulher se veja como mãe/mulher e não somente como mãe. Sua feminilidade e sensualidade devem estar presentes em graus compatíveis a sua personalidade e ao seu momento.

As imagens todas são da Zazou que faz moda gestante super bacana e vende online! As roupas são femininas e ainda assim super boas de usar nessa fase de tantos acontecimento.