Mulheres de Pernas Grossas

A maior parte da mulherada brasileira possui pernas grossas, coxas grossas, e o que para umas é uma benção para outras é razão de dor de cabeça. Não são todas as roupas que caem bem e encontrar um comprimento adequado se faz um grande desafio em determinados casos. Difícil acertar a mão no caminho entre a sensualidade e a feminilidade, mas mais complicado ainda é tentar esconder o que nasceu para ser notado. O melhor é adaptar seu guarda-roupa a essa característica de seu corpo, sem querer mostrar ou esconder demais as coxas que pedem atenção.

Boas ideias para mulheres de coxas grossas.


Apostar em formas levemente abertas, de comprimento mediano ou longo, se faz a receita de sucesso. Todas as peças estão permitidas, desde os shorts às saias, calças ou macacões, mas é preciso olhar atentamente a modelagem que não deve apertar demais e nem amassar as coxas. Porque existem dois tipo de mulheres de pernas grossas: aquelas com pernas saradas, malhadas, e as de pernas cheinhas e rechonchudas sendo que no primeiro caso uma imagem popozuda é fácil de ser adquirida, já no outro o perigo está em parecer gordinha apenas por ter pernas voluptuosas – o que em muitos casos, não procede.

Se por um lado essa característica da silhueta pede cuidados, por outro ela é facilmente feminina e desejada pelos marmanjos; por isso nada de querer esconder-se com uma burca ou um saião. Há um limite do bom senso que brinca muito com o esconder e mostrar.

Shorts com barra soltinha e larguinha, modelagem aberta no estilo evasê, linhas amplas, vestidos ou saias larguinhas de comprimento um pouco mais curto, calça pantalona, joelhos a mostra… o que se vê é que para balancear o peso visual essas peças inferiores amplas devem ser aliadas à partes superiores justinhas, prontas a harmonizar o peso da silhueta.

E se a peça superior é mais justinha, e a de baixo um pouco mais ampla, se faz urgente que os calçados sejam de peso mediano, nem pesadíssimos e nem super delicados para que haja um nexo entre todo o conjunto. No caso de vestidos trabalhe com aqueles que acompanham as curvas do corpo, sendo ajustados em cima e mais soltinhos, ou literalmente abertos, em baixo.


Ideias não tão boas para mulheres de coxas grossas.

Shorts com elástico na barra, calças legging, mini saia justinha, calça curta agarrada, saia ou vestido de corte balonê acabam por engrossar ainda mais as pernas, atraindo todos olhares à esse ponto da silhueta que acaba pesando o visual e acrescentando muito volume a imagem. O jogo precisa ser contrário; já que como as coxas são naturalmente atrativas elas já chamam olhares e se faz necessário jogar um pouco de atenção para um ponto alto do corpo e, enfim, alongar bastante a imagem.

Complementar os modelitos acima com botas de cano longo ou mesmo com sandálias delicadíssimas de tiras finas e salto agulha pode engrossar absurdamente as coxas de uma mulher de pernas grossas, fazendo com que um ponto sexy vire alvo de olhares tortos.

Em contrapartida vemos que os exemplos que não caem bem para as mulheres ‘brasileiras’ são perfeitos para aquelas de pernas delicadas e finas, que buscam dar uma engrossada instantânea às pernocas.

Nesse jogo de disfarçar, mostrar, esconder e mostrar cada tipo de corpo pede por certas adaptações já que o que vale, de fato, é o conjunto. Para tal observe-se no espelho e veja o que lhe deixa mais confortável, feliz e confiante. Porque, de forma geral, trabalhamos com adaptações e cada silhueta clama por inúmeras análises para que seja delineado um visual que faça jus a todo seu potencial.

Vestida para Malhar

Exercícios físicos são importantes não apenas para o culto à forma, mas também pelo bem que fazem a mente. Correr, nadar, caminhar, pular, dançar, pedalar, puxar peso… são tantas as possibilidades que se faz impossível alimentar a desculpa de que não há nada que lhe interesse. Existem opções para as mais diversas mulheres, com os mais variados orçamentos e disponibilidade de tempo então deixe de lado a preguiça e se entenda com sua saúde (física e mental). 


Assim como existem inúmeras variações nas modalidades, das mais agitadas às mais relaxantes, existe também uma gama ampla de vestimentas onde certos modelos e ajustes se adaptam melhor a determinadas funções.
  • Para caminhadas ou corridas busque, sempre, calças ou shorts ajustados para evitar a fricção entre as coxas, o que realmente incomoda muito; na parte de cima, tops ajustados aliados a blusas mais soltinhas que não fiquem subindo com o movimento.
  • Para aulas de spinning vale apostar em calças/shorts sobrepostos a shorts larguinhos que não marcam o bumbum e escondem o cofrindo; na parte de cima, blusas mais ajustadas que não fiquem caindo no sobe e desce do exercício.
  • Aulas de jump, box, step ou outros exercícios dançantes pedem por tops extremamente resistentes que lhe dêem conforto, assim como roupas bem fresquinhas já que as temperaturas tendem a subir e muito.
  • Musculação e roupas apertadas demais não combinam, já que a peça tende a subir/descer; o mesmo acontece com as roupas largas demais que prendem o movimento e podem até agarrar nos aparelhos.
  • Aulas de alongamento, pilates e yoga são perfeitas para as malhas amplas e relaxantes que se misturam ao clima da atividade; vale ainda apostar nos modelos decotados que dão amplitude às movimentações.
No mais, vá descobrindo as suas necessidades com o tempo e por isso não compre uma grande quantia de roupas de ginástica de uma só vez  – a não ser que você já que conheça perfeitamente, e saiba ao certo o que lhe deixa bem durante a prática de exercícios físicos; aposte sempre em calcinhas de cor semelhante ao da calça, para não ficar com o bumbum marcado, e atente-se sempre as costuras que podem ir se soltando com o tempo. Limpeza e higiene são quesitos primordiais, hein?! Mas não custa lembrar. E não caia na bobagem de acreditar que um sutiã cumpre a função de um bom top porque é bem provável que você se veja literalmente desamparada em pelo salão de ginástica.

Não dá pra fugir. É ótima a sensação pós ginástica e é algo apaixonante… basta que você descubra o que mais combina com você.

Direto no Pulso

São muitas as boas razões pra investir em relógios. Peça antes super essencial nos braços de homens e mulheres atarefados o relógio perdeu muita força devido a disseminação dos celulares… se antes não conseguiamos ficar sem conferir as horas no pulso hoje tiramos o celular do bolso/bolsa e pronto, tudo feito – com a vantagem de calendários, previsão do tempo, agenda e todas aquelas coisas que esse antigo acessório nunca pôde ofertar… Só que o charme de um relógio de pulso está em sua história e não apenas na sua super útil função.


Relógios falam muito sobre o estilo de uma pessoa, sendo que serve não apenas como item de grande utilidade. Trata-se de um tradutor de personalidade, que revela (as vezes) mais do que as próprias roupas. Lembramos de trocar ou optar por ternos e vestidos adequados às situações… mas muitas vezes os relógios passam despercebidos nesse processo. Por que?! Porque eles acabam como uma extensão do corpo, assim como acontecem com os óculos de grau e com as alianças de casamento. Não é exagero.

Hoje em dia relógios são vítimas de modinhas, assim como acontecem com bolsas, sapatos e afins… mas há também uma extensa gama que responde às necessidades das mais diferentes personalidades. Existem os de tendência, mega badalados, que recebem homenagens mil em forma de cópias que acabam por se alastrar entre os mais variados pulsos enlouquecidos por modismos; existem os famosos de plástico, divertidos, que instigam a vontade de colecionar e o desejo de brincar até mesmo na hora de consultar as horas; existem os clássicos, atemporais, que com suas pulseiras de couro remetem à serenidade e sobriedade daqueles que levam a vida a sério; nos esportivos o desejo pela praticidade, que reúne culto ao corpo e conforto em materiais fáceis e simples de cuidar.

Não importa quem você é, como você é e quais suas ambições… um bom relógio, pertinente à sua rotina, é peça chave não apenas no seu guarda-roupa mas também na sua vida. Porque um celular é ótimo, claro, mas nada melhor que ter direto no pulso uma boa razão para se lembrar dos horários, dos compromissos, dos prazos que hoje, pela extrema correria do dia-a-dia, muitas vezes esquecemos de cumprir. Clássicos, são e sempre serão clássicos… até mesmo em seus modelos não tão atemporais.

Interpretando Composições


Compor, combinar, misturar peças parece ser o maior desafio de toda mulher. É mesmo difícil traçar formas pouco óbvias de se misturar roupas de seu guarda-roupa, sem cair no exagero ou sem ficar básica demais. Mas tudo fica mais fácil quando pensamos nas coordenações de forma mais prática e realista. Imagine um jogo – com metas, objetivos e muita diversão como resultado.

Tenha em mente: estrutura da composição, peça chave e ponto focal. Complicou?! Que nada. A estrutura da composição é o número de peças que compõem o look em questão; a peça chave é aquela que reina e atrai todos os olhares; ponto focal é o local de sua silhueta que será evidenciado no resultado final. Simples assim. Mas… não entendeu nada?! Calma lá.

Como já dissemos antes, aqui no Conversinha, todo corpo e toda mulher possui ponto fortes e pontos fracos em sua silhueta. Descobrir quais são se faz primordial para se vestir bem e são esses que devem ser a grande estrela do ponto focal. Para acertar cheio nisso é preciso jogar com roupas ou acessórios que levem toda a atenção para essa região – seja ela colo, braços, pernas, quadril… e não se tratam de regras já que hoje você pode querer valorizar o rosto e amanha os pés! Tudo muda tão rapidamente, não?!
Continuando. Em todo visual sempre vai haver uma peça chave; ela pode ser um vestido, um anel, uma blusa ou o calçado. Não resuma esse atrativo do look a uma roupa já que muitas vezes acessórios atuam como personagens principais de composição! Mas para tal as demais peças precisam dar espaço e deixar aberto esse lugar onde as luzes de foco jogarão olhares – não dá pra desejar que tudo seja super revolucionário numa só combinação. E é fato que geralmente a peça chave será a grande responsável pelo ponto focal da combinação por você estruturada… porque se você coloca uma saia super estampadona você sabe que ela vai chamar muito mais atenção do que a blusinha branca t-shirt que todo mundo têm igual.

Equilíbrio. Se uma pulga atrás da orelha te diz que você exagerou é porque, talvez, algo ali está mesmo fora do lugar… muitas vezes um detalhe mínimo polui o que poderia estar perfeito.

Estruturar uma composição de maneira coerente é algo que depende do seu astral. Uma peça única pode ser mais simples de usar, mas pede por acessórios e complementos adequados para que o visual não toque na simplicidade extrema; misturar duas peças é básico e aprendemos isso de forma quase que automática, só que nem toda peça combina com outra qualquer… muitas vezes combina com a moça da revista, mas não fica bem em gente como a gente; e fazer um mix de três ou mais peças é lindo sim e fica maravilhoso quando funciona… só que não é só jogar e realizar sobreposições loucas… você precisa medir qual o peso visual daquilo ali pra que você não trabalhe com um foco errado que pode deformar sua bela silhueta.

Simplicidade + simplicidade é chique, clean, elegante… mas só fica assim se as peças possuem corte ótimo em tecidos melhores ainda! Sobreposições são bacanas, atuais e despojadas no entanto as cores precisam conversar, assim como texturas e possíveis padronagens. Bom. Todas essas palavras servem para dar duas dicas finais: sempre, sempre, trabalhe com um espelho companheiro e nunca fique presa às soluções mais simples pois nelas podem estar chances gritantes de erro. Será melhor, talvez, se equivocar por ter tentado à ser mais uma no meio da multidão… e se você se produziu toda e não gostou, paciência… acontece. Sinta-se orgulhosa por ter coragem para sair da tediosa zona de conforto. E é como uma escola… erramos, acertamos e aprendemos muito nesse jogo de composições.

Quente x Frio

Existem vários tipos de mulheres, inúmeras peles, tons e cores que se contrastam melhor ou pior com determinadas pessoas. Mas há algo que não se pode discutir – existem mulheres de pele quente e mulheres de pele fria.

Descobrir qual a intensidade de sua pele é algo super importante para a estruturação de uma imagem coesa e vibrante, afinal a cor certa é um dos fatores mais fortes no delineamento de um conjunto proveitoso.

Através de uma sucessão de perguntas e análises é possível descobrir qual a tonalidade de sua pele. É como se fosse um teste, meio genérico devo dizer, mas que no geral funciona. Antes de tudo tenha perto de você um bom espelho, num local com o máximo possível de iluminação natural – afinal, a luz artificial pode adulterar o resultado… luzes amareladas, por exemplo, nos deixam amareladas… já as brancas demais deixam nossa pele mais pra fria e brilhante. Coisas assim.
  • Qual a cor das veias de seu corpo?! Azuladas (a), Esverdeadas (b)
  • Qual a cor de sua pele?! Rosada (a), Dourada (b)
  • Entre branco e bege, qual cor mais valoriza seu rosto?! Branco (a), Bege (b)
  • Entre prata ou dourado, qual cor mais ilumina seu rosto?! Prata (a), Dourado (b)
  • Entre tons terra e tons rosados, quais lhe valorizam mais?! Rosados (a), Terra (b)

Entre os tons pastel existem os quentes e os frios.
Coloque na casa dos quentes os mais alaranjados e amarelos.
Entre os frios estão os azulados, verdes e rosas.

Bom, quem obteve mais respostas A pode dizer que sua pele é fria. Quem obteve mais respostas B, deve saber que sua pele é quente. E como isso influencia na questão dos nudes e tons pastel?! Novamente de forma genérica pode-se dizer que pessoas de pele fria ficam melhor com os nudes de tom acinzentado, nos quais o fundo tende mais aos azulados, cinzas, rosas ou afins; quem possui pele quente deve investir mais nos tons de fundo amarelado, pensando nas cores de fundo bege, creme ou marrom. Porque no geral o que se vê é que é preciso seguir a intensidade da sua pele na hora de se vestir, respeitando as limitações e indicações de sua imagem. E isso não vale apenas para os nudes… aplique essa mesma linha de pensamento ao escolher as cores no geral! Todo mundo pode usar vermelho… no entanto cada tipo de pele pede um tom característico da cor; da mesma forma que há um azul que favorece cada pele, sendo preciso descobrir qual a força ou intensidade desse azul.

Exemplos de tom nude que são mais friozinhos.
Perceba os cinzas, off-white, rosinhas…

Pelo que vimos nas passarelas da SPFW e do Fashion Rio pode-se dizer que haverão tons pastel e nudes para todos os tipos de mulheres, já que num mesmo desfile pudemos encontrar cores mais acinzentadas convivendo tranquilamente com outras mais ligadas aos beges. Mas será obrigatória focar somente e apenas em tons quentes ou frios?! Então, acredito que não. O importante em toda essa história é fazer com que a cor, ou as cores, predominantes de seu look sigam as indicações da análise de sua pele. Você pode muito bem salpicar um pouco de cada cor numa mesma composição, contando que a dominante esteja de acordo com aquela intensidade, fria ou quente, que mais está de acordo com você.

Exemplos de nude que são quentes.
Sempre ligados aos beges e marrons, com fundo amarelado.

Quem quer uma silhueta mais longa e magra pode e deve brincar tranquilamente com os jogos de ton sur ton, que forçam uma falsa linha vertical alongada e muito elegante. Pra quem quer aumentar ou acrescentar volumes em certas partes do corpo, chamando o foco dos olhares para um determinado ponto, pode brincar com os nudes fazendo deles neutros que dão espaço para que estampas ou mesmo cores super vibrantes brilhem no visual.

A ideia do post era analisar os rostos das famosas, mas achei impossível porque cada foto me dizia uma coisa… isso de luz, reflexos, fotos feitas, retoques e maquiagem interfere muito! Então, pra não falar o que não posso comprovar, achei melhor relevar.