Como ter um visual profissional impactante, sem exageros

Por muito tempo, a dica para acertar no visual profissional era: vista-se para o trabalho que você quer ter. Porém, as coisas já não funcionam mais assim.

Você deve se vestir para o seu trabalho de hoje. E, com equilíbrio, salpicar elementos que remetam à sua personalidade e aos seus anseios futuros.

Falo sobre revelar algo a respeito de você, mas com honestidade.

As roupas que usamos podem sim impactar positivamente aqueles que estão ao nosso redor. Só que isso é algo que vem com o dia a dia. Um trabalho constante. Por isso é essencial ter coerência

Dia após dia

Sabe a questão da marca registrada? É disso que estou falando. Mais do que uma imagem superficial, você não deve se vestir de maneira meramente superficial. Isso não traz nenhum efeito positivo. Pelo contrário. Transmite a ideia de insegurança.

É questão de se vestir com alma. E não de se enfeitar para o trabalho dos sonhos. E assim agregar firmeza e credibilidade a sua imagem profissional.

De nada adianta, por exemplo, caprichar na imagem um dia e no outro vestir a primeira coisa que encontra no guarda-roupa. Isso só reforça a ideia de que o seu visual profissional é falso.

E é aqui que está. A ideia é passar a sensação de algo autêntico. Que vêm da sua essência.

Feminino e profissional, por que não?

Se antes as mulheres precisavam recorrer ao guarda-roupa dos homens para encontrar elementos que transmitissem sensação de credibilidade, hoje isso não é mais necessário. No guarda-roupa feminino já existem inúmeras possibilidades para tal.

A ideia ultrapassada do visual com pegada masculino para passar sensação de autoridade e competência caiu por terra.

Existe a alfaiataria que respeita as curvas femininas. Existem tecidos, com elastano na composição, que permitem cortes mais ajustados.

É até possível colocar elementos de feminilidade e delicadeza no visual. Sabe? Se isso fizer parte do seu estilo…

De toda forma, tudo deve ser feito com equilíbrio.

Imagens extremamente femininas, românticas ou delicadas transmitem a sensação de alguém que precisar ser cuidado. Assim como uma pegada sensual passa a imagem de alguém que quer conquistar o seu lugar por seu atributos físicos, e não tanto pelas capacidades.

Entra aí a importância de se conhecer e de saber o que você pode comunicar de bom.

Sua personalidade profissional é o que vai ditar suas escolhas.

Você é mais incisiva? É flexível? É aberta ao novo? O que você quer contar com a sua imagem? Pense no que é importante pra você. E não no que chama a sua atenção no visual da colega, sabe? Ela é outra pessoa. E se o visual dela funciona e impacta positivamente é porque é sincero e verdadeiro.

Pense em como você é vista. E como quer ser vista.

Outro ponto importante é: preste atenção aos detalhes.

A roupa pode ser básica, simples, até previsível. Mas, como você adorna? O que você usa como acessório? Pode ser um blazer tradicional de três botões, mas em tecido diferenciado. Ou então uma calça risca de giz, combinada a um sapato com estampa de oncinha. Ou mesmo uma camisa de seda que você usa com um lenço.

Acredite no potencial da sua personalidade. Aquilo que conta sobre quem você é.

Características como criatividade, por exemplo, são interessantes em quase qualquer ambiente profissional. Ainda mais nos dias de hoje.

De olho nos códigos profissionais

Pense nos códigos do seu ambiente profissional. Cada profissão tem os seus. É obrigatório, ou recomendado, o uso do branco? Ou é essencial calçados confortáveis? O que a sua rotina de trabalho pede, por um motivo prático ou social?

Hoje a moda oferece uma ampla gama de possibilidades para a mulher que quer construir um visual marcante e profissional, sem precisar se fantasiar.

A roupa nunca vai fazer de você mais capaz, melhor, ou mais inteligente. Mas, vai te dar confiança para que você demonstre e apresente melhor seu know-how. Seu conhecimento e suas aptidões.

Anotou? Conheça os códigos da sua profissão, salpique, na sua imagem, elementos da sua personalidade e do seu estilo; e vista-se com constância e coerência.

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Os segredos da sensualidade

A sensualidade por vezes é própria de uma pessoa. Mas, as roupas desempenham um importante papel na construção de um visual sedutor. Com isso, toda e qualquer mulher pode se sentir provocante com as escolhas certas.

O sexy, nas vestimentas, muda a nossa linguagem corporal. Afeta, diretamente, nossa maneira de nos comunicar com o mundo.

É um efeito que surge de fora para dentro.

A roupa que estimula

Pode ser que, quando mal utilizado, o visual sensual gere desconforto e insegurança. É o caso de meninas que tentam se sentir mais maduras e provocantes com calçados de salto alto, ou com decotes profundos, e acabam ficando sem lugar, sem graça e sem charme.

Falo daquele caminhar incerto, ou do incômodo com o corpo revelado.

Ou, pode ser, que a menina séria e tímida se sinta um furação com uma transparência velada, um calçado de bico fino, e um cabelo em rabo de cavalo.

Sensualidade é questão de sutileza. De provocar e excitar.

São muitos os elementos que evocam ao sexy. Muito além do decotão exagerado. Da saia mini. Do vestido tubinho e justíssimo. Estes, aliás, são exemplos de sensualidade clichê. Que não impacta da maneira que pode ser.

Sexy, sem ser vulgar

O sexy, quando utilizado com sabedoria, passa longe do vulgar. É mais uma questão de provocação. De gerar desejo. De atiçar a curiosidade. De convidar o outro a se demorar na observação, e vagar os olhos por um corpo estrategicamente coberto – ou revelado.

São linhas, texturas, recortes, formas que instigam a imaginação.

Seduzir é um jogo. E, assim como diz Toby Fischer-Mirkin, em O Código do Vestir, “o mais sexy é o misterioso e o oculto”.

Ao pensar assim, o que chama atenção não é o que já foi revelado. É o que está, em partes, escondido. É o que gera dúvida e excitação.

“A mensagem expressa na moda sedutora deve ser sussurrada e não gritada. Qualquer roupa que exiba o corpo muito obviamente perde sua atração, – porque quando se perde o mistério, também se perde o interesse”, completa  Toby Fischer-Mirkin

O guia definitivo para o look sexy

Mais importante que apostar nas peças sensuais da temporada, é conhecer o próprio corpo e saber o que – e como – valorizar. Cada mulher tem seus atributos, a parte que considera mais envolvente ou sensual. Daí, o importante é destacar essa parte em questão para gerar confiança e provocação.

Erra quem pensa que apenas o bumbum e os seios são sensuais. Pernas, colo, braços, costas, pescoço e linha de cintura são apenas algumas das outras porções da silhueta feminina que provocam desejo. A sensualidade feminina não precisa ser óbvia.

Imagine setas invisíveis. Direcionamentos. As coxas, por exemplo, quando mostradas em uma peça com fenda, ou um tecido fluido, que brinca de revelar e esconder as pernas, remete ao que há mais para o alto, quando o olhar do expectador segue a linha vertical. Da mesma maneira, um longo decote nas costas serve quase que como uma seta para o bumbum.

Um corpo que quase se revela

As linhas das roupas podem criar trajetos visuais para o olhar de quem você deseja atrair – ainda que seja um personagem desconhecido. Linhas angulares e assimétricas conseguem produzir tal efeito muito bem! Um decote, ainda que modesto, em V, com o colo a mostra, brinca que é possível ver um pouco mais, se puxar a peça para baixo. Sabe? É o perigo. O risco existente em mexer um pouco na roupa. A expectativa de que a roupa saia do lugar… de que algo aconteça. Mas, não acontece.

Os seios são, definitivamente, o ponto de maior sensualidade do corpo feminino. Mas, não precisam ser exibidos por completo para atrair olhares.

Aliás, quando muito (ou tudo) é revelado, sem mistério, a graça se vai. Já está ali exposto. Cria-se a ideia de que foi fácil, então não há muito mais para ver.

O decote pode mostrar apenas as curvas dos seios. Ou, mesmo, um tecido que de tão fino revela os desenhos das curvas.

Entre as mensagens ocultas da moda, pode-se haver a sensação de que a mulher que mostra todo o corpo, sem mistério, considera sua própria silhueta o seu maior atributo! E, assim pode ser, tudo bem. Há méritos. Mas, para quem não quer ser assim interpretado – o mesmo para os homens – equilibrar as mensagens pode ser interessante.

Pura atração

Entre o corpo velado e o corpo exposto, há um jogo de provocação e intimidação, que desencadeia na sedução e na tentação.

Cada parte do nosso corpo seduz de uma maneira diferente. Ao mostrar os seios, há a sensação de poder feminino, em uma parte do corpo que alimenta e conforta. Já o bumbum, também traz consigo o poder, de um ponto que remete à fertilidade, procriação e, claro, ao sexo.

Braços, costas e ombros nus trazer consigo a ideia da força, que para alguns homens pode ser intimidador. Aí está que a forma de exibir, entre um corpo frágil e um corpo sarado, muda os seus devidos efeitos.

O rabo de cavalo carrega consigo a ideia de um símbolo fálico, o sexo e a ousadia. Já nos lábios em vermelho intenso, a sensação de que algo é perigoso e arriscado, como o sangue.

Mensagens ocultas

Igualmente importante como o jogo de mostrar e exibir, está o uso de tecidos e acessórios! Nos elementos com pontas, em couro, verniz, 5vinil, ou outras texturas que remetem ao fetiche, a ideia de que está permitido se envolver. É o perigo que atiça a curiosidade.

E na renda, no tule, nas transparências de maneira geral, o chamado a admirar a lingerie, o convite ao que está por debaixo da roupa.

Muito além do óbvio, do decote exagerado, do vestido colado, do corpo meramente nu, está a moda com suas possibilidades. As roupas com suas mensagens ocultas.

Para seduzir

Tecidos

Os que remetem à certos tipos de fetiche, como couro e vinil, e os que lembram peças de lingerie, como renda e tule. A seda, maleável, brinca de mostrar as curvas, sem revelar. Já os com elastano (lycra), entre outros tecidos colantes, exibem as curvas.

Acessórios

Peças e calçados com pontas lembram do que é perigoso. Já as franjas, a meia-calça e os cintos grossos, e apertados, estão carregados de sensualidade. As correntes e as botas remetem a praticas fetichistas.

Detalhes

O zíper mostra algo que pode ser alcançado, bastando um único movimento. Os ombros e colo a mostra destacam a nuca, um local do corpo importante na sedução. Recortes na linha de cintura, ou quadril, revelam pouco, mas em pontos com muito significado. Pés a mostra, em sapatos de tiras finas, além de gargantilhas grossas também carregam alto tom de sensualidade.

Sempre sexy

Fendas, decotes profundos em V, costas a mostra, decote de um ombro só, decote ombro a ombro, comprimento mini, saia lápis, transparência, lingerie a mostra, cintura alta, recortes, cabelo em coque soltinho, unhas longas.

Seja como for, o importante no vestir para seduzir é a confiança e a certeza de sentir o poder e a força que as roupas certas, utilizadas da maneira certa, podem trazer. 

Confira mais

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O clichê da brasileira sensual

Toda mulher já escutou por aí que o visual da brasileira é sempre sensual. Ou que a brasileira é sexy! A afirmativa é base para o mercado publicitário e para muitas marcas que se inspiram em tal referência para elaborar suas coleções e encher suas criações de algo que vai além do sensual: o vulgar.

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Que temos a pele a mostra, o decote, o comprimento encurtado, entre outros, como uma referência é verdade. Mas, não é uma obrigação feminina nacional… As características são comuns à muitas mulheres que vivem em um país tropical. São saídas para, muitas vezes, suportar o calor! O que surge, também, com tecidos mais delicados, cores claras, entre outros.

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A sensualidade pode aparecer no dia a dia em roupas que marcam, sutilmente, as curvas da silhueta

Generalizações desagradáveis

Sim! A sensualidade é uma característica da brasileira. Só que o fator sexy não resume todas as mulheres do país. E, claro, nem toda mulher precisa ser assim apenas pela nacionalidade. Generalizações são tão desagradáveis… por mais que a moda goste delas.

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A transparência é sensual, assim como o comprimento mini ou a linha de busto em destaque

Entre possibilidades

Muitas vezes, envolvidas pelo gosto à sensualidade (a qual crescemos aprendendo a admirar), nos perdemos na busca por dosar como aplicar cada possibilidade. E o resultado é a massificação de acordo com a época. Seja no vestido bandage combinado a salto alto e cabelo liso, ou o longo com telinha transparente, usado com bolsas de mão. Sendo que são muitas as formas de ser sexy.

São inúmeras as possibilidades para a mulher que quer valorizar o seu corpo e potencializar a sua sensualidade. E é possível ser sexy sem ser vulgar!! E como!

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Ser sexy também é questão de atitude! Pode surgir de dentro para fora, com muita confiança e personalidade

Mesmo assim, existem outras tantas mulheres que estão mais interessadas em outros estilos e se encontram em formas de vestir que não apostam no mostrar o corpo. Para tantas, o decote, a fenda, a perna de fora, tudo isso desagrada, e independe de se sentir bem com a silhueta ou de fatores relativos a autoestima, é uma questão de personalidade. Acontece que tudo bem!

Seria mais um clichê como a ideia de achar que toda francesa é elegante, ou toda mexicana usa roupas floridas – nem toda brasileira, por regra, quer se sentir sexy.

As roupas devem vestir pessoas diversas, de maneiras diferentes, suprindo suas variações e necessidades! Ou seja, ser uma mulher brasileira não significa ser uma mulher que tem uma imagem sensual… Ou que precisa ir pelo caminho mais fácil, no look produzido para a conquista na temporada, apenas para pertencer. Vale pensar nas possibilidades dentro do que é ser sensual, ou querer se sentir sexy, e explorar com ousadia opções além do beaba.

Anna Wintour avisa: “ninguém precisa de outra bolsa”

A toda poderosa da Vogue America, Anna Wintour – aquela representada em O Diabo Veste Prada e a mulher que tem como crush o tenista Roger Federer adoro! – apareceu com boas novidades. 

Não é que a controversa Vogue (para nós amantes da moda real) parece estar aceitando que modelos esqueléticas, fórmulas e tendências quadradinhas, impostas, já não funcionam mais?

Mas, não é só isso.

Parece que a onda vida real / proximidade que tanto seduz em vlogs publicados no YouTube e postagens em redes sociais como o Instagram chegou também às passarelas e, claro, à moda. E em balanço gravado para a publicação, Anna Wintour avalia o cenário.

Ou você pensou que essa indústria tão forte simplesmente aceitaria ficar em segundo plano, enquanto influenciadores ditam tendências e vendem muito? Ou achou que as revistas de moda fechariam suas portas, assim, fácil? Claro que não.

Questão de representatividade

Após cobrir algumas centenas de desfiles para a temporada, a Vogue aponta que diversidade, nas passarelas, agora é uma realidade. E que o que se viu foram identidades diversas (em suas mais variadas etnias, idades e tipos de corpos), representadas.

É tudo sobre conexão.

É, também, sobre ter na moda um respiro. Para 2018, a tendência são roupas que façam sorrir e que sejam divertidas… Um antitodo ao que vem da realidade e seus tempos difíceis. Mais do que a calça de cintura baixa, a transparência o jeans, ou os tons pastel.

Significa algo

“Ninguém precisa de outra bolsa, ou outro casaco…”, afirma Anna Wintour. Mas, o que quer a Vogue e sua editora com essa afirmação? O que esperar? Não estaria a revista apenas querendo pegar carona em algo que já vem há tempos sendo discutido? Pode ser que sim, mas isso é importante. E é grande.

Pensando no quanto as revistas femininas influenciam o comportamento de mulheres – principalmente as jovens meninas – essa afirmativa, assim como outras, ajuda a desconstruir uma série de pensamentos problemáticos que desencadeiam em relacionamentos tóxicos com o guarda-roupa e com a imagem.

Sim! É bom quando há um novo discurso, ainda que ele possa não ser 100% natural. Asim como faz bem ver a moda ser desfilada por mulheres reais.

É bom ter na moda uma forma de expressão pessoal. Afinal, roupas são complementos da nossa personalidade. Roupas são parte do que somos. E já não era hora da maior publicação de moda existente na atualidade aceitar isso e reforçar o discurso.

Novos tempos.

Inspire-se com referências de estilo na maturidade

Esqueça as tendências, coloque em segundo plano as listas de “tem que ter” e abandone o visual massificado. As mulheres maduras, acima dos 40 anos, surgem como uma grande inspiração para quem busca um visual coeso, marcante e cheio de personalidade.  

A publicidade e o mercado da moda insistem em focar em jovens garotas, nos seus vinte e poucos anos, ao produzir suas campanhas. No entanto, a efetiva referência – para nós, mulheres reais – pode estar em outro nicho.

E é aí que tudo fica mais mais fácil e palpável!

São mulheres fortes e independentes em sua maneira de vestir que mostram que a experiência e a confiança são caminhos certeiros para uma imagem altamente envolvente.

Eternas possibilidades

Nada como conhecer seu corpo, seus pontos fortes e ter domínio das suas escolhas. Combinações por vezes simples alcançam outro nível ao serem levadas para o dia a dia. É o caso da ex-modelo e atriz Lauren Hutton, que no auge dos seus 73 anos, por exemplo, modelou para uma campanha de lingerie da Calvin Klein. Tá bom pra você?

A também modelo Carmen dell’Orefice, aos 86 anos, explora cortes dramáticos, além de estampas e texturas cheias de glamour. Com um estilo um pouco mais suntuoso, aposta em referências atemporais – como as pérolas e as peças de seda, para deixar sua marca.

E quem ama uma confortável peça jeans, e tem uma identidade visual mais do que coesa, é a ex-modelo Linda Wright. Aos 69 anos ela aposta em uma identidade visual um pouco mais casual. E mistura peças básicas com clássicos da alfaiataria. Como resultado, um estilo descomplicado mas encantador.

Outra inspiração é Franca Sozzani, editora de moda que faleceu aos 66 anos, mas deixou um legado de elegância e bom gosto.

Sempre acompanhada de seu poodle, a empresária de 67 anos Linda Rodin carrega uma jovialidade e um toque romântico que deixa seu visual sempre charmoso. Aposta em óculos dramáticos como elemento central de seus looks e não dispensa um batom marcante.

E não é só isso. Para quem curte um bom site de moda de rua, o Advanced Style é o lugar!

Entendendo os sinais

Alguns elementos são recorrentes em mulheres maduras que inspiram e são referência de estilo. O caminho, aliás, pode ser explorado em qualquer fase da vida. E, também, em qualquer etapa do seu desenvolvimento visual.

  • tecidos de alta qualidade
  • roupas com caimento perfeito (nem grandes, nem pequenas)
  • elementos que representem uma forte marca registrada
  • peças clássicas ou atemporais

O que se percebe, com isso, é que o visual das mulheres maduras que inspiram é fruto de um olhar apurado para dentro. Com uma busca por uma mensagem coesa e forte. Sem complicações.

Chuva de imagens, no Pinterest

Montei no Pinterest um painel de inspirações sobre o assunto. Nele há uma compilação incrível de looks de mulheres maduras. Uma maneira para você começas a repensar a sua imagem. Confira!

Ainda não conhece a consultoria de estilo? É fácil descomplicar o ato diário do vestir. E melhorar o seu relacionamento com o guarda-roupa. Me escreva no amanda@amandamedeiros.com.

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