O que te limita na busca por uma autoestima elevada?

Temos na nossa mente, herança da nossa história, regras e orientações diversas sobre o vestir. Muitas delas estão com a gente desde muito tempo… assimilamos quando nem mesmo sabíamos algo sobre tendências, desfiles e moda de rua. São coisas daquela época na qual uma tia te disse que você não ficava bem com tal cor, ou que uma professora te reprimiu quando você foi para a escolha com um short, supostamente, curto demais. Há também casos nos quais o pai ou um namorado encheu a sua cabeça sobre o significado dos decotes, do batom vermelho ou do cabelo com luzes. Por acontecimentos como esses, mudamos nosso jeito de vestir. E cravamos que não repetiriamos “tal erro”.

Não são só as mulheres as afetadas com tais tipos de repressões. Homens, por aqui, também lidam com várias ideias do tal pode, e não pode. Como a lenda de que homem não usa rosa, calça justa ou acessórios. Bobagens que, para muitos, são tidas como verdades.

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Repressões do passado podem estar prejudicando já há muito tempo o seu jeito de vestir e o seu relacionamento com o seu guarda-roupa, inibindo a sua criatividade. Talvez esteja aí a resposta para o mau jeito com a sua imagem. É como uma luta interna, na qual você quer se libertar para ser como quer ser, mas não consegue.

O mais importante, ao menos a princípio, é tentar entender quais são essas ideias que você carrega. Depois, analisar o que quer fazer com elas: como, por exemplo, abandoná-las ou, ao menos, encará-las com coragem. Assim, será possível saber o que te limita e o que bloqueia você no seu caminho pela conquista de uma autoestima elevada. 

5 dicas para melhorar o visual

Mudanças simples no modo de encarar o ato diário do vestir, e tudo o que está relacionado a ele, podem gerar grande impacto positivo no resultado final do nosso visual. Não é preciso muito para começar um processo de aprimoramento de imagem.

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Autoestima elevada e confiança são questões conquistadas aos poucos, com atitudes que vão desde o nosso jeito de agir e encarar a vida, ao nosso modo de vestir e portar.

Dicas básicas para quem quer melhorar o visual

  1. Foco na organização: na bagunça nos perdemos e, por consequência, perdemos a linha na hora de vestir e montar os nossos looks.
  2. Antecipe escolhas: montar o look com antecedência ajuda a evitar a correria e escolhas feitas de qualquer jeito.
  3. Encare o espelho: chega de fugir do seu próprio reflexo; use o espelho como aquele amigo sincero, que te conta todas as verdades.
  4. Capriche nos detalhes: lembre-se dos adornos e acessórios, tão essenciais para o fechamento de um bom look.
  5. Pratique o desapego: livre-se do que você não precisa mais e foque naquilo que lhe é mais útil.

 

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Roupas que nos engordam ou emagrecem? Existem?

Não é raro escutar, entre compras e tentativas de uso, que tal roupa é boa porque emagrece, ou a outra é ruim porque engorda. O que incomoda em tal concepção é que as roupas, em si, não são capazes de geras tais efeitos… elas, no máximo, aplicam impressões – sensações. Estas, aliás, não podem ser encaradas como regras.

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Mas, então. As roupas que são capazes de nos engordam ou emagrecer existem? O que comem? Onde vivem? Brincadeiras à parte, o tema está sempre por aí. Só que, a verdade, é que não é bem assim…

Dizer que isso ou aquilo deve ser cortado da sua vida porque “engorda” é uma grande bobagem. Assim como outras generalizações. Enxergar o guarda-roupa além das regras batidas e fabricadas é o que nos ajuda a, enfim, nos sentirmos bem com a nossa imagem e com os nossos corpos. É o que faz com que dominemos as (tantas) possibilidades existentes na moda para, por fim, um look feliz um dia após outro.

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E me conte sobre o que quer conversar. Dúvidas, sugestões e opiniões são sempre bem vindos. 

Bjs., Amanda M.

Por que Consultora de Estilo?!

Nem sempre eu me senti bem com a minha imagem. Muito pelo contrário. Durante muitos anos, na juventude, eu experimentei vários estilos em busca de um visual que me deixasse feliz e confiante – sem sucesso. Foi só depois de estudar moda na faculdade, e me especializar em Consultoria de Estilo, que consegui finalmente me encontrar entre as muitas opções que o segmento oferece. O resultado impactou totalmente a minha vida e, cada vez mais, consigo dominar o meu guarda-roupa, sem pra isso precisar comprar muito, ou me render às escolhas fáceis (o que já chega pronto para usar).

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Conto isso porque entendo perfeitamente o quão difícil é sofrer com um guarda-roupa que não conversa com a sua realidade. Sei bem como é complicado gastar, gastar e gastar em roupas e acessórios, sem obter nenhum retorno interessante. Também entendo o incômodo gerado por um look errado – aquela sensação que te faz querer desaparecer no meio da multidão ou, ao menos, ir embora mais cedo da festa. São situações que ninguém precisa aceitar. Principalmente quando elas passam a fazer parte da rotina. Do tipo… ir trabalhar todos os dias fugindo do seu reflexo, por vergonha.

Foi pensando em questões assim que comecei a me interessar pela Consultoria de Estilo… logo que eu saí da faculdade, há 9 anos. Foi, também, pela minha curiosidade, e pela mania de observar looks alheios (e visuais bacanas, que me deixavam fixada em certas imagens) que entendi que havia algo no serviço que poderia ir além do acompanhamento de compra (só por comprar). E hoje conto para vocês em vídeo (inscreva-se aqui no meu canal) um pouquinho sobre as entrelinhas da minha história e o meu relacionamento com o trabalho.

Bjs., Amanda M.

Sobre as tais peças curingas: e aí?!

São muitas as listas, planilhas e regras que juram que é possível padronizar em uma só referência tudo o que as mulheres (ou homens) precisam ter no guarda-roupa. Nos manuais de estilo, e até mesmo na literatura do assunto, é comum encontrar promessas de peças curingas que são capazes de transformar o modo de vestir – e, claro, facilitar o dia a dia.

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Normalmente, a composição tem como base: camisa, blazer, calça preta, vestido tubinho, sapatilha, scarpin nude, entre outras peças que aparecem para suprir a expectativa de ter utilidade em todo e qualquer guarda-roupa. Mas, sejamos sinceros. Não é sempre assim. O que funciona, e cai bem para um, não vai, necessariamente, funcionar para outro. 

Isso se dá porque nós somos pessoas diferentes. Com necessidades diferentes. E, claro, silhuetas das mais variadas. E todo mundo é obrigado a gostar de uma camisa branca? Claro que não.

As peças coringas existem. Mas, a mágica delas é que elas variam de caso para caso – de pessoa para pessoa. Em cada guarda-roupa existe um tipo de referência que combina com um número incrível de outras peças. Ou, ao menos, deve ser assim. São, geralmente, opções que compõem looks com outra meia dezena de peças… capazes de salvar o dia (ou a noite). São itens de ligação, a estrutura do seu vestir diário.

Pois então. Todos nós temos que ter no guarda-roupa peças curingas. Mas, são os nossos curingas… seja uma calça jeans preta, ou uma calça branca, ou uma calça bege, ou uma calça de linho… sabe como?! A questão é que existam as tais peças que são a representação da versatilidade.

E como descobrir se uma peça é curinga no guarda-roupa? Ela combina com várias outras peças do guarda-roupa; sua cor, textura ou aparência é neutra e ela te salva quando você precisa. E aí?!

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