Um 2018 colorido e vibrante, com muita personalidade

Quer saber quais serão as cores de 2018, pela Pantone? O Fashion Color Trend Report para a primavera foi anunciado durante as grandes semanas de moda e traz uma compilação de 12 tons que representam o espírito da estação, além de 4 clássicos essenciais.

De acordo com a Pantone, os neutros transcendem tendências e servem de base para o guarda-roupa; os demais tons trazem uma nova energia e vibração ao guarda-roupa.

Temporada de expressão pessoal

A ideia é a de uma temporada com destaque para a expressão pessoal, já que os consumidores buscam, cada vez mais, flexibilidade na gama de opções. O resultado é uma combinação de cores única que combina energia, sofisticação e serenidade.

Em sua essência, a seleção permite combinações complexas de tons, além do uso mais clássico, dependendo do gosto pessoal. São tonalidades multidimensionais.

Já é possível vislumbrar usos ousados como o amarelo com lilás, além do roxo com verde, ou o cereja com o rosa claro.

Quanto aos neutros, ou clássicos, são os tradicionais marinho, bege, cinza e o quase branco. Tão básicos no guarda-roupa.

A Pantone afirma, ainda, que as pessoas não querem mais limites ou indicações tradicionais quando se pensa em moda e cores. Com isso, a seleção de 16 tons permite liberdade para experimentar. Não é isso super atual? Não diz muito sobre um tempo no qual as tendências já não são mais tão arrebatadoras? No mais, a cartela é um convite para a diversão e um santuário de cores.

O que acha?

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O meu relato de parto: humanizado + bolsa rota

Foram semanas e mais semanas aguardando o dia 25 de agosto. A dpp (data provável do parto) era, para mim, quase que uma data limite. Sempre pensei que o bebê nasceria antes disso. Chutei que seria no dia 21. Sentia que não seria antes disso. Mas, enquanto mudavam as semanas, e a gente se aproximava da 40ª, nada parecia acontecer. Francisco não queria chegar. E estaria ele errado? Aparentemente a vida estava mais do que boa dentro da barriga da mãe aqui. E, ainda que a ansiedade batia enlouquecidamente, eu estava tranquila. Sabendo que o parto poderia acontecer, com segurança, até a 42ª semana.

Me preparei para tal. Sabia que o bebê teria o seu tempo. Estava ansiosa, querendo conhecer o seu rostinho, mas aguardava feliz a sua chegada. Fazendo o que eu poderia fazer… caminhadas longas, programas divertidos, atividades leves, tudo para garantir um ambiente perfeito para a liberação de ocitocina, o hormônio do amor. Não ambicionava um parto natural, sem anestesia, mas queria mais do que tudo um parto normal. Queria vivenciar aquilo, sei que seria o melhor para ele e, mais do que isso, precisava de uma recuperação rápida. E lá fomos nós.

Até que com 40 semanas e 2 dias, minha vida mudou completamente.

Da plena felicidade, passei para a ansiedade total! Não queria mais esperar. Não podia mais. Não tinha clima. Perdi meu pai e meu chão. De repente estava em meio ao luto, resolvendo burocracias e tentando me manter centrada, pelo bem de Francisco. Enquanto um monte de gente me atormentava com coisas, como: “você vai fazer o que com os móveis do seu pai?”. Bom, não seja esse tipo de gente. Seja o tipo de gente que oferece apoio, uma palavra doce, ou simplesmente um abraço – tenho uma enorme gratidão por esse tipo de gente.

E, assim, mandei mensagem para a minha obstetra. Contei sobre o que tinha acontecido e disse que não queria mais esperar o parto acontecer naturalmente. Ela me entendeu e pediu que eu aguardasse a próxima consulta, que seria na marca das 41 semanas. Assim conversaríamos sobre o que poderia ser feito.

A bolsa estourou!

Não chegamos a ter uma nova consulta. No dia 30 de agosto, uma quarta-feira, às 23h30, a bolsa rompeu. Sem o menor sinal de trabalho de parto. Eu, que antes sentia constantes contrações de treinamento, não sentia mais nada desde a morte do meu pai. Mas, a bolsa rompeu. Francisco queria nascer. E seria do jeito dele. Menino de personalidade forte. Puxou a quem?

Liguei para minha médica e conversamos sobre o que estava acontecendo… assim, ela falou sobre as possibilidades e disse que pediria à enfermeira obstetra do instituto que fosse me visitar para avaliar a situação, os batimentos do bebê, e tudo mais. Ela chegou já no dia 31 e, enquanto isso, eu já não sabia mais o que fazer! Havia tomado inúmeros banhos e me arrependia amargamente de não ter comprado as tais calcinhas Plenitud. Você acha o parto bonito? Ele é. Mas, talvez você tenha que passar dias usando fraldas para incontinência urinária. Mas, já adianto que é uma alternativa maravilhosa se você está, literalmente, com um vazamento constante. E eu só pensava na doula, que havia listado essas tais calcinhas como essenciais… por que não dei ouvido?

O legal de ter o suporte de uma equipe alinhada ao seu pensamento, e suas vontades, é que ninguém sugeriu que fossemos correndo para o hospital, pelos perigos e riscos da bolsa rota. Muito pelo contrário. Eu estava calma, mesmo porque havia prestado bastante atenção no curso de preparação para o parto – e sabia que tinha, no mínimo, umas 48h para entrar em trabalho de parto com segurança. O marido já não estava tão tranquilo assim. E foi entre pesquisas no Google, com resultados nada otimistas, que fui avaliada pela enfermeira obstetra, que passou a noite na nossa casa, monitorando os batimentos do Francisco  e o meu bem estar. Estávamos bem. Então ela sugeriu, junto à médica, que fizéssemos um cardiotocografia para avaliar, mais profundamente, a situação do bebê. Nisso, já era 10h de quinta-feira. Eu não havia dormido nada. Marido também não. E o resultado do exame indicou que deveríamos esperar… afinal, eu não tinha quase nenhuma dilatação, colo do útero posterior, grosso, nada bom ou animador. E o que eu poderia fazer? Nada, só esperar. E, claro, almoçar uma pizza.

E quem disse que as horas passam ou algo evolui enquanto você tenta esconder de todos que está quase fazendo promessa para entrar em trabalho de parto? Nada, claro.

Decidimos, então, aguardar até o final do dia e ver o que poderia acontecer. Tendo em vista que grande parte dos casos de bolsa rota terminam em trabalho de parto em menos de 24h. Mas, isso não aconteceu comigo. Nem me espantei. Era hora, então, de induzir o parto.

Eu não sabia muito bem como seria. Não estava preparada para essa possibilidade. Nunca tinha pensado que isso aconteceria comigo. As estatísticas mostravam que a chance de a bolsa romper sem trabalho de parto era de 1 em 12. Que ótimo! Me senti sortuda, só que não. E mal sabia eu que a indução do parto poderia ser tão dolorosa. Como eu li em algum lugar, muito mais dolorosa que um trabalho de parto espontâneo. Mas, qual a medida para essa dor? Eu não sabia. Mas, logo iria descobrir. Pensei que seria como a dor de uma enxaqueca muito forte, daquelas que te fazem até vomitar. Mas, não. Seria um pouco diferente. Com excessão do “quase vomitar”.

A indução começou ainda em casa. E algumas contrações mais dolorosas começaram a aparecer. Mas, foi já no hospital, com o segundo comprimido de prostaglandina, que a dor realmente apareceu. E, aí, já era setembro. Já era dia 1º. E, mais uma vez, nada de dormir. Seria a segunda noite acordada, depois de muitas outras mal dormidas. Mas, tudo bem. Até a situação mais estranha parece fazer sentido quando você está prestes a conhecer sua cria. O tão aguardado feto.

Com a equipe reunida no hospital estávamos prontos para o nascimento. Eu estava animada, por algum motivo. E a dor parecia sobre controle. Até que, do nada, a dor leve virou uma grande dor. A maior dor de todas. Que só parecia piorar.

Cadê o tal hormônio do amor?

Banho, água quente, massagem, meditação, oração, nada funcionava. E eu cheguei a pensar “onde fui me meter?”. Mas já estava ali. E o que eu coloquei no meu plano de parto foi seguido a risca. Até a parte da anestesia. Eu precisava dela. Já estava implorando. Então lá fomos nós para a peridural, em algum momento do dia que já nem me recordo mais. De manhã? A tarde? Quem sabe.

Como pouco drama é bobagem, a primeira peridural não pegou. Não fez nem cócegas. E me senti injustiçada por ter levado aquela agulhada horrorosa nas costas pra nada. Eu quis matar o médico. Literalmente. Senti uma raiva dele maior do que a raiva que eu sentia da vida. Sim, eu comecei a me perguntar o que eu havia feito para merecer perder meu pai dias antes do meu filho nascer. Posso ser sincera ao falar isso, ou tenho que esconder? Já nem ligo.

Como o tempo passou e a dor não só continuou, mas aumentou, fomos nós para a segunda tentativa de peridural. Agradeci aos céus quando vi que outro médico entrava pela porta. Senti confiança. Algo me dizia que ele sentia, também, um pouco de piedade por mim – ou então estava escutando os meus gritos e berros que, pelo que me contaram, ecoavam pelo corredor do hospital. Desculpa a quem estava nas redondezas, mas você já tentou parir uma criança? Eu que não grito “uhul” nem em show, nem em aula de spinning, estava gritando. Como se eu tivesse em casa. Até porque eu estava me sentindo em casa naquela superfaturada suíte de parto (que nada mais era que uma salinha bem equipada – por favor melhore, MaterDei, e pare de cobrar extra por aquilo).

A segunda anestesia pegou. Aleluia, pensei. Até que não fez mais efeito. Nessa hora, tudo era uma questão de dor. E, em algum momento – não sei bem quando, eu consegui a proeza de arrancar não só o cateter para soro do meu braço, mas também o tal cateter da peridural. Sangue jorrava enquanto o marido me olhava com descrença. E eu nem senti dor . Afinal, o que seria mais um furo para quem estava tentando parir um bebê?

Manda mais anestesia, por favor

E lá fomos nós para o terceiro processo da peridural. Sim, o terceiro. Anestesia aqui, fura ali, um líquido gelado corre pelas costas, e era hora de tratar muito bem o médico. O anestesista. Ele tinhas as drogas. Eu tentava parecer um pouco lúcida e sensata enquanto explicava que estava com muita dor… Mas, pensa que acabou? Não. A anestesia não durou. Nada.

Ok, temos que rever essa questão da anestesia. Já tomei tantas anestesias nessa vida de plásticas para arrumar lábio leporino que não me lembro de um efeito tão sem graça.

E, enquanto a dilatação ainda estava longe dos tais 7 cm, o jeito era uma anestesia mais, digamos, potente. Peridural com raqui. Confesso que temi. Mas, o médico parecia saber o que estava fazendo. E foi realizado todo o processo de furo nas costas, mais uma vez. E, aí, pegou. A dor aliviou. E a obstetra partiu para o que podia ser feito para agilizar o trabalho de parto. Ocitocina na veia? Teve. Teve de tudo. Não sei bem o que. Se era pra ser feito, que fosse. E, na tarde do dia 1º de setembro, eu estava oficialmente pronta para receber o feto Francisco.

Eu sabia que ele estava chegando quando percebi uma movimentação atípica na minha casa. Ou melhor, na tal suíte de parto. Não tinha só a doula, enfermeira, obstetra, marido e irmã (que me perdoou mesmo eu tento gritado com ela algumas vezes, não poucas). Agora tinha uma segunda médica, assim como algo que parecia ser um pediatra e uma enfermeira do hospital. Com tanta gente, ou eu estava morrendo, ou o bebê estava para nascer. Acreditei na segunda opção.

Movimentos na barra, no banquinho, promessas, lágrimas, pedidos mil por uma cesárea (sim, eu devo ter pedido umas 10x por uma cesárea, mas eu estava fora de mim – literalmente louca). E era hora. Ou nascia, ou vinha de forcéps. O que não parecia muito legal. Já imaginou? Quando escutei algo falar sobre a possibilidade, pensei: tem que nascer! “Vamos, meu filho”. Força aqui, força lá, sangue escorre (quanto sangue!) e… nasceu.

Não, não tenho palavras para explicar o nascimento. E desculpa, meu relato não é fofo ou delicado. Não, não foi uma lindo e poético parto natural sem anestesia. Foi um parto normal com um monte de anestesia esquisita, bolsa rota, uma gestante meio maluca e tudo meio bagunçado. Teria como combinar mais com a minha vida? Acho que não. Nunca fui dada aos roteiros mais simples. Muito pelo contrário. Mas, quando saiu de mim aquele ser com a cabeça em forma de cone – parecia um alien, juro – e veio para os meus braços, eu vi que tudo tinha valido a pena. Queria abraçar a doula. Queria beijar a obstetra e a enfermeira. Queria agradecer ao mundo pela bênção alcançada. Francisco estava bem. Eu estava, aparentemente, bem – sem grandes estragos, apesar dos roxos nas mãos e nas costas. E o feto era a coisa mais pequena e linda do mundo (mãe é mãe). Quem importa o jeito que foi? O melhor parto, pra mim, sempre será aquele que a gente vive. E o meu parto maluco, sofrido, foi, pra mim, o mais lindo. Se eu faria tudo de novo? Por agora, não. Mas, quem sabe depois.

Francisco nasceu no dia 1º de setembro, às 15h36, pesando 3.050kg e 51cm.

É hora de escrever novas histórias

A cada ano que passa, um ciclo se fecha. Nesse tempo, dividido em semanas e meses – tantas denominações para marcar conquistas em meio a fracassos – colecionamos alegrias e decepções que pautam diretamente a forma com a qual encaramos o que passou. Difícil ou fácil, bom ou ruim, o tempo que ficou para trás é sempre de aprendizado. E mostra algo que pode ser útil ou promissor, olhando para o que vem pela frente. Afinal, seguimos vivos e, querendo ou não, sobrevivemos… mesmo quando pensamos que seria impossível aguentar a queda.

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A vida é surpreendente e estar vivo é algo único

Um ano não muito bom é um ano que abre as portas para algo melhor. Com decepções acumuladas, páginas viradas e a ideia de que o que passou, passou, resta esperança para seguir em frente… a ideia da superação, do “ficar livre” e encarar uma nova perspectiva. Assim, nada melhor que uma data que celebra essa guinada, mesmo que ela (sinceramente) não seja muito significante. A não ser pela mudança na folhinha e na agenda. O desafio, sempre, é se desvencilhar dos pensamentos pessimistas que insistem em dizer que nada muda, o que muitas vezes faz com que nenhuma situação de fato melhore. Até mesmo porque uma hora as coisas precisam mudar! E se é pra mudar, poxa, que seja pra melhor.

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Recomeços

Para começar um novo ano com mais esperança e disposição, vale de tudo! De simpatias à promessas; de exercícios à rituais de renovação. Entre eles, praticar o desapego e realizar uma faxina na casa; fazer listas com desejos (reais) para o próximo ano ou mesmo anotar pensamentos ruins e joga-los fora, pelo mero ato da libertação. Inclua, aí, apagar alguns nomes da agenda, encarar as dívidas, perdoar, ou ter conversas que foram adiadas por medo ou receio… sabe? Do que você precisa para se sentir melhor?! A hora é agora.

É legal usar o tempo de menos compromissos, possíveis viagens, férias, talvez… ou até mesmo esse tempo de proximidade com as pessoas amadas para repensar a vida. E estabelecer novas prioridades, traçar metas e ter um foco. O passado já era e dele sobram histórias. Outras histórias pedem para ser escritas e podem ser diferentes. Viver no piloto automático enquanto tudo acontece, deixando o controle da sua vida nas mãos do nada, não convêm. Só você sabe exatamente o que pode ser bom para você. Queira se renovar e entre as memórias que tal guardar apenas as que valeram à pena?! A escolha é sua.

Texto originalmente publicado em 26 de dezembro de 2014.

O que é elegância: 10 características

Quando você pensa em elegância, o que passa pela sua mente? Sua definição pode muito variar de acordo com a cultura na qual cada um está inserido. E isso é bom! Mesmo assim, compilei 10 características que indicam se uma pessoa é, ou não, elegante.

1 – Elegante é ser a sua melhor versão;

2 – É sentir-se confiante dentro do seu estilo, da sua identidade;

3 – Também é saber que você vale mais do que marcas, grifes, tendências ou modismos;

4 – E não precisar se fantasiar para expressar a sua personalidade;

5 – É ter poucas e boas peças que rendem muitos looks;

6 – Ter os seus clássicos, aqueles que vão além das listas;

7 – Saber que menos é mais, mesmo quando há exagero nas escolhas;

8 – Além de conseguir um bom look até mesmo com peças simples, confortáveis e práticas;

9 – Elegante é aquele que entende que dinheiro não significa requinte e que novas compras não garantem acertos;

10 – E, por fim – por definição pensando na própria palavra, vinda do francês (élégance), elegância significa algo que é harmonioso, de bom gosto e que é correto.

Falei sobre o assunto em vídeo no YouTube. Vem ver!

Quer ter uma Consultora de Estilo? Me escreva no amanda@amandamedeiros.com.

Se conhecer é, sem dúvida, a melhor dica de moda

Entre a última semana de moda e a mais recente tendência, existe uma pessoa, o consumidor, eu e/ou você. O modismo invadiu as ruas, estampa as revistas de fofoca, foi usado pela protagonista da novela, e continua sendo insistentemente disseminado pelas páginas de estilo pessoal. De tanto ver, você acaba cedendo, mas a roupa não convence.

Modismos são arriscados e menos importantes do que saber o que de fato valoriza seu corpo e alimenta sua autoestima

Mais forte do que o peso do que é “must have”, é o peso da autoestima. Ela pede explicações a cada look que não combina com a sua identidade ou estilo de vida. A tendência não está preocupada com as linhas de sua silhueta. Ela não tem noção do que acontece com suas proporções ou mesmo sabe quais cores valorizam a sua imagem. Ela está ali, pedindo para ser usada. Sendo divulgada como obrigatória. No entanto, não é tão grandiosa assim. Importantes, verdadeiramente importantes, são as escolhas pensadas a partir do que combina com você.

É o corte que abraça o seu corpo. A cor que dá vida ao seu rosto. Os detalhes que representam o espírito da sua identidade. Mais do que ler revistas de moda, acompanhar desfiles, ficar de olho no que as blogueiras postam e dizem estar “in love” é  apurar o olhar para o que você acha bonito, para o que te deixa confiança e eleva a sua autoestima. Ao invés de anotar dicas prontas de combinações, regrinhas feitas na base da massificação, é valioso ter suas próprias peças chave e ter na moda um elemento de consumo e não a sua salvação. Em português claro, sem a frescurite aguda das expressões em inglês, reproduzidas a exaustão, se conhecer e ter na sua satisfação pura e plena a melhor dica de moda.

Texto publicado originalmente em 1º de abril de 2013.