Começar de novo…

Construir um novo guarda-roupa, descobrindo e aprendendo formas de se valorizar e de ser mais feliz

Com um guarda-roupa vazio, após uma corajosa sessão de desapego ou mesmo depois de fases de forte mudança a silhueta ou estilo de vida, surge a necessidade, quase que obrigatória, de traçar novos planos, focar no planejamento e recomeçar a construção do acervo de roupas e acessórios. Esse trabalho, ainda que íntimo e pessoal, tende a sair quase que do zero. Fácil, nunca é. Este momento requer disponibilidade financeira, tempo e grandes investimentos emocionais. Resumindo, pode-se dizer que reestruturar o guarda-roupa é uma tarefa que exige muito da pessoa, de todas as formas possível. Talvez justamente por isso o caminho assuste um pouco. Porém (sempre há um porém) é depois dessa reestruturação bem pensada, e elaborada, que tudo muda de cara e os resultados começam a ser vistos na prática. Não há nada melhor que abrir o guarda-roupa e se deparar com um mundo de coisas que combinam com você, ou mesmo com opções acertadas que servem como base para todas as tarefas do dia-a-dia.

Pois então. Limpar o guarda-roupa é um momento de libertação. É importante aceitar que as coisas mudam, seja a compra que não foi útil ou mesmo a nova silhueta fruto de pouco cuidado com a alimentação ou momentos difíceis na vida. É essencial acreditar que as memórias estão vivas na mente, e não tanto presas em peças ou itens que nada mais são que acúmulos materiais. Na essência do desapego, no ato de abrir espaço físico e mental, a vontade de fazer novas escolhas e ir atrás de elementos mais acertados que geram grande felicidade. Mais do que um motivo para novas compras, uma razão para acertar e aprender.

Ter estilo é se conhecer

Em meio a tendências e modismos somos os grandes responsáveis pelo nosso visual e pela nossa elevada auto-estima.

Muito se fala sobre estilo, sobre identidade visual e o quanto é interessante estar na moda – ou seguir a moda. A verdade é que estes pontos, e estas histórias, são muito mais simples do que parecem. Podemos começar afirmando que todo mundo possui um estilo (as vezes pouco definido) e que este estilo, claro, é construído a partir das vivências, gostos, ideias e desejos de cada um. Tudo o que cada um é, ou sonha em ser, influencia na sua identidade visual. No entanto existem falhas no processo de materialização dessa tal identidade visual, gerando pequenos cortes na transmissão e na finalização do que será assimilado e trabalhado como interessante. Somos o que gostamos, o que sonhamos, mas nem sempre conseguimos construir com coerência uma ideia final para tantas impressões. Por diversas razões acabamos perdidos no meio do caminho, sem saber como comprar, o que comprar e muito menos como combinar. Assim, lamentamos ao perceber que gastamos muito mais do que o necessários (e disponível) e carregamos o peso da culpa e da ineficiência por não nos sentirmos bem com uma coisa tão diária – o ato do vestir.

Nascemos e já somos imediatamente cobertos com vestes. A primeira roupa, aliás, vem cheia de significados e é a partir disso que nossos pais começam a traçar nossa identidade visual – quando indicam o uso do rosa, azul, vermelho ou branco. Ainda assim, com os anos, os traços de personalidade começam a pesar mais e mais fortemente, sendo que este é o momento no qual começamos a ser plenamente responsáveis pelo que vestimos. Acontece que o mais comum é não sermos treinados para tal independência e em certos momentos pode surgir uma grande insegurança quanto ao que vestir e como vestir. Isso se dá pelo amplo volume de opções e também pelas histórias que ficam nas entrelinhas desse caminho. É impossível negar que o que vestimos diz muito sobre o que somos. Levados pelo consumismo podemos partir para lados distintos, caminhando entre a indiferença e a insatisfação quanto ao que escolhemos para ornar nossa silhueta. É verdade que a moda pode não ser tão simples quanto parece. Ela prega peças e, por tal razão, nos trás vibração e satifação. Porém, não é a moda que conta a nossa história – nós somos parte dela, somos o que faz a moda, ainda que de forma delicada em meio ao processo de construção de uma tendência. O que é importante, ao menos à princípio, é saber como, e quando, brincar com as opções que o universo fashion oferece. Algumas pessoas estarão mais ligadas à modismos enquanto outras ficarão felizes com o que é atemporal. Longe do certo e/ou errado é importante descobrir o que nessa história satisfaz cada um. Mais do que isso, é importante descobrir o que satisfaz você! Quando looks te seduz? Qual visual lhe deixa confortável, confiante e feliz?! Genuinamente, é por nós que devemos trabalhar com a moda… nada mais do que isso.

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