Porque ter medo do espelho está acabando com o seu visual

Um reflexo sincero e honesto. Assim pode ser definido o espelho, ainda que a representação da imagem dependa de possíveis efeitos de luz ou ambientação. Mas, de maneira geral, o espelho é aquele amigo, ou colega que te diz, de verdade, como a sua imagem está. Ou melhor, como você está sendo vista (ou será vista) pelo mundo.

Um retrato.

Fugir do espelho não é algo raro. Podemos temer o que vamos encontrar. Curvas que não são como as desejadas, um cabelo muito diferente daquele da protagonista de novela, ou roupas que não chegam aos pés do último look postado pela celebridade do Instagram…

São tantas as cobranças!

Nossa busca por uma suporta perfeição nos priva da chance de nos admirarmos como belas. Mas, dificultamos, e muito, o processo da aceitação se não somos corajosas o suficiente para nos encarar no espelho. E falo encarar de coração aberto.

Quando paramos de nos olhar no espelho, perdemos a chance de nos apaixonar pelo que somos!

Uma maneira de se conhecer

Cada uma de nós tem algo de lindo, que se destaca. E, se nos conhecemos, podemos valorizar ainda mais essa beleza! O exercício também vale para que possamos ser capazes de disfarçar ou colocar em segundo plano aquilo que não nos deixa tão felizes. Isso é sabedoria. É inteligência.

É jogar com coragem.

Um grande espelho, de corpo inteiro, em um cômodo bem iluminado, é um convite para um melhor relacionamento com o guarda-roupa e com a própria imagem. Por meio dele você poderá se enxergar como é. Mudar o que não está bom e repetir o que agrada.

Entende porque fugir do espelho está acabando com a sua imagem? Sem um espelho você não se vê como é. Mas como acha que é. Como te contaram. Como você se deixou acreditar.

O espelho não é fonte de julgamento. O julgamento, a crítica, a decepção, vem de nós. E se nos olharmos com mais serenidade e prudência podemos melhorar a nossa autoestima.

5 truques para dar cara nova para as roupas velhas

Com simples truques é possível variar bastante o guarda-roupa e dar cara nova para roupas velhas. Tais macetes também são importantes na hora de montar looks criativos. Afinal, roupa nova toda semana não soluciona possíveis problemas com o visual.

Por um guarda-roupa sempre novo

As roupas mudam de acordo com o jeito que usamos. Por isso, diversifique no uso das proporções. Misture o largo com o justo. O soltinho com o colado. E brinque com essas variações. As peças combinadas não precisam ter sempre, por regra, uma aparência toda igual. E quando você inverte a lógica com a qual já está acostumada a lidar você muda toda a pegada do seu visual.

Perca o medo e capriche nos truques de styling. Dê o seu estilo e a sua pegada ao visual com mangas de camisas dobradas e barras da calça enroladas. Prenda a pontinha de uma peça em outra. Ou faça de um vestido uma blusa. Experimente as possibilidades e veja o que combina com você!

A montagem de um look só acaba quando termina, então foque no acabamento. Acostume-se a caprichar na finalização do look! Ok, isso é muito simples. Mas, pouca gente faz. Repare por aí. Estou falando dos acessórios e até mesmo da parte de maquiagem e beleza, como um todo.É praticamente parte da questão do styling. Mas, com um algo a mais.

Para deixar tudo com cara nova, não se preocupe tanto com usar um look que seja todo casual, ou despojado, ou romântico, ou isso ou aquilo. Misture estilos. Afinal, parte de ter estilo é brincar com as combinações. E juntar peças de diferentes universos. Então, não tenha medo de usar tudo do seu guarda-roupa misturado com praticamente tudo! Divirta-se, sem muitos julgamentos.

Você pode ter cansado das suas peças, mesmo que elas sejam novas, por não saber formas de brincar com as variações possíveis. Então, pense em dimensões e camadas. Estou falando de sobreposições e mix de texturas. Quando você sobrepõe peças você muda toda a história delas. Elas passam a contar outra narrativa. E quando você mistura texturas, brinca com o acabamento, você dá outra interpretação.

Coloque em prática e insista até que pareça natural. Até que você se sinta confortável e confiante com a sua imagem.

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Truques para estar sempre incrível de sapatilha

Aqui na Consultoria de Estilo o pensamento do salto alto como regra obrigatória para um visual elegante não existe. Dito isso, os calçados baixos transitam pelos mais variados looks. Desde os mais informais aos arrumadinhos.

O que determina se o calçado baixo funciona bem, ou não, é a combinação das sua características. E ao se pensar em sapatilha isso vale praticamente em dobro! Então, observe dois pontos: material e formato.

Para todos os gostos

Existem sapatilhas dos mais variados estilos. Para todos os gostos. Se ela é feita em tecido, por exemplo, como o jeans, é mais casual. Se é feita em couro com textura, ou veludo, mesmo verniz, já ganha outra conotação.

Aliás, brilho é sempre algo que joga um tcham extra no visual. E os acessórios com acabamento acetinado têm esse grande poder. As aplicações também podem ser consideradas um elemento que agrega poder a sapatilha. Pedrarias, fivelas ou bicos metalizados deixam o calçado mais impactante.

Se você ainda não sente que tem material suficiente para passear com confiança usando sapatilhas, aqui vai outro truque. Observe o formato do calçado. Bicos finos, afinados ou pontudos são mais arrumadinhos que os redondos. Quão mais redondo mais romântico e mais doce e mais… informal.

É impossível generalizar e frisar um calçado como formal ou informal. Ok. Talvez os tênis, mas até isso já vem mudando. Então, fique de olho nos detalhes. E confie na sua intuição.

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Sobre grávidas e looks sensuais

Grávida pode ser sexy? Sempre vai ser controverso. Ou, a ideia de que a gestante é um ser imaculado e angelical que não deve exibir as suas curvas. Polêmicas à parte, o que se tem é o fato de que cada mulher, grávida ou não, deve buscar sua essência e seu estilo ao escolher o que vestir. E, claro, ninguém precisa ser sexy. Assim como ninguém precisa ter um visual romântico. #ChegaDeRegras

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Pensando em guarda-roupa, não existem normas ou regras para a época da gestação. E sim, vestir um corpo em constante mudança – com uma barriga que aumenta dia após dia – não é fácil. Mas, claro. Está permitido se sentir feminina na época. Assim como, claro, é possível ser clássica, moderna…

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Inspirações para manter o visual sensual durante a gravidez não faltam. Basta desejar. E, quem quiser também, pode mostrar com gosto a barrigona! É lindo de ver uma mulher carregando o filho…

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Assim, o que por muitas vezes gera medo vem como uma saída para se manter sexy durante a gestação. Falo de usar as suas roupas regulares! Vestidos e blusas mais justas podem destacar a barriguinha e ressaltar o corpo.

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Ok. Talvez você se sinta toda esquisita e diferente enquanto grávida. Mas, está tudo bem! O importante é a mulher conseguir viver bem e feliz durante as 42 semanas. Afinal, imagina que chato passar tanto tempo brigando com o guarda-roupa?!

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O que é feio e o que é bonito?

Ao pensar sobre padrões de beleza, e referências estéticas, por muitas vezes pegamos nos perguntando: isso é feio ou bonito? Delimitar um estilo, e fincar a opinião como regra, é complicado. Aliás, o que para um é bonito para outro pode ser esquisito, e vice-versa.

Então como definir o que e bonito e o que é feio? Porque muito antes de nos perguntarmos sobre outros quesitos, como conforto ou sensualidade, paramos na questão puramente estética…

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Beleza é relativo

Quando falamos de moda isso é indiscutível. Sabemos que cada um tem o seu estilo. Seus padrões. Suas referências. E, o que inspira um, pode não tocar o outro. É isso que alimenta a nossa personalidade. É isso que, também, traduz o que podemos fazer de diferente em busca da nossa autoestima.

Quando pensamos na beleza, podemos pensar, primeiro, no que vai além do gosto. Se uma pessoa se sente bem com sua imagem, ela já é linda! Essa confiança que vem de dentro é o que dá o brilho extra no olhar.

Então, o que é feio ou bonito? Em moda? Há o adequado ou o inadequado. O estranho. O ousado, inusitado, diferente ou peculiar. Mas, jamais, o horroroso.

Ganhamos quando deixamos de julgar com crueldade os outros. Pois assim também seremos menos julgados.

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