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Vestida para Malhar

Exercícios físicos são importantes não apenas para o culto à forma, mas também pelo bem que fazem a mente. Correr, nadar, caminhar, pular, dançar, pedalar, puxar peso… são tantas as possibilidades que se faz impossível alimentar a desculpa de que não há nada que lhe interesse. Existem opções para as mais diversas mulheres, com os mais variados orçamentos e disponibilidade de tempo então deixe de lado a preguiça e se entenda com sua saúde (física e mental). 


Assim como existem inúmeras variações nas modalidades, das mais agitadas às mais relaxantes, existe também uma gama ampla de vestimentas onde certos modelos e ajustes se adaptam melhor a determinadas funções.
  • Para caminhadas ou corridas busque, sempre, calças ou shorts ajustados para evitar a fricção entre as coxas, o que realmente incomoda muito; na parte de cima, tops ajustados aliados a blusas mais soltinhas que não fiquem subindo com o movimento.
  • Para aulas de spinning vale apostar em calças/shorts sobrepostos a shorts larguinhos que não marcam o bumbum e escondem o cofrindo; na parte de cima, blusas mais ajustadas que não fiquem caindo no sobe e desce do exercício.
  • Aulas de jump, box, step ou outros exercícios dançantes pedem por tops extremamente resistentes que lhe dêem conforto, assim como roupas bem fresquinhas já que as temperaturas tendem a subir e muito.
  • Musculação e roupas apertadas demais não combinam, já que a peça tende a subir/descer; o mesmo acontece com as roupas largas demais que prendem o movimento e podem até agarrar nos aparelhos.
  • Aulas de alongamento, pilates e yoga são perfeitas para as malhas amplas e relaxantes que se misturam ao clima da atividade; vale ainda apostar nos modelos decotados que dão amplitude às movimentações.
No mais, vá descobrindo as suas necessidades com o tempo e por isso não compre uma grande quantia de roupas de ginástica de uma só vez  – a não ser que você já que conheça perfeitamente, e saiba ao certo o que lhe deixa bem durante a prática de exercícios físicos; aposte sempre em calcinhas de cor semelhante ao da calça, para não ficar com o bumbum marcado, e atente-se sempre as costuras que podem ir se soltando com o tempo. Limpeza e higiene são quesitos primordiais, hein?! Mas não custa lembrar. E não caia na bobagem de acreditar que um sutiã cumpre a função de um bom top porque é bem provável que você se veja literalmente desamparada em pelo salão de ginástica.

Não dá pra fugir. É ótima a sensação pós ginástica e é algo apaixonante… basta que você descubra o que mais combina com você.

The Proposal | A Proposta


Ir ao cinema e ver um filme divertido, engraçado e envolvente já é algo ótimo pra um dia de domingo. Melhor ainda quando o figurino da personagem principal é lindo e clássico – uma elegância bacana de admirar.
 

A personagem de Sandra Bullock no longa A Proposta é aquele tipo de mulher aparentemente intragável. Margaret, editora workhollic e super cruel, é exigente em seus atos, olhares, traços de expressão e até mesmo em sua forma de vestir super calculada – moldada à perfeição; sem contar sua maquiagem e cabelos que sempre estão impecáveis. Nada de erros, ousadias, brincadeiras ou acessórios inusitados. Margaret se veste com clássicos do guarda-roupa feminino, numa mistura de preto com bege que envolve em linhas secas, retas e sempre afuniladas… que podem facilmente demonstrar, também, o quanto ela é contida emocionalmente. Tudo isso se estende ao seus cabelos que durante grande parte da história estão sempre presos, esticados ou puxados pra trás… demonstrando ou remetendo a sua enorme auto-crítica. Com o passar do filme, e com o decorrer dos fatos, sua postura vai levemente se abrindo e isso acontece um pouco também com seu figurino que parece relaxar. No fim da história pode-se dizer que brota uma mulher mais leve, saudável e nem por isso menos elegante – com cores, formas e texturas renovadas.  

Achei ótimo não apenas a história, o drama, o romance e as piadinhas mas também a escolha das roupas que acaba por ser parte primordial da construção da personalidade do personagem Margaret. 

Queria falar muito mais, mas não vou já que o filme é muito novinho e é chato estragar a festa dos outros. Assistam, comentem e me falem o que acharam.

Direto no Pulso

São muitas as boas razões pra investir em relógios. Peça antes super essencial nos braços de homens e mulheres atarefados o relógio perdeu muita força devido a disseminação dos celulares… se antes não conseguiamos ficar sem conferir as horas no pulso hoje tiramos o celular do bolso/bolsa e pronto, tudo feito – com a vantagem de calendários, previsão do tempo, agenda e todas aquelas coisas que esse antigo acessório nunca pôde ofertar… Só que o charme de um relógio de pulso está em sua história e não apenas na sua super útil função.


Relógios falam muito sobre o estilo de uma pessoa, sendo que serve não apenas como item de grande utilidade. Trata-se de um tradutor de personalidade, que revela (as vezes) mais do que as próprias roupas. Lembramos de trocar ou optar por ternos e vestidos adequados às situações… mas muitas vezes os relógios passam despercebidos nesse processo. Por que?! Porque eles acabam como uma extensão do corpo, assim como acontecem com os óculos de grau e com as alianças de casamento. Não é exagero.

Hoje em dia relógios são vítimas de modinhas, assim como acontecem com bolsas, sapatos e afins… mas há também uma extensa gama que responde às necessidades das mais diferentes personalidades. Existem os de tendência, mega badalados, que recebem homenagens mil em forma de cópias que acabam por se alastrar entre os mais variados pulsos enlouquecidos por modismos; existem os famosos de plástico, divertidos, que instigam a vontade de colecionar e o desejo de brincar até mesmo na hora de consultar as horas; existem os clássicos, atemporais, que com suas pulseiras de couro remetem à serenidade e sobriedade daqueles que levam a vida a sério; nos esportivos o desejo pela praticidade, que reúne culto ao corpo e conforto em materiais fáceis e simples de cuidar.

Não importa quem você é, como você é e quais suas ambições… um bom relógio, pertinente à sua rotina, é peça chave não apenas no seu guarda-roupa mas também na sua vida. Porque um celular é ótimo, claro, mas nada melhor que ter direto no pulso uma boa razão para se lembrar dos horários, dos compromissos, dos prazos que hoje, pela extrema correria do dia-a-dia, muitas vezes esquecemos de cumprir. Clássicos, são e sempre serão clássicos… até mesmo em seus modelos não tão atemporais.

Interpretando Composições


Compor, combinar, misturar peças parece ser o maior desafio de toda mulher. É mesmo difícil traçar formas pouco óbvias de se misturar roupas de seu guarda-roupa, sem cair no exagero ou sem ficar básica demais. Mas tudo fica mais fácil quando pensamos nas coordenações de forma mais prática e realista. Imagine um jogo – com metas, objetivos e muita diversão como resultado.

Tenha em mente: estrutura da composição, peça chave e ponto focal. Complicou?! Que nada. A estrutura da composição é o número de peças que compõem o look em questão; a peça chave é aquela que reina e atrai todos os olhares; ponto focal é o local de sua silhueta que será evidenciado no resultado final. Simples assim. Mas… não entendeu nada?! Calma lá.

Como já dissemos antes, aqui no Conversinha, todo corpo e toda mulher possui ponto fortes e pontos fracos em sua silhueta. Descobrir quais são se faz primordial para se vestir bem e são esses que devem ser a grande estrela do ponto focal. Para acertar cheio nisso é preciso jogar com roupas ou acessórios que levem toda a atenção para essa região – seja ela colo, braços, pernas, quadril… e não se tratam de regras já que hoje você pode querer valorizar o rosto e amanha os pés! Tudo muda tão rapidamente, não?!
Continuando. Em todo visual sempre vai haver uma peça chave; ela pode ser um vestido, um anel, uma blusa ou o calçado. Não resuma esse atrativo do look a uma roupa já que muitas vezes acessórios atuam como personagens principais de composição! Mas para tal as demais peças precisam dar espaço e deixar aberto esse lugar onde as luzes de foco jogarão olhares – não dá pra desejar que tudo seja super revolucionário numa só combinação. E é fato que geralmente a peça chave será a grande responsável pelo ponto focal da combinação por você estruturada… porque se você coloca uma saia super estampadona você sabe que ela vai chamar muito mais atenção do que a blusinha branca t-shirt que todo mundo têm igual.

Equilíbrio. Se uma pulga atrás da orelha te diz que você exagerou é porque, talvez, algo ali está mesmo fora do lugar… muitas vezes um detalhe mínimo polui o que poderia estar perfeito.

Estruturar uma composição de maneira coerente é algo que depende do seu astral. Uma peça única pode ser mais simples de usar, mas pede por acessórios e complementos adequados para que o visual não toque na simplicidade extrema; misturar duas peças é básico e aprendemos isso de forma quase que automática, só que nem toda peça combina com outra qualquer… muitas vezes combina com a moça da revista, mas não fica bem em gente como a gente; e fazer um mix de três ou mais peças é lindo sim e fica maravilhoso quando funciona… só que não é só jogar e realizar sobreposições loucas… você precisa medir qual o peso visual daquilo ali pra que você não trabalhe com um foco errado que pode deformar sua bela silhueta.

Simplicidade + simplicidade é chique, clean, elegante… mas só fica assim se as peças possuem corte ótimo em tecidos melhores ainda! Sobreposições são bacanas, atuais e despojadas no entanto as cores precisam conversar, assim como texturas e possíveis padronagens. Bom. Todas essas palavras servem para dar duas dicas finais: sempre, sempre, trabalhe com um espelho companheiro e nunca fique presa às soluções mais simples pois nelas podem estar chances gritantes de erro. Será melhor, talvez, se equivocar por ter tentado à ser mais uma no meio da multidão… e se você se produziu toda e não gostou, paciência… acontece. Sinta-se orgulhosa por ter coragem para sair da tediosa zona de conforto. E é como uma escola… erramos, acertamos e aprendemos muito nesse jogo de composições.

Desculpas Mil em Tempos de Liquidação

Tenho que admitir que me divirto até em lojas que estão em liquidação – principalmente naquelas bem movimentadas, onde o estoque é limitado e o desconto é mais camarada. Entre olhares ansiosos, dedos que se estalam, conversinhas baixas e nervos a flor da pele estão mulheres enlouquecidas e ansiosas por boas compras… e igualmente temerosas quanto à possibilidade de perder boas oportunidade. Bate aquele leve desespero.

Nesse tempo todo de personal stylist, e consumidora porque também sou gente já escutei ótimas frases que entraram para minha listista de Desculpas de Liquidação. Mas, não é crime… afinal, quem nunca tentou se enganar?! Quem nunca quis se convencer de que aquela peça valia mesmo o investimento?!
  • Vai servir porque os pés na parte da manha estão mais inchados.
  • Vou emagrecer, eu sei que vou.
  • Vai ser tendência na próxima estação… eu li e a Glorinha falou.
  • Vou levar, pra caso eu ganhe algum peso.
  • Não é pra mim, é pra minha mãe.
  • O preço está tão bom que não posso perder essa oportunidade.
  • Mas é a cor do verão! Verde limão some combinado à preto.
  • Esse estragadinho em arrumo em casa, com dois pontinhos.
  • Mas é muito barato! Quase de graça! Posso parcelar em 5x?
  • Se você usar a roupa por um dia inteiro, ela alarga.
Alguém ai já escutou algo do tipo?! Ou quer compartilhar uma desculpa pessoal?! Aha! Eu esqueci algumas do top 10! Aliás, uma das melhores é/era minha, mas não vou contar qual!