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Momentos de Transformação

Um novo emprego mudou muito a vida Andy…
Mas os resultados não foram bons por completo.

Passamos por momentos de transformação em nossas vidas, nos quais sentimos a necessidade de mudar alguma coisa ao nosso redor. São separações, trocas de emprego, términos de namoro, brigas com amigas, aquisição de imóvel, um novo carro… acontecimentos que sinalizam, de maneira material ou não, que as coisas não estão mais como antes. Nessa hora logo surge aquela vontade de passar isso tudo para o visual, já que ele representa de forma mais que profunda toda realidade.


Tudo é muito poético… a questão da mudança, da transformação, do desprendimento, mas alterações drásticas podem gerar resultados não lá muito agradáveis. Coloque na sua mente que é preciso pensar e analisar a real necessidade desse novo look, de uma possível nova tatuagem, reformulação da decoração da casa ou mesmo uma viagem cujo o investimento será boa parte ou mesmo toda sua poupança. Pra que e porque buscamos essas mudanças?! Para sair da rotina?! Para se sentir melhor?! Ou, seria por vontade de fugir da dolorosa realidade?!

Porque algumas mudanças que acontecem são ótimas e empolgantes, dando aquele gás maravilhoso pra vida… só que outras doem até e ao invés de tentar cobrir a dor se faz igualmente interessante tentar aprender com tudo o que está acontecendo, num processo de auto-conhecimento.

Então é o seguinte. Acho que é bem válido pensar duas vezes antes de mudar muito de repente algo de sua vida… porque quando a transformação se prende a corte de cabelo, tudo bem…. mas a situação pode acabar piorando se a atitude impensada tiver o poder de impactar muito profundamente sua vida.

Questão de Quantidade

Um dia disse aqui que devemos pensar também no nosso guarda-roupa de fim de semana e dias de descanso, tentando fugir das roupas de trabalho nos momentos de lazer. Por ai já se cria, naturalmente, a concepção de dois guarda-roupas separados na vida – sendo que um atende ao trabalho e outro aos dias de diversão. Bom, a história não é tão cruel assim.

O que se deve ter em mente é que devemos pensar em proporções, numa forma simples e prática de suprir todas as necessidades, de segunda à segunda, sem que nada (ou quase nada) falte ou sobre.

Pense: o que você mais faz na sua vida?! Entre trabalho, festas, exercícios físicos, cuidados com a casa e momentos de abstração total… o que mais ocupa seu tempo?! Crie essa lista mental ou mesmo coloque as informações no papel para visualizar como você divide seu tempo e, por consequência, as roupas que usa. Do que você mais precisa?! Veja que a questão é toda muito pessoal e vai depender mesmo apenas da sua rotina.

A partir disso dê uma olhada ou pensada nas roupas que você possui e veja se as quantidades estão pertinentes a sua realidade. Você nunca vai a academia, mas possui inúmeros conjuntos de ginástica?! Bom, há algo errado. Você trabalha seis dias por semana, mas possui muito mais roupas de festa do que de aquelas usadas na sua profissão?! Uhm, vejamos… também há algo errado.

As vezes criamos ou alimentamos aquela ideia de que é preciso ter muito daquilo que gostamos, deixando de lado o que não nos deixa tão empolgados… então acumulamos um enorme volume de ‘peças fantasia’ que alimentam a sensação de uma vida muito diferente da realidade. O clássico guarda-roupa fantasma, que dá vida a ilusão. Mas… não seria mais prático abraçar e se divertir com a realidade?! Uhm! Você não curte seu trabalho e se arrasta todos os dias até o escritório, por mera obrigação; vestir-se como uma retirante ameniza sua dor?! Claro que não. Experimente alimentar bem seu guarda-roupa profissional e ganhe pelo menos mais pontos na auto-estima. E veja pelo lado bom… você já sai do trabalho super pronta para um happy-hour. Outro exemplo… Você passa o dia cuidando das crianças, naquela correria que mistura vida de motorista à baba e educadora; pra que se vestir de forma largada?! Coloque algo confortável e prático e veja os olhinhos de seu marido e filhos saltarem de orgulho – sem contar que vestir bem chega a ser uma questão de amor próprio.

Olha, ainda preciso dizer que vestir bem não está ligado a quantidade e nem luxo. Um conjunto de plush pode ser lindo, se estiver de acordo com a situação; da mesma forma um vestido maravilhoso pode ficar ridículo se usado no momento errado. Entendem onde eu quero chegar?! Ligar proporções à realidade apenas serve para amenizar chateações do dia-a-dia, enfeitando sua rotina com coisas bonitas que alegram a vida. Abra seu guarda-roupa, abra a mente, e veja se tudo está compatível a sua realidade… a partir disso será mais fácil suprir suas necessidades.

De nada adianta…

Porque de nada adianta a bolsa ser uma Chanel se o look, por completo, é um desastre digno de ser apresentado em aulas de etiqueta/beleza/vestimenta – como ‘não use’, por favor!

A roupa está muito ajustada, a composição é suspeita, o short é muito curto e a combinação decotão mais perna de fora (mesmo com meia calça) é muito vulgar! Chega a dar medinho. Não é lá uma roupa que eu gosto, sem querer criticar o gosto pessoal de Viviane Araújo, que não faz mesmo o meu estilo mas ela poderia ter sido mais feliz ainda apostando nessa coisa ousaaaada, sexy e sensual. Vivi, me passa essa sua bolsa como pagamento que a gente resolve rapidinho seu problema!

Agora… a bolsa é uma Chanel, né?! Não sou nenhuma it girl pra adivinhar assim de longe, só que parece bem uma 2.55… e bala na agulha é o que não falta para a moçoila.

Não vale o desconto…

Para os amantes de clubes de desconto, uma orientação importante. Muitas, mas muitas mesmo (!!!) das peças atualmente comercializadas são de coleções tão antigas que chegam a carregar cheiro de mofo. Pode-se notar que as peças de tempo em tempo entram e saem, pulando de uma loja virtual para outra. O pior?! Grande parte das vezes tais produtos são marcados por estampas super datadas que gritam a validade daquela coleção… sem contar as linhas e modelagens que carregam as tendências de muitas temporadas passadas.


Comprar com desconto é ótimo e muito bom, mas a gente sabe que só vale a pena quando o preço baixo corresponde a data de validade fashion da peça e também a sua real utilidade no seu guarda-roupa.

Atente-se e fuja de prejuízos e decepções.

Podem falar…

O Conversinha Fashion vai passar por mudanças, mas não só ele. Todo o meu trabalho vai mudar, ao menos visualmente. Só que preciso e quero muito a opinião de vocês… e de qualquer pessoa que tenha algo a dizer. Pode falar bem, falar mal, elogiar, criticar… vou tentar não chorar com as reclamaões ando muito sentimental. Mas, enfim… o que vocês querem ver no Conversinha?! O que vocês esperam de um blog de moda?! O que está bom?! E o que está ruim?! Uhm, me contem. Bem bapo de amigas mesmo.

Vale escrever nos comentários ou me mandar emails, que terei o maior prazer em ler e responder.
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Um abraço!