Blog

Quando a interferência vai além da roupa…

Muitas vezes, mais comum do que se imagina, opta-se por interferências drásticas no corpo em busca de um visual mais adequado a determinadas ambições e desejos pessoais. Nas cirurgias plásticas mulheres investem toda a sua expectativa de ter um corpo perfeito, acreditando que caimento perfeito ou horas na academia não são suficientes para adaptar o corpo aos padrões. Talvez seja verdade. No entanto o que mais se sabe por ai é que se jogar na mesa de cirurgia não é algo assim tão simples, sendo preciso grande análise e muita paciência antes de escolher por uma lipoaspiração, um implante de silicone ou um lifting facial. Além de saber se você quer mesmo aquilo é necessário pesquisar desde profissionais mais adequados à detalhes sobre a recuperação que vai muito além do pós-operatório.

Antes de tudo, se pergunte: eu quero mesmo passar por esse processo?! Porque muitas vezes somos levados pelo discurso dos próximos ou da sociedade que incute em nossas cabeças que, por exemplo, peito pequeno é feio. Olha, tudo é muito relativo. Não faça nunca uma plástica por pressão de namorado/marido ou por comentários de amigas/familiares. Se for o que você quer, o que você precisa, tudo bem. Vá para a segunda fase.

Pesquise a exaustão o currículo do médico que for lhe operar, e antes mesmo de tomar qualquer decisão observe as possibilidades… os profissionais disponíveis. Procure pacientes, converse com outros médicos de outras áreas e veja sempre se tudo está certinho quanto a formação e participação no conselho dos médicos. Preocupe-se com o pré-operatório e faça todos os exames solicitados… caso o médico não peça nenhuma exame, desconfie e muito! Que tipo de profissional é esse?! Inclua ai uma visita ao anestesista e um questionário detalhado sobre seu estilo de vida. Acredite em mim: um bom médico se preocupa com sua saúde e não vai lhe operar caso você apresente algum risco de complicações… tudo o que ele quer são bons resultados – estéticos e tudo mais.

Outra dica, um tanto quanto relativa: não agrade logo de cara de médicos de fácil acesso – digo aqueles para os quais é possível marcar consulta/cirurgia para o outro dia. Bons médicos são, geralmente, mais competentes e por tal razão mais requisitados já que carregam no currículo um grande volume de operações. Além disso, bons médicos não empurram plástica em ninguém. Se você for em busca de uma rinoplastia e o doutor lhe oferecer várias outras coisas não aceite apenas porque ele quer lhe vender um suposto ‘pacote completo’. Quanto maior o número de procedimentos mais difícil a recuperação e mais pesada a invasão no seu corpo.

Agora, uma opinião pessoal. Não opere fora de hospitais e pense muito no caso das clínicas. Algumas são ótimas, já outras… Cirurgias são interferências super drásticas que abrem as portas para possíveis complicações e infecções. Respeite a recuperação e respeite seu corpo. Muitas vezes marcas e cicatrizes não são culpa do médico…. são culpa do paciente que, ao invés de ficar quietinho tjá vai logo correndo para a academia ou pula massagens e afins. Já vi coisas horríveis por ai. Respeite sua idade e não passe por algo do tipo só para perder 2kg de gordura…. respeite sua vida e não fume ou beba dias antes da plástica… pare de tomar pílula e atente-se para a alimentação. No mais, caso seja algo importante para você, vá com tudo e com todos os cuidados possíveis e impossíveis. A internet está ai repleta de boas orientação… assim como as revistas que estão salpicando o assunto devido ao crescente número de acidentes por conta de médicos criminosos. Verifique se seu médico está na lista da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e seja feliz – com a certeza de que tudo conspira a favor de um maravilhoso retorno visual com grande final feliz.

O Estilo das Blogueiras Famosas

Elas são badaladas. Acumulam alguns milhares de acessos diários e influenciam leitoras de todos os cantos do país. Suas opiniões são levadas a sério ,e em cada foto, olhares atentos tentam interpretar mais sobre o estilo e a forma de vestir dessas blogueiras disputadas. De carreiras diversas, vindas de lugares distintos, elas não economizam posts e passam para nós, aqui, um pouco mais sobre o que pensam sobre moda, roupas, compras e estilo pessoal – contribuindo ainda mais para o universo fashionista.

O Conversinha Fashion entrevistou Lú Ferreira, Cris Guerra, Ale Gratonni, Camila Coutinho e Paula Pfeifer.

Lú Ferreira é nossa chata predileta e conta que quando criança era gordinha, usava óculos e aparelho. Dá pra imaginar?! Após emagrecer, e com a passagem dos anos, se viu livre do tratamendo dentário, trocou os óculos por lentes e se jogou nas maquiagens e tinturas de cabelo. Lá pelos 13 anos mudou de visual de uma hora pra outra e começou a desenvolver seu vício por sapatos. Desse tempo para cá refinou seu estilo e sua imagem e passou a postar no Chata de Galocha muitas das suas críticas que servem como referência para a mulherada.

Sobre compras, Lú hoje é mega controlada. Ela monta uma listinha mental do que precisa encontrar, tudo isso para não perder o foco… mas nem por isso não se joga, vez ou outra, numa paixão de vitrine… daquelas que, de acordo com ela, são impossíveis de esquecer. Seus maiores investimentos estão, atualmente, nos acessórios e não nas roupas já que eles mudam totalmente um visual. Serve de dica, hein?!

Nas suas listas de compra não entram peças que mostram a barriga, com recortes ou coisas do tipo; nada, também, de roupas exageradamente artesanais, com contas ou bordados rústicos que não combinam com sua personalidade. Para se ver livre daquilo que já não usa mais Lú se diz louca para juntar as amigas e fazer um super dia de bazar, promovendo uma super troca de peças que mal saíram do guarda-roupa. Por enquanto suas roupas vão para a mãe que arruma uma forma misteriosa de dar fim nessas peças que já não lhe são mais interessantes. Coisas de mãe.

Em busca por ícones de estilo aqui nas terras brasileiras a Chata, com todo respeito, citou apenas Carolina Dieckmann, já que a mulher brasileira é geralmente muito sexy, muito saltão, cabelão e make over… aparentemente, tudo muito exagerado. Para ela é deselegante a pessoa não se preocupar com a roupa em grandes ocaisões, como casamentos e formaturas; é preciso investir no evento, em respeito a quem organizou a reunião ou festa. Nas palavras da Lú, é mecessário “aceitar o convite por completo e isso quer dizer se vestir adequadamente também”. Na contramão as pessoas chiques são aquelas com estilo bem definido, que conseguem estar bem em todas as situações sem perder a essência de seu estilo.

Lú Ferreira, designer gráfica, escreve diariamente no Chata de Galocha – falando sobre maquiagem, beleza, lugares para conhecer, moda e compras (das físicas às virtuais).

A Cris Guerra apresenta diariamente seus looks, servindo como inspiração e referência para as muitas garotas e mulheres que acompanham o seu Hoje Vou Assim. Ela repete peças, muda as composições e se mantem fiel a sua linha de imagem – dando aulas reais e palpáveis de coordenação e composição.

A Cris gosta de ver seu guarda-roupa se renovando e para isso mistura suas aquisições às peças que ganha. Ao ir as compras busca qualidade e fidelidade a seu estilo… já que ao longo do tempo percebeu que acontece de se perder muito dinheiro comprando coisas baratas que não duram no armário. Isso é fato Cris. Ela sabe da responsa que tem por inspirar mulheres que encontram na sua forma de vestir uma referência de estilo.

Apesar de ter um grande acervo de roupas no seu guarda-roupa não entram calças de cintura altíssima, ombreiras ou sandálias abotinadas, mas deselegantes mesmo são aquelas peças adquiridas apenas por serem “tendência”. Um ícone de estilo para chamar de seu, aqui em terras brasileira, é Carolina Ferraz… além de Julia Petit e Contanza Pascolato.

Cris Guerra trabalha em agência de publicidade e ganhou, no último ano, o prêmio Chic de melhor blog do ano.

A Ale Garanttoni é uma perfeita it girl. Chique, linda e simpática conquista a todos com seu guia de referências para se aventurar no universo it – além de um senso crítico absurdamente equilibrado e coeso. No seu It Girls estão dicas seguidas por garotas de todo o país que encontram nela uma amiga virtual, daquelas que tudo entende sobre as coisas boas da vida.

Ale lembra que quando adolescente era no seu armário que as amigas paravam antes das festinhas; mesmo sem saber ela já gostava de roupas, apurando seu estilo depois de adulta. Já foi consumista ao extremo e não voltava pra casa sem ao menos uma sacolinha; hoje a história é outra e de forma metódica elabora listas semestrais do que quer e precisa comprar. Prefere comprar menos peças e, assim, investir mais em cada nova aquisição.

Nas suas listinhas nunca entram as tendências que estão em todos os lugares e que de tão datadas apenas irão durar uma única estação. Básica, adepta dos clássicos, não sente a menor vontade de sair por ai inventando novas modas e acredita que aqui no país as melhores referências de estilo estão nas ruas e não nas grandes celebridades.

Ale pratica muito o desapego e é viciada em grandes limpas nos armários. Organizada ao extremo detesta acumular muita coisa e, por gosto mesmo, faz a limpa até mesmo no guarda-roupa da mãe. Seu desapego não se prende as roupas e se estende a maquiagem e produtos de beleza.

Deselegante para essa colaboradora da Vogue e da Vogue RG (formada em administração de empresas e especialista em Jornalismo de Moda) é a falta de educação que pode ser encontrada nas roupas, de forma corporal, quando alguém usa algo que simplesmente não cai bem para seu corpo. Já os clássicos costumam ser, sempre, chiques.

Dentro de um universo todo pop, mas nem por isso menos “bem vestido” está Camila Coutinho que é sucesso com seu Garotas Estúpidas. A estudante de moda carrega uma legião de leitoras ávidas por seus pitacos nos looks dos famosos e suas dicas para como incorporar esse ou aquele jeito de vestir. Seu interesse pela moda não veio de ontem; quando pequena era vista como perua pelos colegas do colégio, já que adorava se montar e se maquiar. Com o tempo veio o interesse pelas compras que podem ser feitas em lojas grifadas ou mesmo em brechós e redes de departamento. Bota pata de bode, barriga de fora e sandália anabela nunca entrariam em seu guarda-roupa.

Não se sente um ícone de estilo, mas sabe que influencia muitas garotas que buscam no seu blog referências, novidades e dicas de compra. Adora o estilo da Julia Petit, Mônica Salgado e Victoria Ceridono e acreditar ser super importante praticar o desapego como uma forma de organização. Deselagante para Camila é quem não considera seu corpo, usando peças que não valorizam; chique é quem consegue se vestir com poucas e boas peças, complementando o visual com acessórios “baphos”.


A Paula Pfeifer é dona de um blog que faz jus a sua pessoa. Sweetest Person fala sobre moda, maquiagem, beleza, literatura e tudo mais. Em meio a mil e uma promoções e parcerias bacanas muitas referências de estilo – para inspirar e animar a sonhar um pouco mais alto, fashionistamente falando. No entanto para Paula toda essa curiosidade quanto a moda é, de certa forma, recente. Quando novinha adorava esportes e amava tênis, sendo que só a partir do segundo grau (do colégio) começou a ser mais mulherzinha… nesse sentido de prestar atenção à própria imagem.

Suas compras são feitas apenas quando precisa muito de alguma coisa, fugindo dos baratos demais e também dos tais caríssimos; seu foco é o meio terno no qual sabe que qualidade e durabilidade suprirão suas necessidades. Entre tais necessidades não estão roupas brancas e peças que não lhe favorecem – leia-se babados, balonês, frufrus e super decotados. Quando algo não mais lhe satisfaz a Paula vai logo praticando o desapego, afinal ela doa tudo o que não usa mais. Seu lema?! “Comprou uma, doe duas”. Coisa para copiar e colocar em prática. Mas sua dificuldade, ou seu ponto fraco, estão nos sapatos… os quais ela diz que desapega chorando.

No campo das brasileiras que serviriam como referência de estilo mais uma vez é citada a falta de tais nomes, já que as mulheres por aqui ousam pouco e pecam pelo excesso de sensualidade ao vestir. Para alguém ser chique seria necessário te
r personalidade e se vestir de acordo com seu estilo; deselegante seria ser a cópia de algo ou de alguém.

Vale lembrar que Paula Pfeifer é formada em Ciências Sociais (!).

O que a gente pôde perceber é que todas essas blogueiras possuem personalidade própria, claro, não se prendendo a rótulos e imagens óbvias. Entre as opiniões que batem estão a importância de se praticar o desapego e a falta de mulheres brasileiras que sirvam como grande ícone de estilo. Mais do que uma questão de se vestir bem foi colocada em voga, várias vezes, a necessidade de adequar suas roupas à sua silhueta, sem querer se deixar levar por tendências apenas pelo fatos delas serem algo importo, algumas vezes, como obrigatório. Os blogs dessas garotas/mulheres merece a visita, assim como suas opiniões merecem todo o respeito. O Conversinha Fashion agradece muito o tempo dispensado na certeza de que Lú, Camila, Cris, Paula e Ale não são inspirações por mero acaso.

Entendendo os anos 80…

Um pouquinho de história da moda é sempre bom. Já é fato que os anos 80 são tendência e, com eles, volta a reinar (mesmo que de forma tímida) referências que já fizeram grande sucesso a algumas, não muitas, décadas atrás. Porque a gente sabe que a moda é cíclica, assim como tudo na vida. 


Os anos 80 ficaram conhecidos como a era dos contrastes, reunindo consumismo exagerado, total dedicação a profissão e vontade de viver a vida loucamente. Extremos: essa é a palavra que define melhor esse tempo onde a tecnologia japonesa avançava rapidamente e não haviam limites para novas descobertas – dos tecidos à bens de consumo. Bom, assim se pensava.

Tudo começa com os Baby Boomers que foram criados e educados numa nova perspectiva de vida. Work Hard, Play Hard. Trabalhe muito, mas se divirta mais ainda. Pairava a pergunta no ar: por que economizar?! As coisas vão bem. Então, gaste! Dressed for Success. Ou seja, havia toda um união de grande esforço com enorme merecimento; as pessoas se dedicavam intensamente  as suas profissões e até mesmo por isso compravam o divertimento e luxo como coisas do seu cotidiano. [Não combina com o perfil da atualidade?! Trabalhamos 12, 15 horas por dia para ter como comprar aquelas certas futilidades que não poderíamos ter de outras formas].

Como símbolo a década teve a figura do yuppie, leia-se young urban professional; veste-se em busca de poder e leva a vida com ambição e diversão. As mulheres abraçam de vez as calças e copiam ainda mais o look profissional dos homens, enquanto estes encontram os prazeres da vaidade. Para as ambiciosas garotas adultas, que querem seu lugar dentro do ambiente coorporativo, imagine ombros demarcados… enquanto isso os homens brincam com detalhes mais ousados, como é o caso do sapato bicolor. Percebe-se nesse ponto o motivo dos ombros salientados, valorizando a silhueta triângulo invertido; tal forma ressalta poder, autoridade, vontade de ser vista em condições iguais aos homens… buscando não apenas remuneração semelhante mas também o mesmo respeito dentro das empresas nas quais estão inseridas. Mas, o interessante, é que a mulher não esquece sua feminilidade e se mantêm firme a seu gênero. Leia-se Madonna que representa totalmente a figura feminina yuppie ‘Cause we’re living in a material world, and I am a material gir’.

Relacionamentos instáveis e o comprometimento apenas com o trabalho gera um novo panorama na sociedade americanas – que se reflete em todo o mundo.

Caminhando para a noite, que nunca acaba, figuras exageradas e enlouquecidas se aventuram nas formas godês, fofas, em silhueta balão e exagerada. Cores vivas, tecidos brilhantes, silhueta triângulo invertido de forma ainda mais arquitetônica, mas talvez não tão rígida. Vontade de curtir a vida, de aproveitar cada instante de um momento perfeito… com um corpo merecidamente perfeito. 

Abraçando os excessos característicos da época está a febre do fitness e body building com roupas de lycra e extrema vitalidade. A vaidade masculina encontra seu auge ao mesmo tempo em que as mulheres parecem estar ainda mais preocupadas com o físico. Mulheres se masculinizam e homens encontram a feminilidade. Algo assim.
Os estilistas passam as ser filhos do marketing, preocupando em transmitir uma imagem condizente com suas crenças. Entre exemplos de representantes dos yuppies imagine Giorgio Armani, Hugo Boss, Calvin Klein, Donna Karen e Ralph Lauren; já na onda do exagero Vivienne Westwood e Jean Paul Gaultier. Enquanto isso Azzedine Alaïa era ‘o rei do stretch’.  Ícones da Época?! Inúmeros e extremamente importantes para quem quer entender o que se passava. Na músicaMichael Jackson, Madonna, Prince e o enorme sucesso das séries televisivas como Dallas e MiamiVice, além de StarWars e vários outros filmes que marcaram não apenas a época mas também a moda… FlashDance, Dirty Dancing e Fame. Musicais e mais musicais. Essa década, mais do que as outras, precisa de trilha sonora. 

Além do yuppies fala-se do black movement dos anos 60 que ressurge como Black is Beautiful – principalmente na música e na dança. Imagine o break dance misturado a roupas de ginástica, nos estilo Adidas dos pés a cabeça (tendo também Reebok, Nike e tudo mais). Disso a onda caminha até a house music, mantendo o gosto pelo ritmo e pelo culto ao corpo. Não há como negar que durante a década o corpo ganhou muito mais vida, não apenas como cabide de vestimentas mas também como poderosa forma de expressão silenciosa (leia-se dança e moda)

Em meados da década de 80 a empolgação se quebra um pouco devido a doenças que se espalham… sem contar Chernobyl e o crescimento estrondoso do buraco na camada de ozono. No final da década, é o fim do luxo e da ostentação com o colapso da bolsa em 1987 (black monday). As pessoas deixam de ser tão egoístas e passam a se preocupar realmente com o futuro do planeta. Começa a guerra contra o uso de peles e também a necessidade de ajudar o outro… os chamados desconhecidos desamparados. Para tal, lembre do Live Aid

Com tudo isso, com esse enorme volume de informação que não chega nem a ser um pouquinho do que aconteceu (afinal é difícil resumir uma década, seja ela movimen
tada ou não) dá para sentir de onde surgem essas inspirações que não estão apenas nas passarelas das semanas de moda que fervilham por ai… estão também, e já, nas ruas. Mulheres e homens cultuam seus corpos e se preocupam exageradamente com o visual; nós, mulheres, buscamos nos igualar aos homens trilhando um caminho muito mais longo do que se imaginava a três décadas atrás. O luxo está em todos os lugares e parece ser um mal necessário, disseminado por grandes grifes que vendem não apenas seus produtos mas também todo um estilo de vida que se faz mágico por entre as vitrines e editoriais. Cultuamos series televisivas e delas retiramos inspirações para vestir e portar. É claro, não se trata da volta dos anos 80 de forma literal… parece ser apenas uma nova onda que corresponde a um momento de certa forma semelhante ao vivido anteriormente. Ainda é muito cedo para prever o que vai acontecer, mas sabemos que a década de 80 não apareceu novamente de graça. Como sempre trata-se de uma resposta aos acontecimentos atuais. O que?! Os yuppies estão ai entre seus 40, 50, 60 anos vivendo seu melhor momento e loucos para influenciar mais uma era.