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Criando Curvas

Nem todas as mulheres possuem a clássica silhueta brasileira, cheia de curvas e formas que acabam por impossibilitar certos exageros no momento do vestir; existe aquela parcela, relativamente expressiva, que é magrinha e sequinha – sem cintura, quadril ou busto marcados. A notícia boa é que com modelagens e padrões bem pensados é capaz de se criar a ilusão de um corpo bem mais cheio de movimento e bossa, com o qual é capaz de abusar ao máximo da moda com tudo o que ela possui de diferente e bacana – nos mais diversos estilos.


Mulheres magrinhas e com poucas curvas, ou nenhuma, devem pensar sempre em volumes reais ou mesmo visuais; estampas, texturas, peças com plissados ou pregueados que desenham quadril, coxas grossas, busto cheio ou formas voluptuosas. Entre os comprimentos vale brincar muito com os minis e midi, unidos à calçados de gáspea fechada que ajudam a engrossas um pouquinho as coxas; além disso, pense em comprimentos diferenciados, fugindo do longo ou curto como regra única. Para as modelagens, pense em ideias abauladas mas sempre cuidando para não criar o visual pacotinho inflado. Ou seja, escolha uma porção da silhueta para jogar volume e na outra deixe uma peça mais sequinha, estampada ou com textura, que complemente seu objetivo.


Trabalhar com sobreposições também é muito indicado, pois ajuda a agregar volume sem ficar bagunçado demais… porque de nada vale aquela ideia de que roupas largas dão peso ao corpo e criam curvas… porque elas agregam sim volume, mas de maneira bagunçada e nada positiva.

Além disso, imagine amarrações, aplicações, acessórios pontuais ou complementos que fazem toda a diferença – como é o caso das meias finas/grossas. Estampas grandes demais podem pesar na silhueta, mas as de tamanho mediano com cores funcionam muito bem para deixar aquela impressão de corpo cheio. E, em tudo, busque cortes horizontais que vão gerando aquela sensação de fatias bem marcadinhas que dão a sensação de quadril + cintura + busto, e não uma massa única.

No geral, a ideia é a seguinte: volumes, texturas e detalhes. Formas limpinhas demais, só de tons neutros, acabam por gerar aquela impressão de looonga linha vertical que é ótima para quem quer emagrecer, visualmente, mas não pra quem quer ficar mais voluptuosa; jogar com tons claros também é interessante, assim como o uso de transparências. Ou seja: ousadia!

Por um Final de Semana mais Colorido…

Se chega o final de semana o momento é de colocar cor e alegria no visual. Trabalhamos, estudamos, batalhamos a semana toda e nos dias de descanso, ou lazer, vale muito apostar em tons e texturas divertidas que lhe auxiliam a entrar no clima de descontração.

O que vemos muito por ai são dois tipos de comportamentos distintos, mas que igualmente não funcionam bem (na vida). Algumas pessoas tendem a fazer do seu visual de sábado e domingo uma extensão do seu visual semanal, continuando a vestir as mesmas roupas ‘de trabalho’, só que em versões desarrumadas e muitas vezes até mesmo infelizes; algumas outras pessoas vão pelo caminho do conforto pleno e se jogam em peças velhas e desbotadas como forma de mofar, em busca de um relaxamento físico e mental. Bom, acho que felizes são aqueles que conseguem misturar conforto e diferenciação em peças gostosas mas ainda assim envolventes, onde estampas coloridas, comprimentos inusitados e formados pouco comuns no dia-a-dia surgem. Não se trata de se vestir feito uma louca, mas sim de transferir para suas vestimentas um pouco de seu desejo de libertação. Bem assim mesmo.

Mas e na prática, como funciona?! Deixe de lado suas calças de alfaiataria, suas camisas, blazers ou mesmo as roupas brancas para o pessoal da área médica; vá na linha contrária daquilo que constrói seu guarda-roupa profissional. Durante seus momentos de lazer você pode e deve investir em decotes mais ousados, vestidos mais curtos, shorts, rasteirinhas e regatas soltinhas em estampas divertidas ou sensuais; vale apostar na transparência, assim como em sobreposições com cara de maluca – lembrando sempre da linha ténue e fina que separa a sensualidade da ‘vagabundagem’ por favor, me perdoem a palavra mas eu não podia perder essa… E deixe de lado aquela sua bolsa pesada onde você carrega agenda, caderno, canetas e mil coisas úteis no trabalho… deixe seus emails de lado e concentre-se em pessoas, em momentos reais que não vão prejudicar sua carreira ou fazer de você um péssima profissional. O que acontece é que vivenciar boas coisas, se divertir, apenas alimentará sua mente com bons sentimentos que lhe darão força total e super ânimo para enfrentar cheia de gás a semana que vai começar. Com isso ficará menos pesado o dia do trabalho e você estará renovada – de corpo e alma.

Ah! Se seus dias de descanso e diversão não são nem sábado e nem domingo vale extender essa dica pras segundas, terças… porque cada um com sua rotina, cada qual com sua forma de levar a vida. O que importa é não deixar de curtir bons momentos e saber a hora de deixar de lado seu dresscode profissional.

Corpos em forma de Triângulo

Entre os muitos tipos de corpos e silhuetas estão aqueles caracterizados por triângulos – invertidos ou normais. As mulheres de corpo triângulo, padrão, são aquelas de pernas grossas e quadril largo, enquanto o tronco e busco são estreitos e delicados. Já as mulheres de corpo triângulo invertido são aquelas que possuem muito busto e ombros largos, enquanto coxas são finas e quadril estreito. O que se vê, em ambos os casos, é a necessidade de se equilibrar o peso visual em busca de uma silhueta coesa e harmônica. Tarefa fácil e simples, não é… mas também não é algo impossível de se obter.

Para as mulheres de corpo triângulo vale investir em formas lisas e com poucos detalhes na porção inferior da silhueta, focando em modelagens limpas e longas. Trabalhe com saias estruturadas de formato evasê ou mesmo com leves e discretos godês, principalmente se fluidos. A ideia é fazer com que o volume do quadril e das coxas pareça sair da roupa e não da sua própria silhueta – para tal é bom ter em mente roupas que não sejam muito agarradas. Comprimentos indeterminados, como as calças capri ou saias longuete que encurtam as pernas e com isso fazem com que o quadril pareça ainda maior; trabalhe, então, com os comprimentos longos, medianos ou mesmo mini – dependendo da situação e de outros fatores que nem precisamos citar.

Na parte de cima do corpo jogue com peças detalhadas, estampadas, de cores atraentes que façam com que tronco e colo cresçam e chamem mais atenção. Detalhes ou acessórios num ponto alto do corpo alongam a silhueta e fazem com que a mesma pareça mais magra – no entanto se faz possível trabalhar com certos volumes próximos ao busto, que podem sair de lenços, colares, aplicações em blusas ou mesmo sobreposições de jaquetas e tops que manipulem bem essa questão de deixar coeso o peso visual.

Já as mulheres de corpo triângulo invertido devem ter em mente um pensamento e uma visão bem contrária, sem deixar de lado a questão essencial de se alongar, muito, a silhueta. Quem não quer ficar mais alta?! Trabalhe com saias, calças ou vestidos de forma mais detalhada e chamativa na porção inferior, enquanto as peças superiores precisam sem bem sequinhas e limpinhas, garantindo que mais volume visual não seja acoplado no busto e no tronco.

Para não deixar o busto muito pesado não se esqueça de jogar com decotes, mesmo que mínimos que abrem a postura e deixam em voga toda sua feminilidade. Pensar que modelagens largas e amplas disfarçam muito busto é um grande erro, por isso preze sempre por corte ajustados – mas não agarrados. Na parte de baixo do corpo pode-se ainda pensar em comprimentos cortados, saias amplas estampadas, bermudas ou tudo aquilo que faça com que seu quadril (bumbum e tudo mais) pareçam maiores).

Nesse jogo de triângulo x triângulo invertido nunca se pode esquecer que não é apenas isso, ou tal análise, que determina se uma roupa vai lhe cair bem ou não. Há de se pensar ainda na sua estatura, forma física, características pontuais (cinturinha, bumbum, braços, postura…) que são mega complementos das análises iniciais pelas quais se faz a estruturação de um estudo de biotipo.

Não vale se prender a imagens idealizadas de forma a querer que suas coxas finas fiquem grossas de uma hora pra outra. Nada disso. Nesse processo de aceitação vale encarar de frente a realidade e ir em busca de formas que lhe façam se sentir bem com o corpo que você têm – ou seja: roupas que lhe dêem o conforto e a confiança necessária para que você se sinta sempre bela com sua imagem. A razão dos esqueletos?! Porque podemos emagrecer, engordar, passar olhas malhando ou fazendo massagens mil que nossa estrutura corporal será sempre a mesma. Fato. Certas coisas estão fora do nosso controle.

Acertando no Casaco

Comprar o casaco perfeito pode parecer tarefa simples quando o orçamento está cooperando, no entanto tal escolha não depende apenas de grife, do desconto ou do seu design para se acertar. Caimento e adequação às suas formas são fatores essenciais para a escolha – fatores os quais são geralmente esquecidos ou deixados de lado.

Não há como negar que a aquisição de um casaco, seja ele blazer, japona, capa, perfecto ou trench-coat, é muito mais complicada do que a compra de um vestido ou uma calça porque o volume de detalhes a se analisar é um tanto quanto maior e mais complicado. O lado bom?! Existem algumas adaptações ou consertos que facilitam muito o resultado final.

Observe quatro detalhes: comprimento, caimento, corte e textura. No primeiro caso o comprimento deve ser aquele que mais favorece sua silhueta ou mesmo aquele que seja mais condizente com o estilo da peça – podendo ir desde os mais curtos aos mais longos, tendo em mente que o comprimento padrão é aquele que termina logo no começo da linha dos quadris. Já o caimento vai bem da qualidade da peça, estando atado à questão da costura e do material – sem deixar de lado a mão de obra que deve ser qualificada. O corte é outro fator muito importante, estando ligado à tendências e também a gosto pessoal; mas vale lembrar que uma peça acinturada sempre valoriza mais a silhueta feminina, de forma a deixá-la mais voluptuosa. Quanto a textura atente-se ao tecido que compõem a peça, podendo ser desde um casaco mais levinho e fininho à um bem grosso – sendo que no primeiro caso ele não agrega peso visual e no segundo o resultado é contrário.

E entre essas características, detalhes, quais são plausíveis de adaptações?! É possível encurtar a manga, o comprimento do casaco, ajustar um pouquinho lateralmente ou mesmo acinturar bem discretamente. Mas há de se lembrar, sempre, que não se transforma uma peça 44 numa 40 e que existem certos pontos que complicam muito possíveis alterações – entre elas, a existência de forro, de muitos detalhes ou mesmo costureiras despreparadas.

No mais, como saber se o casaco realmente vestiu bem?! A costura da cava deve estar localizada logo na linha dos ombros, nem muito em cima e nem muito em baixo; com os braços flexionados as mangas, quando longas, devem terminar no ossinho do pulso; para conferência de tamanho feche o casaco/paletó e levante os braços, sendo que tal movimento deve acontecer sem dificuldade; botões, zíperes ou fechos quaisquer devem fechar, mesmo que você não vá usá-lo fechado.

Observe se a peça realmente lhe veste bem e veja o custo/benefício, levando em consideração a matéria-prima. Tecidos muito sintéticos tendem a valer menos que os naturais, que vestem melhor e pinicam menos; peças com muitos botões, recortes ou detalhes são naturalmente mais caras, mas nem por isso mais proveitosas; os clássicos são atemporais e merecem umalto investimento, assim como um perfeito corte/caimento. Seguindo certas orientações ainda é possível se dar bem nas liquidações de inverno onde as peças mais caras passam a ter preços relativamente aceitáveis, mas não compre só por comprar uma peça super pesada que vai ficar encalhada em seu guarda-roupa – lhe garantindo boas doses de arrependimento.

Gostaria de agradecer a leitora, querida, que me deu sugestão de post. E aproveito para lembrar que continuarei respondendo todas as dúvidas aqui pelo Conversinha ou por emai
l. Aguardem que é sempre um prazer!

Vestida pra Churras!

Somos convidadas para churrascos com enorme frequência, afinal é uma festa simples de se fazer e ótima para se curtir. Comemorações, celebrações, aniversários, além de outros mil simples motivos para reunir amigos/conhecidos; repleto de comes e bebes gostosos, ao som daquilo que mais movimenta o pessoal, os churras são difíceis de se evitar. Mesmo sendo comum este tipo de acontecimento as dúvidas quanto ao que vestir aparecem e para tal se faz possível, previsível, pensar em certas saídas práticas e fáceis de looks bacanas, pertinentes e ainda assim confortáveis – ideais para churrascos em fazendas, ao redor da piscina, em prédios/condomínios ou seja lá onde for.

Tenha em mente conforto para não passar raiva o tempo todo. Churrascos geralmente acontecem durante o dia, com o solão batendo no rosto ou mesmo esquentando o ambiente; evitar combinações complicadas, produzidas demais, é um ótimo começo para se sentir bem enquanto conversa/bebe/dança e socializa. Maquiagem exagerada, penteados, bolsas gigantes se transformam em dores de cabeça ao passar do tempo… o clima é sempre bem tranquilo, amigável, e é preciso deixar mãos livres para conversas/comilanças sem ter que ficar carregando aquela bolsa gigante.

Formas exageradamente ajustadas ou mesmo decotes muito fartos são complicados; o mesmo há de se dizer de transparências e saltos fininhos… por mais que possam ser a sua cara essa peças/características podem acabar por desencadear numa leitura rasa de seu visual, sabe?! Ninguém quer ser mal interpretado.

O jeans e a sarja entram como texturas perfeitas, seja em shorts, calças ou bermudas. Combinar blusinhas leves ou batinhas é a resposta mais óbvia e nem por isso sem graça; com complementos levinhos, soltinhos, o clima despojado cresce. Se o tempo esfria, fica fácil trabalhar com jaquetas jeans, se a outra peça não for jeans, ou mesmo cardigans levinhos para dar uma aquecida em vestidos de alças delicadas ou mesmo os mais longuinhos. Não dá para esquecer essa peça complementar, de frio, porque quando o sol some as temperaturas tendem a baixar muito… ainda mais se o churras for num local aberto.

Lenços, colares, acessórios de cabelo e sapatinhos baixo dão o tom de sua personalidade – sendo um bom local para se imprimir muito do seu estilo; se você faz mais o tipo marcante dá para trabalhar com óculos de sol (super importantes) ou mesmo sandálias de salto plataforma.

Para quem organiza a festa a roupa deve ser ainda mais prática já que correria é inevitável. De lá pra cá, fazendo a social, não sobra tempo para reclamar sobre dores nas pernas ou desconforto. Quanto a atitude, geral, muito cuidado com as bebidinhas que possuem seu efeito potencializado no calor; comer demais não é feio, contando que isso seja feito de forma discreta (?). Para tal vale fazer um lanche antes de sair de casa, mesmo sabendo que será servido almoço ou algo do tipo.

Bom, é isso. Simples assim, não?!