Michael Jackson

A primeira coluna do Persona Moda, pro Opperaa, que escrevi logo no início do ano passado foi sobre Michael Jackson. Na minha cabeça não havia como imaginar outra figura grandiosa na história da música e do mundo pop que pudesse ser tão significativa, tão marcante e tão confusa ao mesmo tempo. Entender o astro não é algo simples, tanto que até hoje me pego pensando em tudo que perdi sobre a história desse ídolo enquanto eu ainda era muito nova, muito criança… e a cada nova pesquisa, a cada novo olhar, uma descoberta que ora me espanta, ora cativa. Impossível não ficar vidrada nos seus passos ágeis e certeiros; improvável deixar de balançar o esqueleto apenas por um estante ao escutar algum de seus grandes sucessos. Não há como não querer prestar uma mera homenagem a MJ que mesmo entre tantas loucuras cativou tal imensa multidão.


Michael Jackson
(publicado para a coluna Persona Moda, em 11.03.08, no Opperaa)


Um mito se fez através da união de música, dança e moda. Ousado.

Amado e odiado; copiado e imitado até a exaustão. Nas transformações explicitas na face, um reflexo das mudanças impostas pelos cânones da beleza. Do penteado afro, ao liso, seus cabelos apontam um desejo de ser quem não se é – o peso de ser Michael Jackson refletido na pele.

Colorido por cores fortes e contrastantes, sua personalidade sempre abraçou o teatral. Com seu chapéu, levemente jogado sobre o rosto, Michael alimentava e fortalecia o mistério através de seu olhar profundo. Quem dançaria de terno?! Michael Jackson.

As roupas sempre foram aliadas, testemunhas da força e poder deste simbolo.

Sua vida exótica se complementava por um visual nada convencional. Impossível imaginar um reles mortal passeando pelas ruas com seus sapatos de plataforma e bico fino combinados a sua inconfundível luvinha branca.

O astro de Billie Jean, sempre elegante e sofisticado, fez misturas perigosas ao trabalhar com acessórios militares e texturas quase sadomasoquistas como couro e vinil; no break foi alem dos sons e se transformou num modo de vestir e adornar. Grande ícone.

Sua individualidade, expressada através de tramas e texturas, já chamava atenção desde os tempos do Jackson Five. Uma imagem caracterizada pela hoje cobiçada moda de vanguarda, repleta de figurinos que parecem não saber onde começam e onde terminam os palcos. Seus figurinos se entrelaçaram a sua vida e o homem Michal Jackson parece não mais existir.

Uma estrela que nunca se entregou as tendências e armadilhas da moda. Ao contrário, ele as criou. Sua sofisticação emergia em visuais teatrais e dramáticos expostos nos palcos. Até mesmo nos seus momentos mais
controversos, Michael prendia a atenção dos fashionistas que aguardavam ansiosos qual visual apresentaria em encontros com a corte onde ele era julgado, não só por seus atos, mas por ser quem sempre foi.

Michael Jackson, cada vez mais inacessível, promete ainda este ano recriar sua imagem e já apresenta um visual elegantemente clássico e ousado, como sempre. Resta aguardar de qual forma seu retorno afetará as vertentes da moda que parecem, cada vez mais, respirar e absorver todas as transformações oriundas das mais diversas formas de arte.

Marie Antoinette adora Nude!

Quer aprender a combinar nudes e tons pastel?! Veja tal cartela de cores aplicada na prática no filme Marie Antoinette, da Sofia Coppola. Todo mundo já assistiu, claro, mas vale a pena assistir de novo apenas pra roubar inspirações pro verão que chega em breve. Logo, logo post mais explicadinho sobre tons de pele e tudo mais.

Porque ser só It não basta…

Super It Girl a Maria Antonieta. Alguém duvida?!


Vivemos o tempo do ‘it’. It girls, it bags, it blogs… são referências adoradas por muitos que encontram nessas pessoas, lugares ou coisas um interesse comum dentro de determinado grupo. No entanto, entrar na dança de querer ser (ou ter) esse adjetivo no seu universo requer cuidado para que a jogada não dê errado.

Não basta ter itens ou roupas consideradas itens de desejo – é preciso incorporar o estilo, e atitude, para conquistar o respeito e a admiração desejada… aquela digna de uma it girl, por exemplo. Uma Chanel 2.55 pode sim fazer vista, mas você vai passar despercebida se sua confiança e elegância não caminharem junto com o poder da bolsa. Dentro do seu estilo, dentro das suas vontades e dos seus gostos, se faz necessário crescer de forma despojada… vide Vic Ceridono, do Dia de Beauté. Por que ela é considerada uma it girl?! Porque nela não existem rastros de ‘nojentice’… ela solta uma imagem real e possível (nada de artificial) e uma confiança natural, tanto na forma de falar quanto na forma de agir. Combina com ela.

Não queira ser uma cópia de it girl. O que faz de alguém um símbolo ou ícone é a capacidade de moldar sua imagem dentro das suas vontades. Cópias, até mesmo as bem feitas, são meras reproduções que acabam como toscas e nada bem estruturadas. Caso aconteça de você se transformar numa it girl será porque você, dentro do seu jeito, atraiu muitos olhares e passou a servir de inspiração para as pessoas que admiram um conjunto (imagem/atitude/profissão) como o seu.

Não se sinta obrigada a ser uma ir girl. O mundo é feito de pessoas diferentes, cada uma com suas qualidades. Nem todo mundo precisa ser it, ou ser nerd, ou rica, ou ‘chefe’ para encontrar seu lugar ao sol. Tudo bem em ser você, numa versão feliz daquilo que você quer ser… seguindo suas ambições. Não se trata de aceitação mas sim de auto-conhecimento onde você descobre que, talvez, a sua felicidade está em se sentir bem com sua imagem e com sua personalidade sem se preocupar em estampar um falso rótulo em busca de sucesso, fama, coisas do tipo. Novamente, tudo de bom (ou ruim) que vêm é consequência.

Ser só it simplesmente não basta. É preciso ser alguém que pelo que faz ou como faz é admirado. Nisso você não necessariamente será uma it girl, cheia de it coisas… talvez você seja a figura da mulher moderna que alia trabalho à família, ou talvez seja a mulher independente que se vira sozinha com todos os problemas que aparecem pela frente. Existem inúmeras personas que nem sempre são it, mas são reconhecidas, respeitadas, admiradas (ou não) por serem quem querem ser. São médicas, donas de casa, engenheiras, professoras… ah, já deu pra entender né.

Enfim. O que eu quero dizer é que ser só it, não basta. Até mesmo porque quem se transformou em it conseguiu isso provavelmente sem grande planejamento, focando no trabalho ou mesmo em outras coisas que auxiliaram na “conquista” desse título. Faça suas coisas bem feitas, com carinho e boa vontade que a recompensa um dia aparece.

Quando a interferência vai além da roupa…

Muitas vezes, mais comum do que se imagina, opta-se por interferências drásticas no corpo em busca de um visual mais adequado a determinadas ambições e desejos pessoais. Nas cirurgias plásticas mulheres investem toda a sua expectativa de ter um corpo perfeito, acreditando que caimento perfeito ou horas na academia não são suficientes para adaptar o corpo aos padrões. Talvez seja verdade. No entanto o que mais se sabe por ai é que se jogar na mesa de cirurgia não é algo assim tão simples, sendo preciso grande análise e muita paciência antes de escolher por uma lipoaspiração, um implante de silicone ou um lifting facial. Além de saber se você quer mesmo aquilo é necessário pesquisar desde profissionais mais adequados à detalhes sobre a recuperação que vai muito além do pós-operatório.

Antes de tudo, se pergunte: eu quero mesmo passar por esse processo?! Porque muitas vezes somos levados pelo discurso dos próximos ou da sociedade que incute em nossas cabeças que, por exemplo, peito pequeno é feio. Olha, tudo é muito relativo. Não faça nunca uma plástica por pressão de namorado/marido ou por comentários de amigas/familiares. Se for o que você quer, o que você precisa, tudo bem. Vá para a segunda fase.

Pesquise a exaustão o currículo do médico que for lhe operar, e antes mesmo de tomar qualquer decisão observe as possibilidades… os profissionais disponíveis. Procure pacientes, converse com outros médicos de outras áreas e veja sempre se tudo está certinho quanto a formação e participação no conselho dos médicos. Preocupe-se com o pré-operatório e faça todos os exames solicitados… caso o médico não peça nenhuma exame, desconfie e muito! Que tipo de profissional é esse?! Inclua ai uma visita ao anestesista e um questionário detalhado sobre seu estilo de vida. Acredite em mim: um bom médico se preocupa com sua saúde e não vai lhe operar caso você apresente algum risco de complicações… tudo o que ele quer são bons resultados – estéticos e tudo mais.

Outra dica, um tanto quanto relativa: não agrade logo de cara de médicos de fácil acesso – digo aqueles para os quais é possível marcar consulta/cirurgia para o outro dia. Bons médicos são, geralmente, mais competentes e por tal razão mais requisitados já que carregam no currículo um grande volume de operações. Além disso, bons médicos não empurram plástica em ninguém. Se você for em busca de uma rinoplastia e o doutor lhe oferecer várias outras coisas não aceite apenas porque ele quer lhe vender um suposto ‘pacote completo’. Quanto maior o número de procedimentos mais difícil a recuperação e mais pesada a invasão no seu corpo.

Agora, uma opinião pessoal. Não opere fora de hospitais e pense muito no caso das clínicas. Algumas são ótimas, já outras… Cirurgias são interferências super drásticas que abrem as portas para possíveis complicações e infecções. Respeite a recuperação e respeite seu corpo. Muitas vezes marcas e cicatrizes não são culpa do médico…. são culpa do paciente que, ao invés de ficar quietinho tjá vai logo correndo para a academia ou pula massagens e afins. Já vi coisas horríveis por ai. Respeite sua idade e não passe por algo do tipo só para perder 2kg de gordura…. respeite sua vida e não fume ou beba dias antes da plástica… pare de tomar pílula e atente-se para a alimentação. No mais, caso seja algo importante para você, vá com tudo e com todos os cuidados possíveis e impossíveis. A internet está ai repleta de boas orientação… assim como as revistas que estão salpicando o assunto devido ao crescente número de acidentes por conta de médicos criminosos. Verifique se seu médico está na lista da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e seja feliz – com a certeza de que tudo conspira a favor de um maravilhoso retorno visual com grande final feliz.

O Estilo das Blogueiras Famosas

Elas são badaladas. Acumulam alguns milhares de acessos diários e influenciam leitoras de todos os cantos do país. Suas opiniões são levadas a sério ,e em cada foto, olhares atentos tentam interpretar mais sobre o estilo e a forma de vestir dessas blogueiras disputadas. De carreiras diversas, vindas de lugares distintos, elas não economizam posts e passam para nós, aqui, um pouco mais sobre o que pensam sobre moda, roupas, compras e estilo pessoal – contribuindo ainda mais para o universo fashionista.

O Conversinha Fashion entrevistou Lú Ferreira, Cris Guerra, Ale Gratonni, Camila Coutinho e Paula Pfeifer.

Lú Ferreira é nossa chata predileta e conta que quando criança era gordinha, usava óculos e aparelho. Dá pra imaginar?! Após emagrecer, e com a passagem dos anos, se viu livre do tratamendo dentário, trocou os óculos por lentes e se jogou nas maquiagens e tinturas de cabelo. Lá pelos 13 anos mudou de visual de uma hora pra outra e começou a desenvolver seu vício por sapatos. Desse tempo para cá refinou seu estilo e sua imagem e passou a postar no Chata de Galocha muitas das suas críticas que servem como referência para a mulherada.

Sobre compras, Lú hoje é mega controlada. Ela monta uma listinha mental do que precisa encontrar, tudo isso para não perder o foco… mas nem por isso não se joga, vez ou outra, numa paixão de vitrine… daquelas que, de acordo com ela, são impossíveis de esquecer. Seus maiores investimentos estão, atualmente, nos acessórios e não nas roupas já que eles mudam totalmente um visual. Serve de dica, hein?!

Nas suas listas de compra não entram peças que mostram a barriga, com recortes ou coisas do tipo; nada, também, de roupas exageradamente artesanais, com contas ou bordados rústicos que não combinam com sua personalidade. Para se ver livre daquilo que já não usa mais Lú se diz louca para juntar as amigas e fazer um super dia de bazar, promovendo uma super troca de peças que mal saíram do guarda-roupa. Por enquanto suas roupas vão para a mãe que arruma uma forma misteriosa de dar fim nessas peças que já não lhe são mais interessantes. Coisas de mãe.

Em busca por ícones de estilo aqui nas terras brasileiras a Chata, com todo respeito, citou apenas Carolina Dieckmann, já que a mulher brasileira é geralmente muito sexy, muito saltão, cabelão e make over… aparentemente, tudo muito exagerado. Para ela é deselegante a pessoa não se preocupar com a roupa em grandes ocaisões, como casamentos e formaturas; é preciso investir no evento, em respeito a quem organizou a reunião ou festa. Nas palavras da Lú, é mecessário “aceitar o convite por completo e isso quer dizer se vestir adequadamente também”. Na contramão as pessoas chiques são aquelas com estilo bem definido, que conseguem estar bem em todas as situações sem perder a essência de seu estilo.

Lú Ferreira, designer gráfica, escreve diariamente no Chata de Galocha – falando sobre maquiagem, beleza, lugares para conhecer, moda e compras (das físicas às virtuais).

A Cris Guerra apresenta diariamente seus looks, servindo como inspiração e referência para as muitas garotas e mulheres que acompanham o seu Hoje Vou Assim. Ela repete peças, muda as composições e se mantem fiel a sua linha de imagem – dando aulas reais e palpáveis de coordenação e composição.

A Cris gosta de ver seu guarda-roupa se renovando e para isso mistura suas aquisições às peças que ganha. Ao ir as compras busca qualidade e fidelidade a seu estilo… já que ao longo do tempo percebeu que acontece de se perder muito dinheiro comprando coisas baratas que não duram no armário. Isso é fato Cris. Ela sabe da responsa que tem por inspirar mulheres que encontram na sua forma de vestir uma referência de estilo.

Apesar de ter um grande acervo de roupas no seu guarda-roupa não entram calças de cintura altíssima, ombreiras ou sandálias abotinadas, mas deselegantes mesmo são aquelas peças adquiridas apenas por serem “tendência”. Um ícone de estilo para chamar de seu, aqui em terras brasileira, é Carolina Ferraz… além de Julia Petit e Contanza Pascolato.

Cris Guerra trabalha em agência de publicidade e ganhou, no último ano, o prêmio Chic de melhor blog do ano.

A Ale Garanttoni é uma perfeita it girl. Chique, linda e simpática conquista a todos com seu guia de referências para se aventurar no universo it – além de um senso crítico absurdamente equilibrado e coeso. No seu It Girls estão dicas seguidas por garotas de todo o país que encontram nela uma amiga virtual, daquelas que tudo entende sobre as coisas boas da vida.

Ale lembra que quando adolescente era no seu armário que as amigas paravam antes das festinhas; mesmo sem saber ela já gostava de roupas, apurando seu estilo depois de adulta. Já foi consumista ao extremo e não voltava pra casa sem ao menos uma sacolinha; hoje a história é outra e de forma metódica elabora listas semestrais do que quer e precisa comprar. Prefere comprar menos peças e, assim, investir mais em cada nova aquisição.

Nas suas listinhas nunca entram as tendências que estão em todos os lugares e que de tão datadas apenas irão durar uma única estação. Básica, adepta dos clássicos, não sente a menor vontade de sair por ai inventando novas modas e acredita que aqui no país as melhores referências de estilo estão nas ruas e não nas grandes celebridades.

Ale pratica muito o desapego e é viciada em grandes limpas nos armários. Organizada ao extremo detesta acumular muita coisa e, por gosto mesmo, faz a limpa até mesmo no guarda-roupa da mãe. Seu desapego não se prende as roupas e se estende a maquiagem e produtos de beleza.

Deselegante para essa colaboradora da Vogue e da Vogue RG (formada em administração de empresas e especialista em Jornalismo de Moda) é a falta de educação que pode ser encontrada nas roupas, de forma corporal, quando alguém usa algo que simplesmente não cai bem para seu corpo. Já os clássicos costumam ser, sempre, chiques.

Dentro de um universo todo pop, mas nem por isso menos “bem vestido” está Camila Coutinho que é sucesso com seu Garotas Estúpidas. A estudante de moda carrega uma legião de leitoras ávidas por seus pitacos nos looks dos famosos e suas dicas para como incorporar esse ou aquele jeito de vestir. Seu interesse pela moda não veio de ontem; quando pequena era vista como perua pelos colegas do colégio, já que adorava se montar e se maquiar. Com o tempo veio o interesse pelas compras que podem ser feitas em lojas grifadas ou mesmo em brechós e redes de departamento. Bota pata de bode, barriga de fora e sandália anabela nunca entrariam em seu guarda-roupa.

Não se sente um ícone de estilo, mas sabe que influencia muitas garotas que buscam no seu blog referências, novidades e dicas de compra. Adora o estilo da Julia Petit, Mônica Salgado e Victoria Ceridono e acreditar ser super importante praticar o desapego como uma forma de organização. Deselagante para Camila é quem não considera seu corpo, usando peças que não valorizam; chique é quem consegue se vestir com poucas e boas peças, complementando o visual com acessórios “baphos”.


A Paula Pfeifer é dona de um blog que faz jus a sua pessoa. Sweetest Person fala sobre moda, maquiagem, beleza, literatura e tudo mais. Em meio a mil e uma promoções e parcerias bacanas muitas referências de estilo – para inspirar e animar a sonhar um pouco mais alto, fashionistamente falando. No entanto para Paula toda essa curiosidade quanto a moda é, de certa forma, recente. Quando novinha adorava esportes e amava tênis, sendo que só a partir do segundo grau (do colégio) começou a ser mais mulherzinha… nesse sentido de prestar atenção à própria imagem.

Suas compras são feitas apenas quando precisa muito de alguma coisa, fugindo dos baratos demais e também dos tais caríssimos; seu foco é o meio terno no qual sabe que qualidade e durabilidade suprirão suas necessidades. Entre tais necessidades não estão roupas brancas e peças que não lhe favorecem – leia-se babados, balonês, frufrus e super decotados. Quando algo não mais lhe satisfaz a Paula vai logo praticando o desapego, afinal ela doa tudo o que não usa mais. Seu lema?! “Comprou uma, doe duas”. Coisa para copiar e colocar em prática. Mas sua dificuldade, ou seu ponto fraco, estão nos sapatos… os quais ela diz que desapega chorando.

No campo das brasileiras que serviriam como referência de estilo mais uma vez é citada a falta de tais nomes, já que as mulheres por aqui ousam pouco e pecam pelo excesso de sensualidade ao vestir. Para alguém ser chique seria necessário te
r personalidade e se vestir de acordo com seu estilo; deselegante seria ser a cópia de algo ou de alguém.

Vale lembrar que Paula Pfeifer é formada em Ciências Sociais (!).

O que a gente pôde perceber é que todas essas blogueiras possuem personalidade própria, claro, não se prendendo a rótulos e imagens óbvias. Entre as opiniões que batem estão a importância de se praticar o desapego e a falta de mulheres brasileiras que sirvam como grande ícone de estilo. Mais do que uma questão de se vestir bem foi colocada em voga, várias vezes, a necessidade de adequar suas roupas à sua silhueta, sem querer se deixar levar por tendências apenas pelo fatos delas serem algo importo, algumas vezes, como obrigatório. Os blogs dessas garotas/mulheres merece a visita, assim como suas opiniões merecem todo o respeito. O Conversinha Fashion agradece muito o tempo dispensado na certeza de que Lú, Camila, Cris, Paula e Ale não são inspirações por mero acaso.