Inspire-se com referências de estilo na maturidade

Esqueça as tendências, coloque em segundo plano as listas de “tem que ter” e abandone o visual massificado. As mulheres maduras, acima dos 40 anos, surgem como uma grande inspiração para quem busca um visual coeso, marcante e cheio de personalidade.  

A publicidade e o mercado da moda insistem em focar em jovens garotas, nos seus vinte e poucos anos, ao produzir suas campanhas. No entanto, a efetiva referência – para nós, mulheres reais – pode estar em outro nicho.

E é aí que tudo fica mais mais fácil e palpável!

São mulheres fortes e independentes em sua maneira de vestir que mostram que a experiência e a confiança são caminhos certeiros para uma imagem altamente envolvente.

Eternas possibilidades

Nada como conhecer seu corpo, seus pontos fortes e ter domínio das suas escolhas. Combinações por vezes simples alcançam outro nível ao serem levadas para o dia a dia. É o caso da ex-modelo e atriz Lauren Hutton, que no auge dos seus 73 anos, por exemplo, modelou para uma campanha de lingerie da Calvin Klein. Tá bom pra você?

A também modelo Carmen dell’Orefice, aos 86 anos, explora cortes dramáticos, além de estampas e texturas cheias de glamour. Com um estilo um pouco mais suntuoso, aposta em referências atemporais – como as pérolas e as peças de seda, para deixar sua marca.

E quem ama uma confortável peça jeans, e tem uma identidade visual mais do que coesa, é a ex-modelo Linda Wright. Aos 69 anos ela aposta em uma identidade visual um pouco mais casual. E mistura peças básicas com clássicos da alfaiataria. Como resultado, um estilo descomplicado mas encantador.

Outra inspiração é Franca Sozzani, editora de moda que faleceu aos 66 anos, mas deixou um legado de elegância e bom gosto.

Sempre acompanhada de seu poodle, a empresária de 67 anos Linda Rodin carrega uma jovialidade e um toque romântico que deixa seu visual sempre charmoso. Aposta em óculos dramáticos como elemento central de seus looks e não dispensa um batom marcante.

E não é só isso. Para quem curte um bom site de moda de rua, o Advanced Style é o lugar!

Entendendo os sinais

Alguns elementos são recorrentes em mulheres maduras que inspiram e são referência de estilo. O caminho, aliás, pode ser explorado em qualquer fase da vida. E, também, em qualquer etapa do seu desenvolvimento visual.

  • tecidos de alta qualidade
  • roupas com caimento perfeito (nem grandes, nem pequenas)
  • elementos que representem uma forte marca registrada
  • peças clássicas ou atemporais

O que se percebe, com isso, é que o visual das mulheres maduras que inspiram é fruto de um olhar apurado para dentro. Com uma busca por uma mensagem coesa e forte. Sem complicações.

Chuva de imagens, no Pinterest

Montei no Pinterest um painel de inspirações sobre o assunto. Nele há uma compilação incrível de looks de mulheres maduras. Uma maneira para você começas a repensar a sua imagem. Confira!

Ainda não conhece a consultoria de estilo? É fácil descomplicar o ato diário do vestir. E melhorar o seu relacionamento com o guarda-roupa. Me escreva no amanda@amandamedeiros.com.

Numa frase: escolha sem arrependimentos

Não existe uma receita para uma vida feliz. Assim como não existe um único caminho para conquistar uma autoestima elevada. Ainda assim, são várias as formas possíveis para transformar a sua rotina. E para se aproximar do que te traz satisfação.

Se entregar ao momento, viver intensamente, dizer “sim” sem arrependimentos, podem ser algumas da saídas para quem busca uma experiência mais plena.

A escritora Mary Anne Radmacher fala justamente disso. Em seus livros ela aborda formas e maneiras de conquistar uma vida mais completa. Tudo isso em sua essência.

tudo o que existe

“Caminhe até o limite. Escute atentamente. Jogue com o abandono. Ria. Escolha sem arrependimentos. Continue a apreender. Faça o que você ama. Viva como se isso fosse tudo o que existe”, diz Mary Anne Radmacher. Sabe? Entregue-se. Experimente. Porque, no fim, o que fazemos é sem dúvidas tudo o que existe.

Pele quente, fria ou neutra? Descubra com um teste simples

Saber quais cores mais valorizam a sua imagem é um dos caminhos para desenvolver um ótimo relacionamento com o guarda-roupa. Afinal, as cores enviam mensagens. E, além disso, valorizam (ou desvalorizam) a nossa beleza natural.

Na consultoria de estilo é aplicado o método sazonal expandido para determinar a cartela de cores de cada cliente. E, uma das etapas da análise é a identificação da temperatura de cada pessoa. Ou seja, se você tem uma pele fria, quente, ou neutra.

A temperatura da sua pele não é identificada apenas com a avaliação do seu tom de pele. Depende de um conjunto de fatores! No geral, o que chamamos de subtom.

Um truque simples, que não requer muito conhecimento, pode ser utilizado como referência para tal avaliação. Basta você observar o seu pulso e avaliar o tom das suas veias. Sim, das suas veias.

Qual o seu subtom?

As veias do pulso, sob a pele, podem ter tom de azul, violeta, verde ou marrom.

  • Veias em tons de azul ou violeta: subtom frio.
  • Veias em tons de marrom ou verde oliva: subtom quente.
  • Veias em tons de azul esverdeados (azul com vede): subtom neutro.

Simples, não? E, como consequência, o subtom em questão é aquele que mais de valoriza. Pele quente pede tons quentes. Pele fria, tons frios. E, claro, subtom neutro pede por tons neutros.

Saiba mais

Se você quer saber o que são cores quentes e cores frias, confira aqui.

O que a vida quer da gente é coragem

Estamos sempre presos, amarrados, na nossa zona de conforto. São cordas invisíveis que nos deixam enjaulados na segurança de uma única situação, na sensação de bem estar, de fazer sempre o mesmo, de repetir comportamentos, de já saber o roteiro de cada passo e de cada movimento. Como numa dança com passos já perfeitamente ensaiados, começamos sempre no mesmo lugar para terminar, como sempre, com um mesmo resultado.

O que já nem comove mais, já nem toca, envolve ou desafia, também não emociona.

Não te transforma.

guimarães

É prático. Não há como negar que acabamos assim sem nem perceber… Vestindo as mesmas roupas, cozinhando os mesmos pratos, assistindo aos mesmos programas, permanecemos infelizes nos mesmos trabalhos.

Mas, quem se atenta aos sinais – aos trancos – recebe chances e oportunidades. Em cada susto, em cada queda, uma oportunidade para mudar, para fazer diferente, para escrever outra história.

O que a vida quer da gente é coragem

Se algo choca a calmaria, desinquieta o coração, é porque uma mudança está a caminho. Ao menos uma possibilidade. E isso pede por coragem.

Se o momento passa, tudo volta ao mesmo lugar. E a poeira baixa, a tempestade dá lugar ao sol e tudo pode voltar ao mesmo posicionamento de antes, se não nos agilizamos para fazer – e ser – a mudança tão essencial para crescermos em nossas vidas.

Se acomodados, estaremos sempre ali, no meio termo, aceitando o mais ou menos. O tal do “está ruim, mas está bom”, suga nosso potencial para felicidade.

Em cada buraco há uma chance para abraçar seus desafios.

Post publicado originalmente em 28 de agosto de 2014.

Todo excesso esconde uma falta

Correr para o shopping, passar pela loja predileta e, automaticamente, sair de lá com uma sacola em mãos. Sim, todo mundo já fez isso em algum momento.

Mas, afinal, porque compramos o que não precisamos?

Ter demais, ou ter em excesso, pode carregar vários sentidos e significados. Nos atendimentos da Consultoria de Estilo explico o hábito de várias maneiras. Exageramos quando não sabemos o que fica bem no nosso corpo. Também temos a tendência de comprar demais quando não conhecemos o nosso guarda-roupa.

Em todos os casos, ter um relacionamento ruim com o armário, e com a própria imagem, desencadeia efeitos nada bons. Mas, não é só isso. Também podemos exagerar quando tentamos compensar algo de um universo em outro.

Todo excesso esconde uma falta

Um guarda-roupa lotado, com muito mais peças do que você consegue (na ponta do lápis) utilizar nos próximos meses, pode esconder dores emocionais. Ou questões íntimas, que vão muito além da imagem.

E até mesmo as pessoas mais bem resolvidas podem projetar tristezas e decepções de uma lado em outras esferas da vida.

A solução para o consumismo ou o apego aos itens materiais pode estar onde menos se imagina. O primeiro passo, porém, é simples: uma autoanálise e um bom desapego. E que esse não seja seguido por novas e sucessivas aquisições.

Vamos conversar sobre o assunto?

Que tal repensar o seu relacionamento com o guarda-roupa? Descomplique o ato diário do vestir. Me escreva no amanda@amandamedeiros.com.