Entre erros e acertos no enxoval do bebê

Enxoval de bebê é aquela história… você se pega avaliando listas e mais listas, mas acaba cometendo os erros que jurou que não cometeria.

Montar um guarda-roupa do zero é desafiador de todo e qualquer jeito.

No meu caso, posso dizer que pouco pequei pelo exagero. Mas, ainda assim, fui surpreendida pelo que está fora do nosso controle. A avalanche de emoções que é gerar um filho, a velocidade de crescimento de um bebê – que é algo impossível de prever – e a inocência de uma mãe de primeira viagem, podem confundir nossa cabeça. 

Econômica até demais

Fui bem econômica ao pensar nas compras de Francisco, hoje com 5 meses. Sabia que os bebês crescem rápido, que roupas se perdem, que algumas coisas nem mesmo chegam a ser usadas, mas ainda assim me precipitei.

Em momentos de impulso e felicidade, gastei com jaquetas e camisetas, por exemplo. E qual bebê precisa disso? Qual bebê precisa de uma varsity jacket ou de uma bomber?

Só que é tudo tão lindo!

O que aprendi, na prática, é que os bodies e macacões são – de fato – o melhor tipo de roupa para um bebê. Seja ele pequenino, ou maiorzinho. O que acontece é que os bebês mexem, rodam, giram, mesmo quando recém-nascidos. E peças únicas não embolam. Ficam sempre arrumadinhas. E, que outra vez na vida poderemos usar bodies? E é tão fofo!!

Roupas RN, e aí?

Por algum motivo, acreditei demais que o meu bebê não usaria muitas roupas de recém-nascido. E não compramos quase nada! O que foi um erro. Ao contrário do que contavam as ultrassonografias, Francisco não foi um bebê grande, enorme e cabeludo (risos). Ele nasceu careca, relativamente pequeno e, por uma série de motivos, levou semanas até ficar maiorzinho. Com isso, usou roupas de recém-nascido até o seu segundo mês de vida. A solução? O papai deu uma rápida ida ao shopping.

Aliás, se você mora em uma cidade ou em um local com fácil acesso a lojas com itens de bebê, deixe o desespero de lado. Fica fácil corrigir erros do enxoval, se você deixar de comprar algo importante.

Lava, lava e lava de novo

E, para quem quer ser prático e econômico, a maior amiga é a máquina de lavar. Ela facilita – e muita – a vida dos pais que não querem acumular muitas roupinhas. Na minha rotina, lavamos roupas de bebês praticamente todos os dias! Assim, ele Francisco tem poucas peças, e mesmo as duas, ou três trocas diárias não viram um problema.

Pois é. Lavar roupinhas a mão, pra mim, nunca deu muito certo. Sem nada de ajuda para cuidar da casa, ou do bebê, acabei desapegando geral de certas orientações. Na minha escala de prioridades, seria difícil passar horas em frente ao tanque. Assim como, tendo aspirador de pó, jamais encosto em uma vassoura.

Luvinha, gorrinho, fofinho, mas…

Assim como Francisco usou muitos bodies e macacões, e ainda usa, outra coisa importante de se ter são meias! Bebês precisam estar com as extremidades aquecidas. Principalmente no comecinho de vida. As luvas, no entanto, são um tanto quanto polêmicas. Muitos tem medo de sufocamento (eu tinha). E os gorros, não são as peças mais confortáveis, apesar de ser ficar lindo para as fotos.

Ou seja, para não encher as gavetas de bobagens, melhor comprar o mínimo do que tem cara de ser supérfluo.

Passa ou repassa

Hoje, já com vários itens de Francisco à venda – ou vendidos – vejo que comprar roupinhas usadas é uma boa opção tanto pelo lado financeiro, quanto pelo lado da sustentabilidade.

Indo além dos itens de vestuário, percebo isso com os acessórios. Brinquedos, tapetinhos, cadeirinhas, entre outros, passam de essenciais a inúteis em questão de dias!

Com isso, as lojas que oferecem aluguel de itens de bebês são uma salvação! Por aqui, já estamos no segundo mês de aluguel de brinquedo e jumperoo. Vale muito à penas e é legal para o bebê sempre ter algo de novo, por perto. Já que eles se cansam muito das atividades.

Essenciais, mas nem tanto

Mas, afinal. Qual a minha lista de enxoval essencial para o bebê? Não arrisco jamais! Apenas deixo minha dica. Seja econômico. Pois é. Me alegro por ter comprado pouco de cada coisinha.

Bodies brancos, de manga longa e curta; calças confortáveis, vários pares de meias, mantinhas quentinhas e macias, além de macacões quentinhos e fofinhos são parte do que o seu bebê deve precisar. É claro que vai depender da estação do ano na qual o filhote vem ao mundo, mas falo do básico do básico, sabe?

Vale lembrar que, depois, gastos com vacinas, exames, consultas e remedinhos vão entrar na sua rotina. E tudo isso pesa bastante no orçamento. São coisas muito mais importante do que gavetas e mais gavetas lotadas de roupas caras, que não serão muito utilizadas.

O que não pode faltar para o seu bebê é carinho, afeto e amor. <3

Os segredos da sensualidade

A sensualidade por vezes é própria de uma pessoa. Mas, as roupas desempenham um importante papel na construção de um visual sedutor. Com isso, toda e qualquer mulher pode se sentir provocante com as escolhas certas.

O sexy, nas vestimentas, muda a nossa linguagem corporal. Afeta, diretamente, nossa maneira de nos comunicar com o mundo.

É um efeito que surge de fora para dentro.

A roupa que estimula

Pode ser que, quando mal utilizado, o visual sensual gere desconforto e insegurança. É o caso de meninas que tentam se sentir mais maduras e provocantes com calçados de salto alto, ou com decotes profundos, e acabam ficando sem lugar, sem graça e sem charme.

Falo daquele caminhar incerto, ou do incômodo com o corpo revelado.

Ou, pode ser, que a menina séria e tímida se sinta um furação com uma transparência velada, um calçado de bico fino, e um cabelo em rabo de cavalo.

Sensualidade é questão de sutileza. De provocar e excitar.

São muitos os elementos que evocam ao sexy. Muito além do decotão exagerado. Da saia mini. Do vestido tubinho e justíssimo. Estes, aliás, são exemplos de sensualidade clichê. Que não impacta da maneira que pode ser.

Sexy, sem ser vulgar

O sexy, quando utilizado com sabedoria, passa longe do vulgar. É mais uma questão de provocação. De gerar desejo. De atiçar a curiosidade. De convidar o outro a se demorar na observação, e vagar os olhos por um corpo estrategicamente coberto – ou revelado.

São linhas, texturas, recortes, formas que instigam a imaginação.

Seduzir é um jogo. E, assim como diz Toby Fischer-Mirkin, em O Código do Vestir, “o mais sexy é o misterioso e o oculto”.

Ao pensar assim, o que chama atenção não é o que já foi revelado. É o que está, em partes, escondido. É o que gera dúvida e excitação.

“A mensagem expressa na moda sedutora deve ser sussurrada e não gritada. Qualquer roupa que exiba o corpo muito obviamente perde sua atração, – porque quando se perde o mistério, também se perde o interesse”, completa  Toby Fischer-Mirkin

O guia definitivo para o look sexy

Mais importante que apostar nas peças sensuais da temporada, é conhecer o próprio corpo e saber o que – e como – valorizar. Cada mulher tem seus atributos, a parte que considera mais envolvente ou sensual. Daí, o importante é destacar essa parte em questão para gerar confiança e provocação.

Erra quem pensa que apenas o bumbum e os seios são sensuais. Pernas, colo, braços, costas, pescoço e linha de cintura são apenas algumas das outras porções da silhueta feminina que provocam desejo. A sensualidade feminina não precisa ser óbvia.

Imagine setas invisíveis. Direcionamentos. As coxas, por exemplo, quando mostradas em uma peça com fenda, ou um tecido fluido, que brinca de revelar e esconder as pernas, remete ao que há mais para o alto, quando o olhar do expectador segue a linha vertical. Da mesma maneira, um longo decote nas costas serve quase que como uma seta para o bumbum.

Um corpo que quase se revela

As linhas das roupas podem criar trajetos visuais para o olhar de quem você deseja atrair – ainda que seja um personagem desconhecido. Linhas angulares e assimétricas conseguem produzir tal efeito muito bem! Um decote, ainda que modesto, em V, com o colo a mostra, brinca que é possível ver um pouco mais, se puxar a peça para baixo. Sabe? É o perigo. O risco existente em mexer um pouco na roupa. A expectativa de que a roupa saia do lugar… de que algo aconteça. Mas, não acontece.

Os seios são, definitivamente, o ponto de maior sensualidade do corpo feminino. Mas, não precisam ser exibidos por completo para atrair olhares.

Aliás, quando muito (ou tudo) é revelado, sem mistério, a graça se vai. Já está ali exposto. Cria-se a ideia de que foi fácil, então não há muito mais para ver.

O decote pode mostrar apenas as curvas dos seios. Ou, mesmo, um tecido que de tão fino revela os desenhos das curvas.

Entre as mensagens ocultas da moda, pode-se haver a sensação de que a mulher que mostra todo o corpo, sem mistério, considera sua própria silhueta o seu maior atributo! E, assim pode ser, tudo bem. Há méritos. Mas, para quem não quer ser assim interpretado – o mesmo para os homens – equilibrar as mensagens pode ser interessante.

Pura atração

Entre o corpo velado e o corpo exposto, há um jogo de provocação e intimidação, que desencadeia na sedução e na tentação.

Cada parte do nosso corpo seduz de uma maneira diferente. Ao mostrar os seios, há a sensação de poder feminino, em uma parte do corpo que alimenta e conforta. Já o bumbum, também traz consigo o poder, de um ponto que remete à fertilidade, procriação e, claro, ao sexo.

Braços, costas e ombros nus trazer consigo a ideia da força, que para alguns homens pode ser intimidador. Aí está que a forma de exibir, entre um corpo frágil e um corpo sarado, muda os seus devidos efeitos.

O rabo de cavalo carrega consigo a ideia de um símbolo fálico, o sexo e a ousadia. Já nos lábios em vermelho intenso, a sensação de que algo é perigoso e arriscado, como o sangue.

Mensagens ocultas

Igualmente importante como o jogo de mostrar e exibir, está o uso de tecidos e acessórios! Nos elementos com pontas, em couro, verniz, 5vinil, ou outras texturas que remetem ao fetiche, a ideia de que está permitido se envolver. É o perigo que atiça a curiosidade.

E na renda, no tule, nas transparências de maneira geral, o chamado a admirar a lingerie, o convite ao que está por debaixo da roupa.

Muito além do óbvio, do decote exagerado, do vestido colado, do corpo meramente nu, está a moda com suas possibilidades. As roupas com suas mensagens ocultas.

Para seduzir

Tecidos

Os que remetem à certos tipos de fetiche, como couro e vinil, e os que lembram peças de lingerie, como renda e tule. A seda, maleável, brinca de mostrar as curvas, sem revelar. Já os com elastano (lycra), entre outros tecidos colantes, exibem as curvas.

Acessórios

Peças e calçados com pontas lembram do que é perigoso. Já as franjas, a meia-calça e os cintos grossos, e apertados, estão carregados de sensualidade. As correntes e as botas remetem a praticas fetichistas.

Detalhes

O zíper mostra algo que pode ser alcançado, bastando um único movimento. Os ombros e colo a mostra destacam a nuca, um local do corpo importante na sedução. Recortes na linha de cintura, ou quadril, revelam pouco, mas em pontos com muito significado. Pés a mostra, em sapatos de tiras finas, além de gargantilhas grossas também carregam alto tom de sensualidade.

Sempre sexy

Fendas, decotes profundos em V, costas a mostra, decote de um ombro só, decote ombro a ombro, comprimento mini, saia lápis, transparência, lingerie a mostra, cintura alta, recortes, cabelo em coque soltinho, unhas longas.

Seja como for, o importante no vestir para seduzir é a confiança e a certeza de sentir o poder e a força que as roupas certas, utilizadas da maneira certa, podem trazer. 

Confira mais

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A mística no produto novo

Uma compra acertada mostra seu resultado na alegria do uso e na mística revelada, no corpo e na atitude, quando a peça é usada pela primeira vez. Sente-se uma confiança, um bem estar bem específico da novidade, algo impossível de ignorar. Aquele famoso: “tô incrível”. Talvez, por isso pensamos sempre em uma roupa nova para cada e toda ocasião especial. Mesmo já tendo tanta coisa guardada no armário.

Não sentir aquela empolgação ou ansiedade por usar algo novo aponta para um compra falha ou mal direcionada. É isso que gera esse desejo de postergar ao máximo a data inicial do uso. Pois será a lembrança do erro martelando de forma dramática na mente… faz sentido?

Compra como investimento

Em tempos de mudanças cada vez mais velozes nas araras das lojas (entre tendências e modismos) valorizar o potencial da novidade, e menos o exagero, surge como uma alternativa para não se perder entre tantas possibilidades. Emerge a opção da compra como investimento. Redobra-se a mística do novo. A compra deve ser cada vez mais pensada. E, por sua vez, combinada ao que já está no guarda-roupa…

As ‘novidades’ – sob a forma de tendências – precisam render. E há algo de maravilhoso nessa questão: mesmo com mudanças, elas são pouco surpreendentes e o velho ganha toque atual, ganha um prazo de uso bem mais longo do que o que visto anteriormente. E não falo dos clássicos atemporais. É hora de atualizar cada look por meio de combinações boladas com grande eficiência.

A partir disso vale tirar máximo proveito da força do novo. A compra como uma maneira de adicionar alegria e vibração ao guarda-roupa. Digo, comprar menos e vibrar mais.

Texto originalmente publicado em 19 de setembro de 2010.

Até quando esperar?

Sempre escutamos que devemos viver o hoje. E sim, assim tentamos. Ao menos na teoria. Mas, ainda que inconscientemente, por muitas vezes postergarmos escolhas, decisões ou investimentos por medo do que pode vir depois. Ou, então, por não acreditar que a hora em questão é a hora exata para tal.

Mas, até quanto esperar?

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Toda hora é hora

Há, por exemplo, quem acredite que é essencial aguardar a chegada (na vida) de alguém especial para usar aquela lingerie cara, a camisola linda, ou mesmo a roupa de cama de altíssima qualidade.

No baú das esperanças há mais do que um enxoval de casamento (ou relacionamento). Há um enxoval de emoções que presas aguardam o outro, o olhar do outro, a concordância do outro.

Enquanto isso, a roupa mais ou menos segue servindo… A calcinha furada, o pijama rasgado, a toalha dura de tão judiada…

Não dá.

Tudo isso enquanto no armário existem tantas opções melhores para se alegrar e mimar a autoestima…

Sobre amos próprio

Somos nós o nosso mais puro tesouro. E, sim, devemos nos amar para conseguirmos amar plenamente outra pessoa ou mesmo nossa profissão.

Quanto melhor nos sentirmos, melhor iremos nos comunicar e relacionar com o outro e, por que não?, com a vida.

Por isso, mude a sua maneira de se cuidar. Todos saem ganhando. Coisas interessantes – incluindo o jogo de pratos bacana, o jeans perfeito e o perfume importado – não foram compradas para ficar esperando.

A autorização para se mostrar melhor parte, também, daquela liberação íntima e pessoal para ser uma pessoa melhor no momento atual. Sem precisar esperar o próximo mês, o próximo ano, o 13º, a herança prometida pelo tio-avô, ou o resultado da próxima rodada da Mega.

Dentro do possível, a hora é agora.

A hora para se exercitar, para organizar a casa, jogar fora o lixo acumulado, retocar o cabelo, costurar as roupas rasgadas, seja o que for! Não há férias ou folga, dinheiro extra ou bônus que façam despertar o gosto pela mudança.

Ser a melhor versão do que somos depende de nós e pode começar agora!

E para quem acredita que é preciso esperar a riqueza para ter um estilo de vida diferente, investir no visual, adequar o guarda-roupa a uma imagem tão desejada, pensar mais em espiritualidade, melhorar o relacionamento com a família, ou simplesmente começar a pensar mais em si mesmo, saiba que não é bem assim que funciona.

O dinheiro apenas amplifica o que somos. Ou seja, não muda a nossa essência.

Uma pessoa com baixa autoestima e pouca confiança será sempre assim, caso não abrace o poder da transformação.

Invista em você! Conheça a consultoria de estilo: amanda@amandamedeiros.com.

Maternidade, puerpério e guarda-roupa

Quem pensa que os desafios do vestir ao gerar um bebê acabam com o nascimento da criança muito se engana. Após o parto, a nova mãe entra em uma diferente e complicada fase – a de um novo corpo (de novo), uma intensa alteração hormonal e, para complicar mais ainda, toda uma nova rotina. E da-lhe puerpério.

Novidades e mais novidades interferem diretamente no relacionamento com as roupas e com a imagem pessoal. Sabe o tal baby blues? É real. E para algumas mulheres não se ver produzida dia após dia (oi, tudo bem?) pode desencadear longas crises de chororô.

Nasce o bebê e nasce uma nova mulher. Talvez não tanto emocionalmente (já que leva um tempo até que tudo seja assimilado). Mas, quando a barrigona se vai, fica ali uma pancinha aliada à flacidez e outras coisas não tão maravilhosas, como dores e incômodos. Tá, não é só a cesárea que deixa os seus sinais. O parto normal, ainda que com uma recuperação muito mais simples, também deixa a mulher um tanto quanto esquisita. Esperado, não?

E aí, o que vestir?

Se você decidiu por receber visitas mil desde o primeiro dia, ainda na maternidade, não vai querer se apresentar de qualquer jeito. Ou, ainda, se você preferiu um tempo de introspecção, existe a questão da autoestima que tanto interfere nessa fase. O que fazer?

Foque no conforto, sempre!

O conforto é o grande aliado durante a gestação e continua essencial logo após o nascimento. Com a amamentação, as dores, e o corpo em mudança diária (enquanto se recupera) é interessante pensar em peças práticas.

Sabe aquela calça jeans, o vestido justinho ou o look com blazer que você tanto ama? Pois bem. Suas peças antigas podem até servir logo na primeira semana após o parto, mas você vai querer usar isso? Será?

Com isso, muitas peças da gravidez seguem úteis nesta fase. As calças com o cós de elástico, as camisas longas e larguinhas, assim como as roupas de moletom (bem charmosas), caem muito bem.

É interessante, ainda, separar um bom par de pijamas bonitinhos. Assim você consegue passar o dia com esse tipo de roupa, sem se sentir muito mal vestida. O modelo vai depender da sua preferência e, claro, da estação – sejam calças e camisas de manga longa, ou shorts levinhos e blusinhas frescas.

Praticidade, tá?

Outra dica é ter um calçado prático, no estilo chinelo, e aprender penteados legais (como coques e tranças) que ficam interessantes até nos dias nos quais o cabelo em si não ajuda muito. Manter as unhas arrumadas, entre uma mamada e outra, uma vez por semana, ajuda na manutenção de uma autoestima elevada. Esses e outros cuidados, que variam de acordo com o que você mais curte (para se sentir bem) deixam o puerpério ao menos um pouquinho mais leve.

No mais, cada chance de sair de casa é uma oportunidade para experimentar novas possibilidades. Seja uma visita ao pediatra ou uma consulta de retorno ao obstetra, tudo vira motivo para se produzir – se possível (e sem cobranças). A mulher recém-parida merece não apenas um auxílio com os cuidados com o bebê, mas também um tempo para se reencontrar e redescobrir.

Acabei de ter um bebê (oi, Francisco) e o blog está recheado de posts sobre o assunto. Além disso, estou compartilhando no meu Instagram (@CdEAmandaMedeiros) um pouco sobre a experiência. Me segue por lá!