O clichê da brasileira, por regra, sensual

January 17, 2016 | Nenhum comentário

Toda mulher já escutou por aí que o visual da brasileira é sempre sensual. Ou que a brasileira é sexy! A afirmativa é base para o mercado publicitário e para muitas marcas que se inspiram em tal referência para elaborar suas coleções e encher suas criações de algo que vai além do sensual: o vulgar.

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Que temos a pele a mostra, o decote, o comprimento encurtado, entre outros, como uma referência é verdade. Mas, não é uma obrigação feminina nacional… as características são comuns à muitas mulheres que vivem em um país tropical. São saídas para, muitas vezes, suportar o calor! O que surge, também, com tecidos mais delicados, cores claras, entre outros.

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A sensualidade pode aparecer no dia a dia em roupas que marcam, sutilmente, as curvas da silhueta

Sim! A sensualidade é uma característica da brasileira. Só que o fator sexy não resume todas as mulheres do país. E, claro, nem toda mulher precisa ser assim apenas pela nacionalidade. Generalizações são tão desagradáveis… por mais que a moda goste delas.

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A transparência é sensual, assim como o comprimento mini ou a linha de busto em destaque

Muitas vezes, envolvidas pelo gosto à sensualidade (a qual crescemos aprendendo a admirar), nos perdemos na busca por dosar como aplicar cada possibilidade. E o resultado é a massificação de acordo com a época, seja no vestido bandage combinado a salto alto e cabelo liso, ou o longo com telinha transparente, usado com bolsas de mão. Sendo que são muitas as formas de ser sexy. São inúmeras as possibilidades para a mulher que quer valorizar o seu corpo e potencializar a sua sensualidade. E é possível ser sexy sem ser vulgar!! E como!

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Ser sexy também é questão de atitude! Pode surgir de dentro para fora, com muita confiança e personalidade

Mesmo assim, existem outras tantas mulheres que estão mais interessadas em outros estilos e se encontram em formas de vestir que não apostam no mostrar o corpo. Para tantas, o decote, a fenda, a perna de fora, tudo isso desagrada, e independe de se sentir bem com a silhueta ou de fatores relativos a autoestima, é uma questão de personalidade. Acontece que tudo bem! Seria mais um clichê como a ideia de achar que toda francesa é elegante, ou toda mexicana usa roupas floridas – nem toda brasileira, por regra, quer se sentir sexy. As roupas devem vestir pessoas diversas, de maneiras diferentes, suprindo suas variações e necessidades! Ou seja, ser uma mulher brasileira não significa ser uma mulher que tem uma imagem sensual… ou que precisa ir pelo caminho mais fácil, no look produzido para a conquista na temporada, apenas para pertencer. Vale pensar nas possibilidades dentro do que é ser sensual, ou querer se sentir sexy, e explorar com ousadia opções além do beaba.

Que venha o novo: voltei! =)

December 20, 2015 | Nenhum comentário

Voltar, recomeçar, fazer o que gostamos e o que nos faz bem. Fazer do mesmo jeito, mas em uma versão melhorada, sem esperar um novo ano para traçar uma meta e manter-se firme em um ideal. Que a inspiração seja, sempre, nossas próprias necessidades. E o que nos motiva seja a vontade de fazer acontecer. Antes de tudo, o desejo de ver as coisas funcionando. Quem venha 2016.

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Para isso, sentir-se bem com a sua imagem. Sempre, pensando naquela lógica que supera as tendências e que, claro, vai além dos modismos: a sua moda, o seu jeito, o seu gosto, em busca de confiança e facilidade no dia a dia. O ato diário do vestir não precisa ser complicado, algo que sempre foi dito por aqui, no Conversinha – mas, mais do que isso, vestir não precisa sair caro ou ser motivo de sofrimento. A conta tem que fechar, tanto emocionalmente, quanto financeiramente.

Para isso, sentir-se bem com a sua imagem. Sempre, pensando naquela lógica que supera as tendências e que, claro, vai além dos modismos: a sua moda, o seu jeito, o seu gosto, em busca de confiança e facilidade no dia a dia. O ato diário do vestir não precisa ser complicado, algo que sempre foi dito por aqui, no Conversinha – mas, mais do que isso, vestir não precisa sair caro ou ser motivo de sofrimento. A conta tem que fechar, tanto emocionalmente, quanto financeiramente.

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Então. Devem existir no seu guarda-roupa diversas formas de inspiração e base. Desde aquelas peças que são os curingas para uma festa de última hora, até o “uniforme” do dia a dia: as suas roupas do trabalho, aquelas que não decepcionam, as que funcionam juntas, de maneiras diversas, combinadas e descoordenadas; as roupas para as tarefas gerais, desde ir ao supermercado a caminhar com o cachorro. Sabemos que nem sempre o look pede grandes esforços, mas nem por isso precisa ser composto por trapos que jogam a autoestima em níveis inaceitáveis! Não vale me dizer que sua roupa, ou sua imagem, não tem a menor importância para você… sempre chega aquela hora na qual a imagem pesa. Seja uma entrevista de emprego, um encontro, ou uma encarada no espelho…

Pensando no bem estar e na satisfação pessoal e, por que não, em uma maneira de tentar lutar contra a loucura do exagero consumista das roupas cada vez mais caras, apresentadas por meninas cada vez mais montadas (que se auto proclamam influências ou referências digitais) podemos buscar, de alguma forma, uma maneira de viver além do que nos é imposto… sem ter que entrar em uma bolha que nos separa das futilidades das quais tanto gostamos. Ou seja, sem precisar fugir dos blogs, das revistas femininas, dos canais de YouTube, ou das contas de Instagram. Filtras as referências e selecionar o que nos motiva é um bom começo. Outro é entender que somos bem mais do que a nossa imagem, mas a nossa imagem é importante para nós - é tudo questão de confiança e de eficiência para vestir alcançando um resultado legal! Por mais repetitivo que isso pareça! O discurso, na prática, gera resultados muito satisfatórios na vida real.

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Já que o contexto mudou e a realidade da moda, e do vestir, é outra, o serviço da consultoria de imagem, por mim oferecido, também mudou. A “pausa” foi para reflexões necessárias. Então, o serviço segue aplicado, como tradicionalmente – há tantos anos, um dos primeiros do mercado – no modelo a distância, mas, agora, reformulado. Muito mais simples, direto, e personalizado. Enviado exclusivamente em arquivo digital, com muito mais imagens, menos textos, mais tabelas e exercícios para facilitar o dia a dia (além daquela conversa de sempre, franca e sincera por meio do Skype ou email). Leituras complementares auxiliam em uma mudança de vida e de olhar quanto a moda. E que, os que encaram a roupa como uma extensão da personalidade – e não como mero item de status – possam aproveitar tudo o que tecidos em cores, formas e texturas tão incríveis podem oferecer. 

Bjs., Amanda M.

Os sentidos do vestir: um não as regras

July 5, 2015 | Nenhum comentário

Já faz algum tempo, deixei de me importar com as regras que movem a moda . Isso aconteceu quando percebi que quem usa é bem mais importante do que todo o resto… E, claro, o motivo pelo qual nos vestimos não é o que pesa mais: o que vale é a motivação ou a emoção existente em cada escolha para adornar e/ou cobrir a nudez. Muito além das dicas de especialistas estão pessoas, histórias, costumes e sentimentos. São hábitos – muitas vezes antigos e já arraigados – que não devem ser simplesmente quebrados. Afinal, pensar roupa (pensar imagem) é pensar em autoestima e confiança; mexer com isso não é nada banal. A busca por indicadores positivos nessas questões e em outras é o que leva à procura de mais informações sobre o vestir… o que recorrentemente não é assimilado de maneira adequada durante o amadurecimento. Isso leva a uma percepção negativa quanto a imagem, o que afeta automaticamente todas as outras esferas da vida.

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É muito difícil encarar desafios e encher-se de coragem quando o visual incomoda. É muito difícil acreditar que tudo vai dar certo quando a capa não está legal. Mas, para alinhar o visual, não é preciso esvaziar bolsos e a conta do banco… mesmo porque não é isso que vai resolver o problema (looks prontos, produções pré-estabelecidas, coisas que curam superficialmente, mas duram menos que algumas semanas). A questão se resolve com uma ampla e profunda avaliação dos motivos pelos quais alguém não se sente bem com a sua imagem. É preciso se abrir. Se abrir para o mundo – para o novo – e para você mesmo. Permitir que erros aconteçam ao realizar escolhas equivocadas… ou arriscar com formas e cores diferentes (que você muitas vezes não gosta por motivos que ficaram no passado, por vezes esquecidos).

Sabe as tais regras, as listas, as dicas de especialista, elas são apenas um norte, mas o que há de mais precioso na busca pela transformação é a vontade de recomeçar. É um desejo de abrir não somente as portas do guarda-roupa, mas as portas da alma. Aceitar-se com as suas imperfeições. Entender que as tendências, em geral, são apenas coisas inventadas para fazer com que a gente compre cada vez mais – e esse ciclo, te garanto, nunca acaba. Colocar-se como uma prioridade, mesmo quando existem outras na sua vida… isso é significativo! Dar valor ao que lhe motiva. E pegar essas coisas, sejam amores, projetos ou a vaidade, para voltar a se gostar em frente ao espelho. Fazer as pazes com o guarda-roupa é um caminho que começa dentro de cada um. Tudo o que vale, nesse ciclo, é o que se sente… ao desapegar, ao voltar a se respeitar, ao se entender e parar de lutar com a moda, colocando na mente que as roupas são meios, são ferramentas, que podem ser moldadas dentro do seu estilo para lhe servir. Nunca o contrário. Quando passamos a nos enxergar como mais importantes que as roupas, entendemos o sentido apaixonante do vestir. Sua capacidade de trazer memórias e de potencializar aquilo que podemos ser.

Quebre as regras: experimente

May 22, 2015 | 1 comentário

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A roupa que te completa

May 10, 2015 | Nenhum comentário

Escolher uma roupa não é apenas decidir como cobrir a nudez. Cada forma de vestir guarda consigo possibilidades que se abrem para complementar a sua personalidade e, também, para responder às suas vontades e expectativas. Por isso é tão importante ter no guarda-roupa as opções certas, capazes de lhe socorrer nas mais variadas alterações de humor ou mesmo nos possíveis momentos da sua rotina. Não se trata de ter muito – o importante é ter o certo.

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Roupas e acessórios acertados são como bons amigos, que te amparam em momentos difíceis e repartem com você a euforia na hora da comemoração. Se o problema é autoestima baixa, por uma ou outra razão, a modelagem certa mostra que tudo está onde deveria estar na sua silhueta e lhe ajuda a recuperar um pouco da confiança. Acessórios legais servem para quebrar um pouco da mesmice daquelas peças já batidas, ou mesmo para reforçar o caráter de algum detalhe do look que você gostaria de potencializar. Já um calçado confortável (nem por isso, menos apresentável) é o abraço apertado, encontrado também em casacos ou suéteres de boa qualidade. Seja como for, nossas roupas não devem ser encaradas como tendências e modismos fabricados para nos deixar atuais e desejáveis. Elas podem e devem compartilhar com a gente um pouco da nossa história e das nossas vontades. Como é bom ter um guarda-roupa que é mais do que uma etiqueta, que é a representação da pessoa que você curte ser. Preparar-se para mais um dia merece esse cuidado, porque cada um de nós merece essa atenção. Encarar as roupas menos como bens de consumo e mais como extensões da sua individualidade ajuda a assimilar o conceito de estilo. E estilo cada um tem o seu – mais ou menos explorado.

Orientar-se, sem fechar a porta da individualidade

April 3, 2015 | Nenhum comentário

Um belo dia, inventaram as regras do vestir. E das regras do vestir, surgiram as regras para as combinações e composições que, supostamente, mais valorizam determinado tipo-físico. No entanto, o que deveria facilitar as escolhas e as decisões (e até certo ponto, desempenha muito bem o seu trabalho) acabou por limitar e escravizar. Tais regras perderam sua aura de orientação e passaram a ser encaradas como obrigações. Como algo que não pode ser quebrado. O que, caso feito, gera um crime que tem como pena o julgamento sem fim daqueles que são os senhores das tendências e dos modismos.

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Porém, e ainda bem, há quem sabe ser rebelde e não se leva tão a sério. Aproveita com gosto o valor de uma orientação e colhe os frutos de saber o que faz bem a sua silhueta, sem que isso limite suas escolhas e suas futuras decisões. Esse meio termo, essa vontade de acertar – sem se preocupar tanto com que os outros pensam – gera uma autoestima elevada difícil de abalar. Afinal, um sorriso no rosto é o melhor acessório e confiança conquistada com boas encaradas no espelho não se quebra com olhares tortos de julgamento.

Entre garotas fabricadas, reproduzidas como mini robôs grifados ou feitos em linhas de produção do fast fashion, existem excessões. Por ai saltam referências para se inspirar. Para querer fazer parecido. Não na questão de copiar o look, mas em incorporar essa maneira de viver mais livre do que te disseram que você podia ou não.

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[Baixinha não pode usar sapato baixo. Gordinha só deve apostar em looks monocromáticos. Mulher alta precisa investir em linhas horizontais. Homem que é homem não usa rosa.] Bobagens!

Se o seu estilo pede algo diferente, se a sua vontade é de colocar no corpo aquela peça que você achou incrível, tudo bem! Por que não?! Que ótimo. Vai fundo! O pode ou não pode, na verdade, é muito mais legal quando ganha cara de deve ou não deve. Mas que, mesmo assim, tem sentido de “faça o que você quiser”, com a consciência dos resultados. E se ficar ruim, tudo bem… um outro dia é igual a um novo look. A meta final?! A felicidade! Clichê? Total! E daí? Desde quando o clichê é só ruim? Também podemos quebrar essa regra. Ser demodê também tem seu charme.

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Acho o máximo mulheres confiantes. Homens cheios de estilo, então, sempre saem na frente. E tudo o que esses tem, de igual, é uma pequena dose de ousadia. O que vale para sair da zona de conforto e para viver em busca da sua felicidade e não em busca da felicidade que desenharam para o outro, ou para o momento - aquela que está nas vitrines, mas que amanha entra em liquidação. Conhecimento é sempre importante, vai sempre agregar e pode ser o caminho para um recomeço ou para se encontrar entre cabides e gavetas, mas fechar a porta da sua individualidade não deve ser uma opção.

Ser o que somos e se mostrar cada vez melhor

March 22, 2015 | Nenhum comentário

Entre relacionamentos e romances podemos nos perder e, como reflexo, abandonamos um pouco (ou muito) daquilo que faz da gente o que mais buscamos ser – vaidosas e confiantes, com a autoestima lá no alto e uma imagem que reflete nossa personalidade, gostos e vontades. Mais do que avaliar o que pensamos sobre nos mesmos é questão de sentir e de ser aquilo que podemos ser, exteriorizando em roupas, traços, formas, cores e detalhes de acabamento uma maneira de amor próprio que tanto alimenta aquela sensação de: “ei, eu estou aqui… e eu existo e sou incrível!”.

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Ao quebrar um ciclo ou ver uma porta se fechar – até mesmo quando a realidade do bloqueio fica clara -, temos a oportunidade de mudar as regras do jogo, deixando de lado aquilo que nos acomoda… revertendo a situação, mostrando quem manda em si mesmo. Chega a chance de nos colocarmos novamente no comando e não mais em busca do que é mais simples, mais prático ou mais fácil (ou do que incomoda menos o terceiro). Na moda: a busca pelo conforto é o que aparece como mais raso e prático, escondido por entre desculpas mil… Não aquele conforto que serve de trampolim para outras características, mas sim aquele que esconde características que renderiam muito mais se fossem exploradas, seja a sensualidade ou o interesse pelas tendências. Só que aí é que está. Para que se esconder do mundo e de todos? Deixar-se embelezar e se mostrar atraente perante os próprios olhos e aos olhos do mundo é uma maneira de se valorizar e de dar as cartas. Aos que gostam e se amam esse cuidado estético nada mais é do que natural e esperado… afinal, é bom ver o seu parceiro bem – assim como a lógica contrária também deve ser válida. Recordações que provam que confiança no outro é a base para fazer tudo, em todos os sentidos, dar certo.

A CORAGEM DE SER IMPERFEITO

February 20, 2015 | 1 comentário

Para muitas mulheres, a perfeição estética não chega a ser um objetivo. Esta meta, no entanto, cede lugar a outros tipos de cobrança tão pesadas quanto àquelas relativas ao visual. O perfeccionismo que influencia a maneira de agir e pensar acaba servindo como um bloqueio que limita as experiências de quem não consegue se entregar completamente à vida por medo de possíveis julgamentos ou, mesmo, pelo receio de não ser pleno ou perfeito.

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Viver na margem, no desejo da tentativa, na vontade de um dia conseguir, gera mágoas e estragos permanentes, tais como insegurança e baixa autoestima. Mais do que isso, é um tipo de escolha que superficialmente até protege (naquele momento ou fase da vida), mas que faz com que o passo além não aconteça jamais! É preciso viver com ousadia, abraçar cada uma de suas imperfeições e fazer do querer um experimento. Em um jogo de tentativas e erros, as chances ao menos existem… sejam elas meio a meio ou, talvez, até mesmo menores do que isso. O que não se pode é pensar que um mau presságio ou o receio do possível resultado negativo bloqueie o tentar.

Em “A coragem de ser imperfeito”, livro de Brené Brow, este assunto é tratado com muita delicadeza, sendo mais do que um livro motivacional. A autora, responsável por uma das mais assistidas palestras do TED, explora o poder da vulnerabilidade e indica razões e maneiras para abrir mão da vergonha – aquela que carrega o estigma do erro e do fracasso.

A leitura é, mais do que tudo, muito indicada para quem não está 100%  de bem com a vida. Afinal, se mexer, mudar algo, renovar-se com referências e novas inspirações é essencial para traçar um caminho que leve ao acerto. Porque, mais ora, menos ora, algo tem que ser feito. E repensar a maneira de agir e de se comportar é a base para fazer acontecer.

Como Brené Brown cita em um dos capítulos do livro, “os momentos mais fortes de nossas vidas acontecem quando amarramos as pequenas luzinhas criadas pela coragem, pela compaixão e pelo vínculo, e as vemos brilhas na escuridão de nossas batalhas”. Poderoso, não?!

Seja confiante

January 8, 2015 | 2 comentários

Seja confiante

Quando chega a hora de revisar o visual

November 20, 2014 | Nenhum comentário

Ao revisar o visual vale se desvencilhar das amarras que nos prendem ao que já é quotidiano

Da mesma forma que de tempos em tempos sentimos a necessidade de mudar a decoração da casa, trocar as cores das paredes, encontrar outros móveis e alterar a disposição das coisas em cada cômodo, vez ou outra também surge na vida um desejo forte de reexaminar o visual. Bate aquela insatisfação com a imagem que carregamos. O problema percebido pode estar propriamente nas escolhas feitas – no que compõem o guarda-roupa – ou mesmo na maneira de combinar tudo… seja como for, resta repensar e recomeçar!

No primeiro momento, é importante tentar entender ao certo o que está incomodando no visual antigo. Entre tudo o que constrói uma imagem, estão formas, tecidos, cores, texturas e combinações, além da finalização, que são os acessórios e a parte de beleza (cabelo e maquiagem). Talvez, então, o impasse visual possa ser facilmente ajustado; senão, quando a adequação não é suficiente, o processo, completo se mostra a única saída e, daí, é preciso recomeçar. recomeçar2 Coletar referências é definitivamente um bom exercício para pensar o novo e a internet está aí, cheia de imagens incríveis para inspirar. As pastas de referência são uma ótima ideia, assim como painéis que podem ser organizados em ferramentas (incríveis) como o Pinterest – seja por tema, peça de roupa, ocasião ou mesmo de maneira genérica. Cada um tem o seu sistema. Daí, que vamos percebendo o que se repete e o que admiramos naquelas pessoas, no visual daquelas mulheres que estampam nossos quadros. Entender porque aspiramos aquela imagem, se é pelo jogo de cores, pela maneira que a roupa cai no corpo, ou pela mensagem que o look transmite, é o que vai dar dicas para o próximo processo, que é o da ação.

Nessa brincadeira nada simples da ser o seu próprio personal stylist, de se analisar e ter a mente aberta para se redescobrir depois de um tempo acomodada nas escolhas rotineiras, é que surgem novas ideias. É aí que bate a importância de não se apegar ao que já não satisfaz e sair da zona de conforto. Afinal, não podemos perder tempo com escolhas erradas.

Nisso tudo, veja que uma imagem nova, um estilo revigorado, que carrega as mensagens que você quer transmitir – aquelas que combinam com o seu momentos atual – não vai estar necessariamente de acordo com as tendências do momento. E não há nada de mal com isso. Afinal, nem todo mundo se encaixa na forma do visual quadradinho das blogueiras que vestem um uniforme ou das meninas que estampam páginas de revistas vestindo roupas pra lá de previsíveis. Temos a mania péssima de querer essas roupas porque nos acostumamos a desejar o que vemos com larga frequência, o que é tido como “bacana”. Só que para mulheres, mulheres bem resolvidas, essa é uma dessas coisas que não combinam.

Assim, quando chega a hora de revisar o visual, chega também a hora de aproveitar o momento para se desvencilhar das amarras que nos prendem ao que já é quotidiano. E o exercício trivial do vestir, ele que é tão ordinário (só que tão maravilhoso) nos dá novas chances de renascer… de dentro para fora, exteriorizando coisas da nossa personalidade que não merecemos deixar passar só por preguiça ou por estarmos acomodados. Com ideias na cabeça e referências colecionadas, resta planejar e partir para as compras. Depois, é só prática um novo – e mais pertinente - visual.
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